Agenda Legislativa da Confederação Nacional da Indústria - CNI
Desde que foi criada, em 1996, a Agenda Legislativa da Indústria é uma importante aliada na conquista de leis que ajudam a modernizar e aprimorar o ambiente de negócios brasileiro, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Há seis anos, a CNI reúne, na pauta mínima da agenda, o conjunto de propostas prioritárias para o setor que tramitam no Congresso Nacional, para sensibilizar os parlamentares brasileiros sobre temas que os industriais consideram fundamentais para as suas empresas e, consequentemente, para a nossa economia. Algumas das proposições merecem o apoio da indústria brasileira por buscarem benefícios como a redução da burocracia, a simplificação tributária e o estímulo ao investimento. Outras, pelo potencial de elevar os custos de produção e gerar insegurança jurídica, devem ser aprimoradas ou rejeitadas. O planejamento, elaboração, confecção e execução da Agenda Legislativa envolve, diretamente, quatro setores da CNI, que são: Gerência Executiva de Jornalismo (que coordena toda a execução dos trabalhos, pois a ela cabe a comunicação externa), Gerência Executiva de Relações Públicas, Gerência Executiva de Desenvolvimento e Gestão e a Gerência Executiva de Publicidade e Propaganda. No dia do lançamento, é realizado um grande evento na sede da entidade, em Brasília, com a presença do presidente do Congresso Nacional, parlamentares, assessores e jornalistas que cobrem o setor.
Em 2013, duas propostas incluídas na pauta mínima saíram do papel. São elas:
Nova Leis dos Portos
O novo marco regulatório do setor portuário foi aprovado em maio de 2013. A lei permitirá um novo ciclo de investimentos nos portos e avanços na gestão e eficiência dos terminais marítimos e fluviais.
Lucro presumido
A MP 612, editada em 4 de abril, atualizou de R$ 48 milhões para R$ 72 milhões o teto da receita bruta para enquadramento no regime de lucro presumido, possibilitando às empresas simplificar a apuração de seus tributos. Esse limite não era atualizado há 10 anos, período em que a inflação acumulada pelo IPCA alcançou 76,6%. O novo teto entrou em vigor em 1º de janeiro de 2014.
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta.
No que concerne à aplicação das tecnologias digitais na comunicação, julgue o item subsequente.
Ao definir a arquitetura a ser adotada em um portal
corporativo, o profissional de comunicação deve levar em
conta os interesses dos diferentes públicos que se relacionam
com a organização.
No que se refere ao trabalho voltado para a comunicação interna, julgue o item.
Para a otimização de recursos, aconselha‐se desenvolver
publicações que possam atingir simultaneamente os
públicos internos e externos, conciliando interesses e
representando uma redução de custos para as
organizações.
Em relação à comunicação nas organizações, julgue o item
a seguir.
A comunicação organizacional promove entre os integrantes
de uma organização e de suas redes informações acerca de
políticas, planejamentos, ações, coordenações, direções
e controles dessa organização.
Considerando que, no trabalho em publicações empresariais, deve-se pensar em algumas questões para a melhor execução dessa atividade, julgue os próximos itens.
I O trinômio organização-decisão-comportamento permite o fluxo vertical e horizontal, retratando o sistema integral da empresa e ajudando a organização interna.
II Para evitar a fragmentação das comunicações, o responsável pela publicação empresarial deve reunir todos os pontos de vista, dando aos departamentos e à comunidade um tratamento equânime.
III Para a produção de suas publicações, é imprescindível que a empresa possua um departamento responsável por serviços de diagramação, arte e revisão.
Com relação aos veículos de comunicação institucional, julgue os itens que se seguem.
Um informativo ou boletim privilegia a informação especializada e apresenta os pontos de vista da organização sobre um tema ou projeto, por meio de artigos, podendo ser impresso ou digital.
Julgue o item a seguir, a respeito do que deve ser considerado por um profissional de comunicação incumbido de estruturar o departamento de comunicação interna de uma empresa.
No referido setor, é fundamental a colaboração de jornalista
para redigir textos jornalísticos dirigidos a veículos
impressos e eletrônicos e analisar o que está em circulação
na mídia a respeito da empresa, para fins estratégicos.