João, prefeito municipal, celebrou contrato administrativo com a
sociedade empresária Alfa, cujo sócio-administrador é seu irmão.
Exercendo o chamado controle social da administração pública, o
cidadão José reuniu documentos que revelam que tal
contratação atentou contra a moralidade administrativa, eis que
burlou as regras previstas na lei de licitação e teve valor
superfaturado, tudo com o objetivo de favorecer o irmão do
prefeito.
Na hipótese em tela, já sabendo que o caso ensejará ampla
instrução probatória, visando à anulação do contrato
administrativo celebrado, José deverá manejar:
Um cidadão ajuizou ação popular para obter a invalidação de ato
administrativo que reputava lesivo ao patrimônio público.
Contudo, antes mesmo que os autos fossem à conclusão para fins
de juízo positivo de admissibilidade da demanda, o autor
manifestou desistência da ação, aludindo, inclusive, à existência
de poderes especiais para tanto, que havia outorgado ao seu
advogado no instrumento de mandato.
Cidadão brasileiro propõe ação popular em face de diversos réus. Regularmente processada, a demanda é julgada parcialmente procedente para que os réus ressarçam
o erário dos prejuízos causados, mas não na extensão
pleiteada pelo autor. Regularmente intimadas, as partes
não interpõem recurso de apelação. Diante desse quadro, deve o juiz
A Administração Pública, por meio da autoridade
competente, sem observar a lei geral de
licitação, resolveu contratar diretamente empresas
para realizar obras de engenharia em vários
prédios públicos, bem como para demolir vários
outros prédios tombados. A finalidade da obra era
atender a fins particulares em detrimento do interesse
público, configurando ato lesivo ao patrimônio
e à moralidade administrativa. Diante da
ilegalidade do ato, a obra poderá ser impugnada
em juízo, por qualquer cidadão, por meio de:
A respeito da ação popular e da ação civil pública, assinale a
opção correta, à luz do Código de Processo Civil e da
jurisprudência dos tribunais superiores.
Nos moldes alinhados pela Constituição da República Federativa do Brasil, qualquer cidadão é parte
legítima para propor ação popular, havendo como finalidade:
A respeito do mandado de segurança, da ação popular e da ação de
improbidade administrativa, julgue o item subsequente.
De acordo com o STJ, o juiz pode determinar, na ação popular,
a anulação do ato lesivo ao patrimônio público, sendo-lhe
vedado, entretanto, determinar o ressarcimento, o que exige
instrução probatória em processo de conhecimento.