O jornalismo impresso seguiu uma série de inovações
contínuas ao longo dos séculos. Uma delas foi a implantação do lead, no Brasil, nos anos 1950. Antes do formato
da “pirâmide invertida”, com destaque para o primeiro parágrafo, o recurso textual mais utilizado era o seguinte:
Luiz Amaral, em seu livro Jornalismo, Matéria de Primeira Página (Tempo Brasileiro, 2008, p. 45), diz que a reportagem desfruta um lugar especial no conceito dos profissionais de mídia. Conjuga investigação, interpretação e qualidade de estilo. Acerca de reportagem, julgue os itens que se seguem.
O livro Os Sertões, de Euclides da Cunha, sobre a Guerra dos Canudos, é um clássico da literatura brasileira e tem origem em reportagens publicadas pelo autor no jornal O Estado de S.Paulo.
A crônica jornalística é um gênero textual presente em
jornais, revistas e mídias digitais, caracterizado pela sua
linguagem informal e pela abordagem de temas cotidianos,
muitas vezes com um tom pessoal e reflexivo. A estrutura
típica de uma crônica jornalística é definida por
Tal como é produzida no Brasil, caracteriza-se por ser uma composição breve publicada em jornal e revista que, embora relacionada com a atualidade, possui elementos poéticos e ficcionais. Ela pode, assim, refletir de maneira poética, e às vezes irônica, o imaginário coletivo presente no cotidiano de nossas vidas. Entretanto, como não quer ser uma mera reprodução dos fatos, usa recursos próprios da literatura para expressar-se: diálogos, alegorias, versos, personagens típicos, metáforas, analogias. (http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_RossettiV argas.pdf)
O gênero jornalístico de que trata esse texto chama-se
A crônica é um texto curto, de gênero narrativo, produzido,
geralmente, para os meios de comunicação. São textos que
estão extremamente ligados ao contexto em que são produzidos.
Em uma visão jornalística, a crônica é definida por:
Julgue os itens subsequentes, a respeito dos conceitos de gêneros jornalísticos.
Crônica, formato genuinamente brasileiro, é o texto produzido sob a forma de uma conversa aparentemente sem relevância, em tomo de questões secundárias, como uma trégua à vida social.
Há muitos pontos em comum na redação de matérias jornalísticas destinadas às revistas semanais, aos jornais diários e aos noticiários de TV. Existe, porém, uma prática condenada em dois desses meios de comunicação e aceita em apenas um. Tal prática consiste em