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No que concerne à literatura contemporânea no Brasil, assinale a alternativa correta.
Associe as obras da Literatura Brasileira aos períodos literários a que pertencem.
Coluna 1
1. Prosopopeia (Bento Teixeira).
2. Macunaíma (Mário de Andrade).
3. Cartas Chilenas (Tomás Antônio Gonzaga).
4. A Moreninha (Joaquim Manoel de Macedo).
5. Menino do Engenho (José Lins do Rego).
Coluna 2
( ) Romantismo (Prosa).
( ) Modernismo (Romance de 30).
( ) Modernismo (1ª Fase).
( ) Barroco.
( ) Arcadismo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
A partir de 1956, impôs-se, no Brasil, um movimento literário que constituiu uma das expressões vivas e atuantes de nossa vanguarda estética. Esta fase voltou-se para a valorização e a incorporação dos aspectos geométricos à arte (música, poesia, artes plásticas). Em 1952, teve seu marco inicial através da publicação da revista Noigrandes, fundada por três poetas: Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos. Bastante significativo, todavia, foi o surgimento do movimento da tropicália (1967), pois, com ele, começaram a existir maiores vínculos entre o grupo e o campo da música popular.
A esse respeito, leia, com atenção, os versos seguintes.
Asa
Caetano Veloso
Pássaro um
Pássaro pairando um
Pássaro momento um
Pássaro ar
Pássaro ímpar
Parou pousar
Parou repousar
Pássaro som
Pássaro parado um
Pássaro silêncio um
Pássaro ir
Pássaro ritmo
Passar voou
Passar avoou
Pássaro par
Pássaro par
Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir, observando aspectos associados à letra de "Asa", cujo autor é Caetano Veloso, poeta do Tropicalismo.
Essa composição musical apresenta afinidades estéticas entre o trabalho do seu autor e o grupo integrado por poetas ____________.
A canção se constrói sobre a _____________ da palavra "pássaro"
e pode ser associada a poemas desse movimento literário por seu
jogo ____________ e por sua estrutura ____________.
Texto para responder à questão.
D. Margarida tira os sapatos que lhe apertam os pés, machucando os calos.
– Não faz mal. Estou no camarote. Ninguém vê.
Mexe os dedos do pé com delícia. Agora sim, pode ouvir melhor o que ele está tocando, ele, o seu Gilberto. Parece um sonho… um teatro deste tamanho. Centenas de pessoas finas, bem vestidas, perfumadas, os homens de preto, as mulheres com vestidos decotados – todos parados, mal respirando, dominados pelo seu filho, pelo Betinho!
D. Margarida olha com o rabo dos olhos para o marido. Ali está ele a seu lado, pequeno, encurvado, a calva a reluzir foscamente na sombra, a boca entreaberta, o ar pateta. Como fica ridículo nesse smoking! O pescoço descarnado, dançando dentro do colarinho alto e duro, lembra um palhaço de circo.
(VERÍSSIMO, Érico. As mãos de meu filho. Rio de Janeiro: Meridiano, 1942. Fragmento.)