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457941200439626
Ano: 2023Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Conchas - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Substantivos | Morfologia | Advérbios | Artigos | Adjetivos | Preposições
Texto associado
Os sinais que indicam que seu cachorro pode sofrer de ansiedade

Animais não humanos possuem a capacidade de ter sentimentos e, portanto, podem manifestar comportamento intencional. Temos a tendência de imaginar que a alegria, o medo e a tristeza são emoções exclusivas dos seres humanos. Mas a ciência está descobrindo, pouco a pouco, que esta afirmação é totalmente incorreta. No dia 7 de julho de 2012, um grupo internacional de neurocientistas se reuniu na cidade de Cambridge, no Reino Unido, e elaborou a conhecida Declaração de Cambridge sobre a Consciência. Resumidamente, os especialistas determinaram que a nossa espécie não é a única a possuir as bases neurológicas que geram a consciência. Em outras palavras, os animais não humanos possuem a capacidade de ter sentimentos e, portanto, podem manifestar comportamento intencional. Isso também se aplica à capacidade de vivenciar o sentimento, que é o tema deste artigo: a ansiedade. Tanto em cães quanto nas pessoas, a ansiedade é simplesmente uma forma de reação a certas situações problemáticas. Mas, quando ela supera certa intensidade ou ultrapassa a capacidade de adaptação, a ansiedade passa a ser patológica.

Sinais de alerta

Como podemos identificar se o nosso cachorro se encontra neste estado? Diferentes formas de comportamento indicam sua vontade de fugir da sensação de inquietação, nervosismo, insegurança e mal-estar. A ansiedade surge quando o cão tem a expectativa de que algo de ruim está para acontecer. Esta expectativa aciona o sistema nervoso simpático, responsável pelas reações do organismo diante de situações perigosas ou estressantes, fazendo com que o animal manifeste uma conduta intensa. Quando a ansiedade é patológica, os sintomas que podemos encontrar são: contínuo estado de alerta, hiperatividade, lambedura excessiva, queda de pelo, problemas digestivos, uivos, tremores, gemidos, latidos em excesso, medo exagerado, agressividade e comportamentos destrutivos, que podem aumentar quando os cães ficam sozinhos. As situações capazes de provocar essa ansiedade patológica também são diversas: medo de ficar sozinho, de barulhos como fogos de artifício, de tempestades ou trânsito... qualquer incidente que supere sua capacidade de adaptação ou que seja frequentemente repetido pode desencadear ansiedade. Muitas vezes, estes são problemas gerados pela incompreensão humana das suas necessidades, como espécie e como indivíduo.

Diagnóstico e tratamento

Se prolongada, a ansiedade patológica pode causar doenças ao longo do tempo, como transtornos do sistema gastrointestinal, aumento da incidência de tumores ou alterações do sistema imunológico, sem falar do prejuízo à convivência entre as espécies. Soma-se a isso a nossa tristeza e frustração ao ver um animal de estimação sofrendo, sem saber como ajudá-lo. O primeiro passo para o tratamento da ansiedade, depois de diagnosticada pelo veterinário, é a terapia comportamental, conduzida por um etólogo, ou especialista em comportamento animal. Pode-se recorrer à administração de medicamentos se o caso específico exigir, também sob o controle do veterinário. Esta intervenção pode ser comparada à do psicólogo e do psiquiatra em seres humanos. O psicólogo é especialista em compreender o comportamento, enquanto o psiquiatra se dedica aos transtornos mentais e seu tratamento farmacológico. Embora cada caso tenha suas próprias particularidades, a terapia comportamental deve incluir os seguintes objetivos:

Reduzir os níveis de estresse do cachorro;

Ensiná-lo a administrar situações problemáticas;

Oferecer recursos para que ele se acalme;

Reduzir sua sensibilidade aos sinais precursores da ansiedade. O animal pode interpretar nossas ações de pegar as chaves, vestir o casaco ou calçar os sapatos, por exemplo, como o passo anterior a ficar sozinho. Devemos esclarecer a ele que isso não significa, necessariamente, que vamos partir;

Atribuir ao cão uma função clara dentro da família. Precisamos fazer atividades com ele para que se sinta integrado, como brincar ou sair para passear, de modo que o cachorro e o dono se divirtam;

Fazer com que o cão tenha independência social. Ou seja, não podemos estar o tempo todo com ele, nem resolver todos os seus problemas.

Se o processo de aprendizado for difícil porque os níveis de ansiedade são altos demais ou devido a circunstâncias específicas do animal, é preciso complementar o processo com medicamentos. Pode ser conveniente recorrer aos remédios, por exemplo, quando o cachorro sente ansiedade ao ficar sozinho e, como seus responsáveis trabalham, ele precisa ficar pelo menos oito horas sem companhia. O cão não pode ficar em um estado contínuo de angústia. É preciso também entender que, da mesma forma que na nossa espécie, há circunstâncias que geram estresse prolongado — que levam ao "estado de ansiedade" — e perfis que são mais ansiosos por natureza, o chamado "traço de ansiedade". A busca das causas da angústia patológica e seu controle não deve se restringir ao controle das consequências com o uso de medicamentos, mas também melhorar a atenção que oferecemos a eles como seres sensíveis, sociais e que precisam de atividades adequadas para cada indivíduo.
 G1

Considere o excerto "O cão não pode ficar em um estado contínuo de angústia." Em relação às classes gramaticais, as palavras "o", "não", "em", "contínuo" e "angústia" são, respectivamente:
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2

457941201031832
Ano: 2015Banca: UNA ConcursosOrganização: Prefeitura de Flores da Cunha - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Preposições | Artigos | Morfologia
Texto associado
OBS: Não serão exigidas as alterações introduzidas pelo Decreto Federal 6.583/2008 - Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, alterado pelo Decreto nº 7.875/2012 que prevê que a implementação do Acordo obedecerá ao período de transição de 1° de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2015, durante o qual coexistirão a norma ortográfica atualmente em vigor e a nova norma estabelecida.". 

                                        Pitangueira inspiradora 

      As árvores daquele bosque tornavam o residencial ainda mais atraente e harmonioso. Em pouco tempo, a pitangueira passou a mesclar o verde das folhas com vários tons de vermelho das frutinhas. Os pássaros sentiam-se em casa, como que num grande refeitório. As duas meninas, Luisa e Mariana, gostavam de brincar no bosque. Naquela manhã, sem nenhum ruído estrondoso, _________ uma fantástica ideia: colher pitangas e vender aos moradores. Colhidas as frutas, tocaram …...... campainha dos apartamentos: três pitangas por um real. Os rendimentos seriam destinados ao Projeto Mão Amiga, que _________ crianças em situação de vulnerabilidade social.

      Senti uma grande emoção quando recebi um saquinho com as moedas arrecadadas com a comercialização das pitangas. Um gesto que ultrapassou a quantidade para elevar a solidariedade. Pensei comigo: o mundo não está perdido, como alguns pensam. Quando crianças de sete anos colhem algumas frutinhas para ajudar outras crianças, em situação menos favorável, a esperança de um mundo novo deixa de ser distante e anônima. Nem os pais sabiam do incrível plano de ação fraterna. A alegria contagiou os presentes. O fato não sai da lembrança. Um aprendizado e tanto.

      Toda vez que meus olhos alcançarem uma pitangueira recordarei do doce coração das duas meninas que comercializaram pitangas, para auxiliar outras crianças em situação social desfavorável. Onde está alguém fazendo o bem, a emoção se torna incontida. Evidente que esses gestos deveriam estar multiplicados nos diversos ambientes de convivência humana. Afinal, a bondade nunca deixou de ser significativa. Talvez os humanos andaram um tanto esquecidos de tal prática. Aprender com as crianças é alcançar a essência.

      Nem todos levam jeito para comercializar pitangas. Porém, todos podem usar da criatividade que é inerente …...... bondade. Faz bem fazer o bem. Se não …...... nada para ser ofertado, ainda assim restam muitas opções: escutar quem necessita desabafar, abraçar quem já não tem motivos para continuar a caminhada, sorrir para quem foi tomado pela tristeza, acolher quem está sem rumo, amar quem nunca provou da gratuidade do amor. Antes que a pitangueira _________ novamente, é importante dar-se conta que somente um coração de criança é capaz de entender que a fraternidade é possível e que a solidariedade é um fruto encontrado em todas as estações. 

         (Frei Jaime Bettega – Jornal Correio Riograndense – 18/11/2015 – adaptado)
Assinale a frase abaixo, cuja palavra grifada contempla um artigo indefinido:
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3

457941201809293
Ano: 2023Banca: IVINOrganização: Prefeitura de Valença do Piauí - PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Artigos | Morfologia
“Só lhes era permitido fazer compras das três às cinco e, mesmo assim, apenas em lojas que tivessem uma placa com os dizeres: loja israelita”. De acordo com a frase em questão, há quantos artigos? 
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4

457941200281574
Ano: 2022Banca: Instituto UniFilOrganização: Prefeitura de Lidianópolis - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Conjunções | Artigos | Morfologia dos Pronomes | Morfologia
Texto associado
Leia o texto para responder a questão.

Quanto custa carregar um carro elétrico?

Por Paulo Amaral

   Como cada empresa fornecedora de energia cobra uma tarifa diferente no Brasil, vamos adotar como padrão o valor do kilowatt/hora praticado em São Paulo em fevereiro de 2022 pela Enel: R$ 1,304, com impostos inclusos. Também para efeitos de padronização, o carro será o elétrico mais vendido do Brasil em 2021, o Nissan Leaf.   
     Capacidade da bateria
    Antes de mais nada, para saber quanto custa carregar um carro elétrico em casa é necessário se informar sobre qual a capacidade da bateria do modelo que você tem na garagem — algo que, convenhamos, normalmente você sabe desde que comprou o veículo. Para quem não tem um carro elétrico, mas está pensando em comprar um, a informação é preciosa. O Nissan Leaf, por exemplo, tem uma bateria de 40 kWh.
     Autonomia do carro
    Outro ponto fundamental para entender o quanto custa carregar um carro elétrico é saber qual a autonomia dele. Ou seja: quantos quilômetros ele vai rodar por carga completa. Quanto mais ele rodar, menos vezes você terá que carregar e, consequentemente, menos irá gastar. O Nissan Leaf tem autonomia de 270 quilômetros em seu ciclo WLTP, padronizado pela União Europeia e adotado na maior parte dos países do mundo como referência, inclusive no Brasil. Então nossas contas serão baseadas nele.
     Potência do carregador
  Existem diversos tipos de carregadores, mas, mais uma vez para efeitos de padronização, faremos o cálculo de quanto custa carregar um carro elétrico em casa com base na potência de um dos mais comuns, que é vendido tanto pela Nissan como por outras marcas. O carregador em questão fornece capacidade de carga de 7 kWh. Portanto, para carregar completamente a bateria de um Nissan Leaf, que é de 40 kWh, seriam necessárias 6 horas (arredondando, pois é um pouco menos, na verdade) com o carro plugado à fonte de energia.
    Matemática pura
    Agora chegou a hora de pegar a calculadora e seguir com as contas. Sabendo que a bateria é de 40 kWh, o carregador de 7 kWh e o tempo de carga completa de aproximadamente 6 horas, qual custo isso gerará ao dono do carro a cada ciclo? Vamos usar a boa e velha matemática para saber o consumo equivalente entre carros elétricos e a combustão. O primeiro passo é saber qual o gasto do Nissan Leaf a cada 100 quilômetros e, a partir daí, encontrar o valor exato de kWh que ele gasta a cada carga. A regra de três é simples: 40 kWh (capacidade da bateria)/x = 270 km (autonomia total) /100. Isso significa que “x” é igual a 4.000 / 270, que resulta em um gasto de 14,81 kWh a cada 100 quilômetros rodados. Agora ficou fácil, né? Se 14,81 kWh é o gasto a cada 100 quilômetros, em 270km, que é a autonomia total, o gasto em kWh é de 39,98 kWh. Como cada kWh em São Paulo custa R$ 1,304, o custo por carregar um Nissan Leaf e rodar 270km é de R$ 52,13. Vale lembrar que o litro da gasolina, em média, está na casa dos R$ 6 na capital paulista. Como um carro similar ao Nissan Leaf tem tanque com capacidade de 50 litros, o custo de abastecimento seria de R$ 300 por tanque, quase seis vezes maior do que o dono de um carro elétrico gasta.
     Carregadores públicos e ultrarrápidos
    Para finalizar, faltou abordar as opções para quem tem carro elétrico, mas não quer (ou não gosta) de carregar o veículo na rede da própria residência. Para você que se encaixa neste perfil, há opções disponíveis e um cenário animador pela frente. Alguns dos principais shoppings e supermercados da cidade de São Paulo (e de outras cidades do Brasil) contam com uma rede de carregadores públicos, mais potentes do que os instalados nas residências, mas que ainda exigem um bom tempo para fazer a carga completa do carro. Nesses casos, o único gasto do cliente será com o estacionamento, que normalmente é cobrado após um certo período de permanência no local. A gratuidade dos centros comerciais em relação ao uso dos carregadores elétricos, na verdade, não é “bondade”. Ela é praticada porque a legislação brasileira, ao menos por enquanto, não permite que empresas, exceto as fornecedoras de energia (como a Enel) cobrem qualquer tipo de taxa. Há projetos, no entanto, para que a regulamentação seja alterada em breve. Há também, ainda de forma embrionária, estações de carregamento ultrarrápido disponíveis. A Movida, locadora de veículos, por exemplo, fechou uma parceria com a Nissan e a Zletric e inaugurou, na Marginal Tietê, uma estação que conta com 11 carregadores rápidos e ultrarrápidos. Apesar de a recarga também ser gratuita, por lá ela é exclusiva para clientes da locadora ou para proprietários do Nissan Leaf. Estes poderão carregar o carro em apenas 40 minutos, e sem gastar um único centavo.

Disponível em https://canaltech.com.br/carros/quanto-custa-carregar-um-carroeletrico-209077/
Analise: “Estes poderão carregar o carro em apenas 40 minutos, e sem gastar um único centavo.” E assinale a alternativa correta. 
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5

457941200261175
Ano: 2023Banca: IGEDUCOrganização: Prefeitura de Tupanatinga - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia | Artigos

Julgue o item subsequente.


É obrigatório o uso do artigo antes de nomes próprios de pessoa, como em “A Júlia esteve presente no evento”. 

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6

457941201201744
Ano: 2016Banca: IBFCOrganização: EMDEC - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Preposições | Morfologia | Artigos
Texto associado
                                      Aprendendo a pensar
                                                          (Frei Beto)

  Nosso olhar está impregnado de preconceitos. Uma das miopias que carregamos é considerar criança ignorante. Nós, adultos, sabemos; as crianças não sabem.
  O educador e cientista Glenn Doman se colocou a pergunta: em que fase da vida aprendemos as coisas mais importante que sabemos?
  As coisas mais importantes que todos sabemos é falar, andar, movimentar-se, distinguir olfatos, cores, fatores que representam perigo, diferentes sabores etc. Quando aprendemos isso? Ora, 90% de tudo que é importante para fazer de nós seres humanos, aprendemos entre zero e seis anos, período que Doman considera “a idade do gênio”.
  Ocorre que a educação não investe nessa idade. Nascemos com 86 bilhões de neurônios em nosso cérebro. As sinapses, conexões cerebrais, se dão de maneira acelerada nos primeiros anos da vida.
  Glenn Doman tratou crianças com deformações esqueléticas incorrigíveis, porém de cérebro sadio. Hoje são adultos que falam diversos idiomas, dominam música, computação etc. São pessoas felizes, com boa autoestima. Ao conhecer no Japão um professor que adotou o método dele, foi recebido por uma orquestra de crianças; todas tocavam violino. A mais velha tinha quatro anos...
  Ele ensina em seus livros como se faz uma criança, de três ou quatro anos, aprender um instrumento musical ou se autoalfabetizar sem curso específico de alfabetização. Isso foi testado na minha família e deu certo. Tenho um sobrinho- neto alfabetizado através de fichas. A mãe lia para ele histórias infantis e, em seguida, fazia fichas de palavras e as repetia. De repente, o menino começou a ler antes de ir para a escola.
[...]

(Disponível em: http://www.domtotal.com/colunas/detalhes.
Dhp?artld=5069. Acesso em 27/12/15, adaptado)
O vocábulo “a” que está presente no título possui a mesma classificação morfológica do que se encontra destacado em:
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7

457941201603286
Ano: 2019Banca: ADM&TECOrganização: Prefeitura de Sertânia - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Artigos | Recursos Estilísticos | Análise Textual | Morfologia
Leia as afirmativas a seguir:

I. Os artigos indefinidos determinam os substantivos de maneira vaga. Por exemplo: Eu comprei um carro.
II. Ao trocar o termo “morreu” por “foi para o céu“, configura-se um eufemismo.

Marque a alternativa CORRETA:
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8

457941201862440
Ano: 2010Banca: PaqTcPBOrganização: Prefeitura de Patos - PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Artigos | Morfologia
Considerando seu uso em um texto, oral ou escrito, os artigos servem para sinalizar
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9

457941201798805
Ano: 2015Banca: SHDIASOrganização: IMADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Artigos | Morfologia dos Pronomes | Morfologia
Leia o trecho:
"Pode pensar o que quiser de mim, tinha de dizer. Você jura que não vai contar a ninguém? " Marque a opção que consta respectivamente a classe das palavras sublinhadas.
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10

457941201928768
Ano: 2019Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de São João do Oeste - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Artigos | Morfologia
Assinale a alternativa em que há artigo definido:
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