Dentre os inúmeros transtornos psiquiátricos,
principalmente após o isolamento causado pela
pandemia, os relacionados à ansiedade estão cada vez
mais prevalentes. Assim, considere o caso de um
paciente que se apresenta em pronto atendimento com
quadro de contrações involuntárias, espasmódicas e
dolorosas em mãos, pés e face, sem demais queixas,
apresentando pressão arterial de 120 x 80 mmHg,
frequência cardíaca de 110 bpm e frequência respiratória
de 30 irpm. Assinale a alternativa que melhor represente
o distúrbio acidobásico do paciente.
Para estabelecer relações de causalidade, assinale o desenho de estudo que é considerado o mais apropriado
para investigar a relação entre fatores de risco e a taxa
de transtornos mentais em uma população ao longo do
tempo.
Segundo o DSM-5-TR (APA, 2022), os transtornos do
neurodesenvolvimento são um grupo de condições com início no
período de desenvolvimento. Os distúrbios, geralmente,
manifestam-se no início do desenvolvimento, muitas vezes antes
de a criança entrar na escola, e são caracterizados por déficits
de desenvolvimento ou diferenças nos processos cerebrais que
produzem prejuízos no funcionamento pessoal, social,
acadêmico ou ocupacional.
Em relação à Epidemiologia dos transtornos do
neurodesenvolvimento, assinale a alternativa correta.
O consumo de crack se transformou, nos últimos vinte e cinco anos,
em um dos principais problemas de saúde pública em diversos
países do mundo; entre os quais, o Brasil. A respeito dos aspectos
clínicos e epidemiológicos do consumo de cocaína e crack, assinale
a opção correta.
O suicídio é um fenômeno humano complexo e universal, considerado pela filosofia
existencialista como a discussão mais séria que se poderia ter, ocupando o terceiro lugar como
causa mais frequente de óbito entre pessoas com idade entre 15 e 34 anos. Sobre este processo
radical de autodestrutividade humana, assinale a resposta INCORRETA.
Embora a política de saúde mental moderna tenha
alcançado avanços notáveis, a ênfase predominante em
abordagens farmacológicas frequentemente obscurece
alternativas valiosas. A concepção equivocada de que
estratégias exclusivamente medicamentosas são
suficientes para abordar as complexidades das
condições mentais subestima a eficácia de intervenções
psicossociais e a importância da participação
comunitária.