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1

457941201721445
Ano: 2024Banca: FURBOrganização: SED-SCDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Ramos da Linguística | Introdução à Linguística
Read the following sentences:


"I'm surprised at how quickly they demolished the house. It's unbelievable that they can undo something so big in the blink of an eye".


Identify the morphological processes in the words "I'm", "quickly" and "undo", respectively:
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2

457941201819932
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: Prefeitura de Padre Bernardo - GODisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística | Análise Discursiva
Texto associado
Nesse sentido, ao investigar e ao transpor para o ensino a oralidade de modo mais geral ou um gênero oral em específico, é essencial contemplar os vários sistemas e explorar como eles impactam na construção dos sentidos dos textos e dos discursos.

MAGALHÃES, T. G.; BUENO, L.; STORTO, L. J.; COSTA-MACIEL, D. A. G. Um decálogo para a inserção da oralidade na formação docente. Veredas – Revista de Estudos Linguísticos, v. 26, n. 1, 2022. [Adaptado].
Os alunos precisam ter consciência do modo como os recursos dos textos orais impactam na produção dos sentidos. Diante disso, o professor precisa
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3

457941201563803
Ano: 2025Banca: UEMOrganização: UEMDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
次の言葉の使い方として最も適当なものを 1、2、3、4、5 の中から一つ選んだあと A、B、C、D、E の中から正しい 順番を一つ選びなさい。



(1)めくる


1.彼は新しい情報を探しながら、熱心にページをめくっている。

2.その問題をめくるために、解決策を考える必要がある。

3.封筒に書類を入れ、開かないように丁寧にのりでめくっておいた。

4.彼の態度をめくって、全く違う人になった。

5.彼の感情をめくってみたかった。


(2)急激


1.急激な成長により、会社は多くの新しいスタッフを採用した。

2.急激なダイエットは健康に悪い。

3.彼は気が強くて急激な性格だ。

4.急激にリラックスした音楽が流れてきた。

5.彼の急激な優しさに戸惑った。


(3)鮮明


1.次回のセミナーの開催日はまだ鮮明に決まっていない。

2.いつもこの音楽を聞くと鮮明に感じられる。

3.その映画の映像は鮮明すぎて、目が痛くなった。

4.その時の様子を鮮明に思い出した。

5.この小説は鮮明で面白かった。
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4

457941201162637
Ano: 2012Banca: FADESPOrganização: Prefeitura de Castanhal - PADisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
O termo linguagem, em sentido restrito, designa o(a) 
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5

457941202062253
Ano: 2010Banca: Fundação CETAPOrganização: AL-RRDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
Saussure, mestre de genebra, tem seus conceitos expostos na obra “Curso de Lingüística Geral”, nela, estabelecem-se diferenças entre língua e fala. Das alternativas seguintes, qual NÃO é correta em relação aos conceitos lingüísticos:
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6

457941200525470
Ano: 2024Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Caçapava - SPDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística | Tipos de Gramática: Normativa, Funcional, Descritiva e Gerativa
Os funcionalistas (adeptos do Funcionalismo) acreditam que nenhuma sentença ou nenhum texto da língua usada pelos falantes são produzidos aleatoriamente, sem uma função comunicativa. Assim, a gramática é compreendida como algo que pode ser moldado por qual dos fatores a seguir.
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7

457941201544074
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: Prefeitura de Padre Bernardo - GODisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística | Análise Discursiva
Texto associado
Os modalizadores são as marcas linguísticas responsáveis pela sinalização da atitude do sujeito falante em relação a seu próprio enunciado. Os principais tipos de modalidades apontados pela Lógica são a indicação de necessidade ou possibilidade, certeza ou incerteza, obrigatoriedade ou não-obrigatoriedade. Cada tipo de modalizador linguístico, produz um efeito de sentido e expressa uma determinada intenção por parte do autor.

KOCH, I. V. Introdução à linguística textual: trajetória e grandes temas. São Paulo: Contexto, 2015.
Fenômeno discursivo presente tanto nas manifestações escritas quanto nas manifestações orais da linguagem, os modalizadores são boas ferramentas para o trabalho pleno com o texto em sala de aula, porque
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8

457941201699270
Ano: 2019Banca: UPENET/IAUPEOrganização: Prefeitura de Petrolina - PEDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
Texto associado


A língua que nos separa 


(01) Dia desses, no Facebook, o linguista português Fernando Venâncio desabafou: “Poucas coisas me irritam tanto como o antibrasileirismo primário e militante que encontro por estas paragens”. Referia-se ao antibrasileirismo linguístico, marca bandeirosa da cultura lusitana.


(02) Qualquer escritor brasileiro que tenha lançado livros em Portugal nas últimas décadas (sou um desses) sabe o que Venâncio quer dizer. As portas que Jorge Amado escancarou de par em par no século passado se fecharam em algum momento sobre corredores cada vez mais estreitos e labirínticos.


(03) Sim, é claro que muitos editores, críticos, jornalistas e outros portugueses esclarecidos insistem em furar com brio essas defesas. Infiltrando-se nas brechas, porém, os brasileiros que se expressam por escrito logo se veem escalados pelos leitores comuns d’além-mar como representantes de uma versão menor, tosca e corrompida da língua “deles”. 


(04) Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o português brasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente de poucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”.


(05) Eu prefiro o adjetivo “triste”. Assustador é constatar que um antibrasileirismo tão pimpão e ignorante quanto o luso viceja aqui também. Como reclamar do insulto de nos negarem em terra estrangeira o direito de gozar livremente de algo tão pessoal e profundo quanto a língua materna, sem ouvir sermões abestalhados sobre algum ideal platônico de gramática? Negamos a mesma coisa por conta própria, o que é bem pior.


(06) Parte dessa dissonância é comum às línguas imperiais. A relação de amor e ódio entre o inglês britânico e o americano é tema do recém-lançado “The Prodigal Tongue” (A língua pródiga), de Lynne Murphy, linguista americana que mora e leciona na Inglaterra. Ela identifica em seus compatriotas um “complexo de inferioridade verbal” e, nos britânicos, o que chama de “amerilexofobia”, a versão esnobe a americanismos.


(07) Nada tão diferente assim do que se vê no universo da língua portuguesa ou da espanhola. Ex-colônias crescidinhas e ex-impérios em queda vão sempre se emaranhar em teias complicadas de amor e ódio, admiração e desprezo. Contudo, vale atentar para a diferença que Venâncio, repetindo no post-desabafo o que já defendeu em livros, aponta entre os projetos linguístico-coloniais de Lisboa e de Madri.


(08) “No Brasil, Portugal abandonou a língua portuguesa à sua sorte. E ainda bem! Pense-se na uniformidade lexical, gramatical e ortográfica que a Espanha impõe como ideal à América de fala espanhola”, escreve o linguista, concluindo que “o Português Brasileiro pôde desenvolver em invejável liberdade a sua norma, e vive bem nela”.


(09) O texto termina exigindo, ainda que de forma jocosa, gratidão: “E venha daí um ‘obrigadinho’ a este Portugal que, oh felicidade, nunca teve um projecto linguístico, nem cultural, para o seu Império”.


(10) Muito bem, mas não estou tão certo de que o deus-dará cultural seja algo que devemos agradecer. Seria necessário investigar primeiro até que ponto se funda nele a ridícula autoestima linguística que leva o brasileiro médio a situar nosso português três degraus abaixo do português europeu, e este, pelo menos sete palmos abaixo do inglês. Sérgio Rodrigues Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.

Sérgio Rodrigues

Escritor e jornalista, autor de “O Drible” e “Viva a Língua Brasileira”.


COMENTÁRIOS


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1. O brasileiro está cada vez mais distante da língua portuguesa (ou do português brasileiro); basta ler o que se escreve nos jornais, revistas e em qualquer outro meio que se utiliza da língua escrita. Lê-se pouco, fala-se muito e agride-se demais a Última Flor do Lácio. (José Pucci)

2. Como defender o idioma português usando termos como "fake news"? (Jose Campos)

3. Recentemente vi o Paul McCartney num vídeo dizendo da reação de seu pai, ao ouvir o refrão ie, ie, ie em uma de suas músicas, quando ainda iniciava sua carreira. O velho achou que havia muitos "americanismos" desse tipo e aconselhou mudar para yes, yes, yes, pronunciando bem o "s". Nunca saberemos o que seriam dos Beatles se o conselho tivesse sido obedecido.


(José Cláudio) Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2018/07/a-lingua-que-nos-separa.shtml Acesso em: 10/11/2018. Adaptado. 

Releia o parágrafo a seguir.


Nas palavras de Venâncio, há em Portugal uma “desavergonhada altanaria perante os pretensos ‘erros’ de que o portuguêsbrasileiro estaria inçado”. O linguista vê esse sentimento integrado ao senso comum, cultivado por “gente visivelmente depoucas letras, e poucas luzes”. Refere-se a ele como “assustador”.


No referido trecho, o discurso de um brasileiro se entrelaça ao de um português. Para distinguir um discurso do outro, oleitor tem a sua disposição as seguintes marcas linguísticas: 



1. expressão introdutora do discurso alheio: Nas palavras de Venâncio;

2. aspas que separam o discurso citante do discurso citado;

3. vocabulário ‘diferente’ do comumente empregado no Brasil: altanaria  ➜ soberba; inçado    ➜ coberto;

4. flexão do termo “pouco”: poucas letras, poucas luzes.


São marcas linguísticas que distinguem um discurso do outro:
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9

457941201626041
Ano: 2020Banca: INSTITUTO AOCPOrganização: Prefeitura de Betim - MGDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
Texto associado

Leia o excerto a seguir e responda à questão.

“... o dialogismo é o modo de funcionamento real da linguagem, é o princípio constitutivo do enunciado. Todo enunciado constitui-se a partir de outro enunciado, é uma réplica a outro enunciado. Portanto, nele ouvem-se sempre, ao menos, duas vozes. Mesmo que elas não se manifestem no fio do discurso, estão aí presentes. Um enunciado é sempre heterogêneo, pois ele revela duas posições, a sua e aquela em oposição à qual ele se constrói.”

(FIORIN, 2011, p.16)

Ao afastar o falante de sua dimensão social e histórica, tem-se uma visão monológica de língua, voltada para si mesma, formalista, valorizando-se apenas o seu funcionamento interno. A concepção de linguagem desenvolvida por Bakhtin, ao contrário, deve considerá-la como fenômeno socioideológico, determinado pelo contexto. De acordo com o pensamento bakhtiniano, portanto, é correto afirmar que
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10

457941201858952
Ano: 2025Banca: MS CONCURSOSOrganização: Prefeitura de Santana de Parnaíba - SPDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística
Em relação à língua, linguagem, variações linguísticas, leia as alternativas, coloque (V) verdadeira ou (F) falsa e evidencie a alternativa devida.


( ) Ao ouvir a palavra “árvore”, você reconhece os sons que a formam. Esses sons se identificam com a lembrança deles que está presente em sua memória. Essa lembrança constitui uma verdadeira imagem sonora, armazenada em seu cérebro – é o significante do signo “árvore”.

( ) Ao ouvir a palavra “árvore”, você logo pensa num “vegetal lenhoso cujo caule, chamado tronco, só se ramifica bem acima do nível do solo, ao contrário do arbusto, que exibe ramos desde junto ao solo”. Esse conceito, que não se refere a um vegetal particular, mas engloba uma ampla gama de vegetais, é o significado do signo “árvore”, também se encontra armazenado em sua memória.

( ) Diversos fatores podem originar variações linguísticas: geográficos, sociais, profissionais, situacionais.

( ) Quando o uso da língua abandona as necessidades práticas do cotidiano e passa a incorporar preocupações estéticas, surge a língua literária.
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