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457941202048380
Ano: 2019Banca: UECE-CEVOrganização: UECEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento

“É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre mas também o de que intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar.”



                                             FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, p. 76-77.



O trecho acima apresenta uma visão acerca da história, que pode ser associada à concepção

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457941200790985
Ano: 2019Banca: UECE-CEVOrganização: UECEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento

“[É] uma coisa bem notável que não haja homens [...] que não sejam capazes de arranjar em conjunto diversas palavras e de compô-las num discurso pelo qual façam entender seus pensamentos; [...] os homens que, tendo nascido surdos e mudos, são desprovidos dos órgãos que servem aos outros para falar, [...] costumam inventar eles próprios alguns sinais, pelos quais se fazem entender por quem, estando comumente com eles, disponha de lazer para aprender a sua língua.

”DESCARTES, R. Discurso do método, V.

A passagem acima informa sobre a relação entre pensamento e linguagem no racionalismo moderno. Sobre essa relação,pode-se afirmar corretamente que

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3

457941200798047
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDU-ESDisciplina: FilosofiaTemas: Relação entre Linguagem e Pensamento | O Sujeito na Modernidade
Texto associado
As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática

A partir do texto acima e com relação a conhecimento e linguagem, julgue o item a seguir.


A intuição e a linguagem comum são um bom ponto de partida para o conhecimento, mas não são suficientes para provar um conhecimento científico teórico.

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4

457941200028829
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: Relação entre Linguagem e Pensamento | Teoria Política | Karl Marx: Teoria Política | O Sujeito na Modernidade
Emancipação é um dos conceitos centrais do marxismo.

Segundo o Dicionário do Pensamento Marxista, a frase que melhor define o conceito de emancipação para o pensamento marxiano é:
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5

457941202086499
Ano: 2025Banca: UFSMOrganização: UFSMDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento
Considere as expressões a seguir reproduzidas da obra “Quando dizer é fazer”, de John Austin (1990), e os contextos em que foram proferidas.


“Aceito (scilicet) esta mulher como minha legítima esposa” (no decurso de uma cerimônia de casamento).


“Batizo este navio com o nome de Rainha Elizabeth” (ao quebrar-se a garrafa contra o casco do navio).


De acordo com a teoria de John Austin, essas expressões são exemplos de atos de fala
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6

457941201526122
Ano: 2011Banca: UEMOrganização: UEMDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento
Texto associado
O filósofo alemão Nietzsche (1844-1900) procurou investigar a origem de nossos preconceitos morais através de uma análise da linguagem, como forma de criticar as tradições filosófica e religiosa ocidentais. Nietzsche afirma: “As diferentes línguas, coladas lado a lado, mostram que nas palavras nunca importa a verdade, nunca uma expressão adequada: pois senão não haveria tantas línguas. A “coisa em si” (tal seria justamente a verdade pura sem consequências) é também para o formador da linguagem inteiramente incaptável e nem sequer algo que vale a pena. Ele designa apenas as relações das coisas aos homens e toma em auxílio para exprimi-las as mais audaciosas metáforas” (NIETZSCHE, F.. Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral. In: Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 533). Sobre o pensamento de Nietzsche, assinale o que for correto. 
A palavra tem origem em uma vivência primitiva e individual.
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7

457941201164449
Ano: 2024Banca: IF-MGOrganização: IF-MGDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento

Nas Investigações Filosóficas, Wittgenstein desenvolve uma nova forma de compreender a linguagem, não como determinada pela relação entre linguagem e mundo, mas como uma atividade contextualizada em práticas estabelecidas. Quando considera o ensino ostensivo de uma palavra, o austríaco sugere que o treino é uma parte fundamental desse ensino.


Segundo ele,



Na práxis do uso da linguagem (2), um parceiro enuncia as palavras, o outro age de acordo com elas; na lição de linguagem, porém, encontrar-se-á este processo: o que aprende denomina os objetos (Investigações 7).


In: WITTGENSTEIN, L. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.



Podemos inferir, a partir das Investigações de Wittgenstein que: 

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8

457941200408613
Ano: 2024Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento
     O primeiro grande modelo de teoria psicológica da linguagem que temos na modernidade é o Livro III do Ensaio acerca do entendimento humano, de John Locke. Pela primeira vez na modernidade, temos um livro inteiro dedicado ao processo de significação linguística. O argumento lockeano é: a necessidade que temos de entrar em acordo, de nos entendermos, leva à necessidade de criarem-se signos sensíveis capazes de comunicar nossos pensamentos, nossas ideias. Se fôssemos dotados de alguma faculdade que possibilitasse o acesso direto e imediato às ideias nas mentes de outros homens, não seria necessária a linguagem.

(Lúcio Lourenço Prado. Filosofia da linguagem, 2012. Adaptado.)


O argumento lockeano mencionado tem implicações no âmbito
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9

457941201487985
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDU-ESDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Métodos Modernos: Causalidade, Indução e Evidência | Relação entre Linguagem e Pensamento
Texto associado
A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper.A lógica das ciências sociais(com adaptações).
A partir do texto acima e acerca da questão do método e da objetividade nas ciências humanas, julgue o próximo item.

Karl Popper apresenta a crítica com base em elementos empíricos como um dos aspectos centrais da racionalidade nas ciências sociais.
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10

457941200572059
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Relação entre Linguagem e Pensamento | Temas da Filosofia Contemporânea
No prefácio ao seu livro Investigações Filosóficas, Ludwig Wittgenstein analisa a evolução do seu pensamento em relação à sua obra anterior, o Tractatus LogicoPhilosophicus, e pondera que “teve de reconhecer graves erros” nesse trabalho anterior. Analise as afirmativas abaixo, marcando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.


( ) Tanto nas Investigações Filósoficas quanto no Tractatus LogicoPhilosophicus, Wittgenstein acredita que os filósofos se equivocam por tentarem enunciar mais do que proposições das ciências naturais.

( ) A noção de “jogos de linguagem”, desenvolvida nas Investigações Filosóficas, rejeita a ideia do Tractatus Logico-Philosophicus de que proposições ou pensamentos são retratos da realidade.

( ) Nas Investigações Filósoficas, o conceito de “semelhança de família” reitera um ceticismo quanto às aspirações para a metafísica que já estava presente no Tractatus Logico-Philosophicus.

( ) A ideia de que o significado de uma palavra é determinado pelo seu uso é uma inovação das Investigações Filosóficas.

( ) Nas Investigações Filosóficas, Wittgenstein preserva a convicção, primeiro expressa no Tractatus Logico-Philosophicus, de que as respostas para as questões filosóficas devem ser encontradas através do estudo ou análise da linguagem.


A sequência correta, de cima para baixo, é
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