Ícone Questionei
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logo Questioneiquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941202035469
Ano: 2017Banca: MS CONCURSOSOrganização: SAP-SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Substantivas | Sintaxe

“Não sei se poderei viajar nas férias”.


Neste período composto por subordinação, temos:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941200412347
Ano: 2016Banca: FAEPESULOrganização: Prefeitura de Araranguá - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Substantivas | Sintaxe
Texto associado
“Assim que Joãozinho chegou em casa, sua mãe perguntou:
- Oi, filho, como foi a aula hoje?
E o menino respondeu sem muito entusiasmo:
- Foi bem!
- Que bom! Tem certeza de que aprendeu tudo?
- Acho que não, mãe, amanhã vou ter que ir de novo.”
Em “Tem certeza de que aprendeu tudo?”, a classificação da oração sublinhada nesse período é:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941201068124
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEE-PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Orações Subordinadas Substantivas
Texto associado
Texto 10A1-I

    A discussão sobre um gênero neutro na linguagem deriva do uso do gênero gramatical masculino para denotar homens e mulheres (Todos nessa sala de aula devem entregar o trabalho.) e do feminino específico (Clarice Lispector é incluída pela crítica especializada entre os principais autores brasileiros do século 20.).
     Na gramática, o uso do masculino genérico é visto como gênero não marcado, ou seja, usá-lo não dá a entender que todos os sujeitos sejam homens ou mulheres — ele é inespecífico. Por ser algo cotidiano, é difícil pensar nas implicações políticas de empregar o masculino genérico, mas o tema foi amplamente discutido por especialistas como uma forma de marcar a hierarquização de gêneros na sociedade, priorizando o homem e invisibilizando a mulher. O masculino genérico é chamado, inclusive, de falso neutro.
    Entretanto, essa abordagem não é unânime no campo da linguística. Para muitos estudiosos, a interpretação sexista do masculino genérico ignora as origens latinas da língua portuguesa.
     No latim havia três designações: feminina, masculina e neutra. As formas neutras de adjetivos e substantivos no latim acabaram absorvidas por palavras de gênero masculino. A única marcação de gênero no português é o feminino. O neutro estaria, portanto, junto ao masculino.
    O Brasil não é o único país onde a linguagem neutra é discutida. Alguns setores acadêmicos, instituições de ensino e ativistas estadunidenses já consideram usar pronome neutro para se referir a todos, em vez de recorrer à demarcação de gênero binário.
    Especialistas avaliam que a modificação gramatical em línguas latinas pode ser muito mais complexa e custosa do que no inglês ou no alemão, em que já está em uso o gênero neutro, porque as línguas anglo-saxônicas em si já oferecem essa opção.
     Segundo especialistas, esse tipo de inovação é mais fácil de ocorrer no inglês, em que, com exceção daquelas palavras herdadas do latim, como actor (ator) e actress (atriz), a flexão de gênero não altera os substantivos e adjetivos. No caso do português, essa transformação não depende apenas da alteração de um pronome, porque a flexão de gênero afeta todo o sintagma nominal. Assim, a flexão de gênero é demarcada pela vogal temática a ou o (como em pesquisadoras brasileiras) e(ou) por meio do artigo a ou o (como em a intérprete).
     Mesmo com os desafios morfológicos, linguistas afirmam que não é impossível pensar em proposições mais inclusivas, e que isso não necessariamente significa que haja uma tentativa de destruição do português. Segundo explicam esses especialistas, a história de uma língua sempre conta muito sobre a história de seus falantes, de modo que as coisas que falamos hoje em dia não brotaram da terra nem vieram prontas, mas dependem da nossa história como humanidade. Nesse sentido, as propostas já existentes seriam os primeiros passos nesse movimento, e não uma forma final a ser imposta a todos os falantes.  

 Internet: <https://tab.uol.com.br> (com adaptações).
No que se refere à concordância e à morfossintaxe de períodos simples e compostos no texto 10A1-I, julgue o item subsequente.

No primeiro período do último parágrafo, que é composto por coordenação e subordinação, as três orações introduzidas por “que” são coordenadas entre si e classificadas, em relação à oração principal, como orações subordinadas substantivas objetivas diretas.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941200387192
Ano: 2016Banca: SerctamOrganização: Prefeitura de Quixadá - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Adjetivas | Orações Subordinadas Substantivas | Orações Subordinadas Adverbiais | Orações Coordenadas Assindéticas | Orações Coordenadas Sindéticas | Sintaxe
Texto associado

                                                      LIBERDADE


    Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra LIBERDADE, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.

    Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam "Liberdade, Igualdade e Fraternidade! "; nossos avós cantaram: "Ou ficar a Pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!"; nossos pais pediam: "Liberdade! Liberdade/ abre as asas sobre nós", e nós recordamos todos os dias que "o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da Pátria..." em certo instante.

  Somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá- la, combater e certamente morrer por ela. Ser livre como diria o famoso conselheiro, é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partir esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado, é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)

  Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatoriamente entre quatro paredes. Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)

  Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!

 Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.

 E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêndio para chegarem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!

 São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da LIBERDADE. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.

  Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos, que falam de asas, de raios fúlgidos linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos construtores de Babel...                                                                                                            

                                                                             (MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho: Crônicas)

Quanto à classificação das orações, é correto afirmar:


...que o homem nasceu livre – 2º parágrafo;

...somos, pois, criaturas nutridas de liberdade há muito tempo – 3º parágrafo são:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941200019151
Ano: 2024Banca: SELECONOrganização: CEFET-RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Orações Subordinadas Substantivas
Texto associado

Leia o texto a seguir:


Tradução de Libras: pernambucanos são finalistas em evento internacional


Projeto foi o único latino-americano a chegar à etapa e passou cinco anos em desenvolvimento. Entenda como funciona



    Pernambucanos criaram um tradutor simultâneo de Libras que se consagrou finalista do South By Southwest 2024 (SXSW), o maior evento de tecnologia e inovação do mundo. O projeto foi o único latino-americano a chegar à etapa.

    O evento aconteceu no Texas, Estados Unidos, entre os dias 9 e 11 de março. A comunidade global explorou projetos transformadores de diversas categorias durante os três dias.

    A iniciativa concorreu na categoria Inteligência Artificial (IA) e foi desenvolvida no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar).

    A equipe multidisciplinar era composta por mais de 80 profissionais e o projeto passou cinco anos em desenvolvimento com apoio financeiro de US$ 4 milhões, vindo da empresa Lenovo. 

    Desenvolvedores, designers, cientistas de dados, intérpretes de Libras, linguistas e pesquisadores de IA trabalharam para que a ferramenta se tornasse uma realidade.

    “A gente desenvolveu a tecnologia de inteligência artificial por trás da função e um Dataset, um conjunto de dados que representa um dicionário de libras da língua brasileira de sinais, que é algo que não existia ainda”, afirmou o gerente sênior de ciência de dados do Cesar, Vitor Casadei, em entrevista à Folha de Pernambuco.

    O sistema possui uma ferramenta de reconhecimento de imagem que identifica a mensagem em Libras que está sendo passada. O conteúdo pode ser traduzido tanto em áudio quanto em texto.

    É previsto que o projeto esteja disponível até o fim do ano no site da Lenovo, para suporte. Além disso, o objetivo é expandir para a tradução em outros idiomas.

    Outros quatro projetos criados nos Estados Unidos participaram na mesma categoria dos pernambucanos. No entanto, quem levou o título de vencedor foi uma plataforma de pesquisa em saúde habilitada por IA, oferecendo dados para o tratamento e a prevenção de doenças.

    “É interessante que um projeto de acessibilidade esteja nesta categoria de inteligência artificial e neste contexto, porque além da gente dar mais visibilidade para as pessoas com deficiência, a gente está ajudando a comunidade surda”, reforçou Vitor Casadei à Folha de Pernambuco.


Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2024/03/20/traducao-de-libras-pernambucanos-sao-finalistas-em-evento-internacional.html. Acesso em 06/04/2024



Em “É previsto que o projeto esteja disponível até o fim do ano no site da Lenovo” (8º parágrafo), a oração destacada é classificada como subordinada:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941202041101
Ano: 2021Banca: OMINIOrganização: Prefeitura de Miguelópolis - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Substantivas | Orações Subordinadas Adverbiais | Sintaxe
Texto associado

Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir: 


Apelo


    Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
    Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda. 
    E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada – o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.    

            (Dalton Trevisan, em Apelo)

Assinale a alternativa que corresponde à classificação CORRETA da oração em destaque no excerto a seguir:

Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201291271
Ano: 2021Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Santa Helena - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Adjetivas | Orações Subordinadas Substantivas | Sintaxe
Texto associado
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

O Sapo e a Rosa

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a flor mais linda do jardim.

Porém, começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe. Acabou se dando conta de que sempre havia um sapo grande ao seu lado e essa era a razão pela qual ninguém se aproximava dela.

Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.

O sapo, muito humildemente, disse:

- Está bem, se é assim que você quer.

Algum tempo depois, o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.

Penalizado, disse a ela:

- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?

A rosa respondeu:

- É que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.

O sapo respondeu:

- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...

Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que são inferiores e que somos superiores a eles, mais "bonitos", de mais valor e que não nos servem para nada.

Todos temos algo a aprender com outros ou a ensinar-lhes, e ninguém deve desvalorizar ninguém.

Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos no momento.

Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html
Sobre o período, "Acabou se dando conta DE QUE SEMPRE HAVIA UM SAPO GRANDE AO SEU LADO e essa era a razão pela qual ninguém se aproximava dela", a oração destacada é classificada sintaticamente como:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941200429345
Ano: 2022Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Sooretama - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Adjetivas | Orações Subordinadas Substantivas | Orações Subordinadas Adverbiais | Sintaxe
Um professor analisava com seus alunos as orações coordenadas e subordinadas, comentando a importância de cada uma delas na construção de textos. Assinale a alternativa na qual a identificação da oração destacada contradiz a análise do professor.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941200445383
Ano: 2012Banca: CONCEPÇÃOOrganização: CREFITO-7ª Região(BA e SE)Disciplina: Língua PortuguesaTemas: Orações Subordinadas Reduzidas | Sintaxe | Ortografia | Regência Verbal e Nominal | Orações Subordinadas Adjetivas | Acentuação Gráfica: Tipos de Palavras | Orações Subordinadas Substantivas
Texto associado

Você é um fisioterapeuta que faz parte do GRUPO dos 5%?

(1º§) Durante os meus 10 anos em sala de aula ensinando futuros fisioterapeutas percebo que Max Geringher está coberto de razão. Segue abaixo um texto muito importante aos fisioterapeutas. Este texto é muito interessante e por isso resolvi compartilhar ele com você. Ele fala sobre a lição dos 5%.

(2º§) Vamos ao ensinamento: Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

(3º§) Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

(4º§) - Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

(5º§) - Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

(6º§) - O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

(7º§) - É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.

(8º§) - Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.

(9º§) - Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.  

(10º§) Não é preciso dizer que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu, após aquele discurso, foi devastador. Aliás, essa observação tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

(11º§) Hoje, certamente, há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

(12º§) A pergunta persiste: Você é um fisioterapeuta que faz parte do grupo dos 5%?

                    Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de diversos

                                                                    livros sobre carreiras e gestão empresarial. 

Sobre a estrutura do (2º§), analise as proposições seguintes:

I. No segmento: “Vamos ao ensinamento”, a combinação prepositiva é imposta pela regência verbal.

II. No trecho destacado do período: “Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio.”, temos duas orações subordinadas: uma substantiva e uma adverbial.

III. Em: “pedindo um pouco mais de silêncio”, temos oração subordinada reduzida de gerúndio.

IV. As palavras: “iria” e “preocupou” exemplificam estruturas com hiato.

V. A palavra: “paciência”; “silêncio” e “atendê-lo” pertencem à mesma regra de acentuação gráfica.

Marque SOMENTE as corretas.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941200918329
Ano: 2015Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: CORECON - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Termos Integrantes da Oração | Orações Subordinadas Substantivas | Sintaxe
Texto associado

Obrigado por ligar. Sua ligação é muito importante para nós. Se desejar serviços de instalação, tecle 1. Para reagendamento de visita, tecle 2. Para verificação de dados cadastrais, tecle 3. Para informações sobre plano de pagamento, tecle 4. Para falar com um de nossos atendentes...

Não, você não conseguirá falar com um de nossos atendentes. Mas poderá ouvir, durante 25 minutos ou mais, sucessos como “Moonlight Serenade” e o tema de “Golpe de Mestre”.

Também, quem mandou você não ter em mãos o número de seu cartão eletrônico, de sua matrícula no SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), de seu cadastro na Comunidade NetLig?

Muitas coisas mudam de forma e de nome, mas no fundo permanecem iguais. A peregrinação que temos de fazer de tecla em tecla é a mesma que, antigamente, nos levava a passar horas nas filas de uma repartição burocrática.

Cada tecla, afinal de contas, não passa de um guichê, e o cartão que devemos ter por perto ou a senha que se impõe saber de cor equivale ao papel, à guia, ao documento que nos exigem e que nunca está a contento do funcionário.

É a burocracia sem papel, a burocracia dos impulsos eletrônicos. Claro, há vantagens: não é preciso sair de casa e, enquanto você espera atendimento, com o telefone encaixado entre o ombro e a bochecha, sempre poderá fazer alguma outra coisa. Sugestões: pôr os papéis em ordem na gaveta (você poderá encontrar o cartão de crédito cujo desaparecimento tentava comunicar); teclar alguma outra senha de acesso no computador, se tiver internet banda larga (se não tem, disque para nós hoje mesmo); alongar os músculos do pescoço e da nuca; ou entregar-se a outras atividades corporais cujo nome não seria conveniente declinar aqui.

De todo modo, a burocracia eletrônica segue os princípios da antiga. Quanto mais a instituição ou a empresa economizam, mais o usuário perde tempo. No hospital público ou na assistência técnica da máquina de lavar, sempre vigora a lei da seleção natural: eliminam-se os fracos, para que só os mais fortes, ou os mais desesperados, cheguem até o fim do processo.

Claro que, quanto mais procurado o serviço, maior a fila. Se notamos tanta burocracia nas instituições públicas, é porque seu acesso é universal. Em inúmeras entidades privadas vemos a burocracia aumentar, justamente porque passaram a ser procuradas pelo grosso da população. Os planos de saúde particulares constituem o maior exemplo disso, mas bancos e cartões de crédito, cujo universo de clientes se ampliou muito, não ficam atrás.

Experimento reações contraditórias quando vou a um caixa eletrônico. Em comparação com a fila tradicional, sem dúvida ganho tempo. Mas sinto que estou também “trabalhando” para o banco. Passo a senha, digito, confirmo, conto o dinheiro: eis que sou um novo funcionário do caixa, trabalhando de graça, enquanto algum bancário foi despedido em troca.

Tudo bem. Gasto menos tempo no banco. Mas diminuiu também a minha impressão de perder tempo. Todo trabalho, por mais mecânico que seja, faz o tempo passar mais depressa do que a pura espera. Fala-se de democracia participativa, mas a “burocracia participativa” também deveria merecer os seus filósofos.

À medida que um serviço se generaliza, crescem as possibilidades de fraude. Quando uma empresa, pública ou privada, passa do âmbito de uma distinta clientela para o universo multitudinário e turvo da humanidade em seu conjunto, torna-se inevitável multiplicar as precauções contra os indivíduos de má-fé; isso significa mais burocracia.

O que é um antivírus, um firewall ou um anti-spam, a não ser a burocratização do nosso computador? Eu costumava usar um antivírus que tinha rigores de fiscal de alfândega, parecia usar carimbos de Polícia Federal em dia de operação-tartaruga toda vez que se punha a examinar a mensagem que entrava e a mensagem que saía do meu Outlook.

Acontece que o computador, como tudo o que tem telinha (um caça-níqueis, uma TV, um videogame, um caixa eletrônico) sempre oferece ao usuário algo de lúdico, de viciante, de hipnótico.

Já a burocracia telefônica (volto a ela) é muito pior. Seu maior pecado, a meu ver, está na confusão que estabelece entre as categorias de tempo e de espaço. Entre num desses sistemas de “tecle 5 se deseja isto, tecle 6 se deseja aquilo...” e tente corrigir uma decisão errada.

Os sistemas mais extensos e irritantes usam a famigerada tecla 9 -”para mais opções”-, abrindo-se em alternativas que, para serem conhecidas integralmente, exigiriam a vida inteira. Tudo ficaria mais fácil, se o sistema fosse visualizado no espaço, num esquema em árvore, num organograma, num menu de website -ou mesmo num mapa de repartição, com suas ramificações em corredores, departamentos e guichês. No máximo, ficaremos andando de um lado para outro.

O problema do “tecle isto, tecle aquilo” é que ele se desenvolve no tempo, não no espaço. Somos forçados a prosseguir em alternativas que será sempre mais custoso reverter; avançamos em decisões tomadas no escuro, como se navegássemos num fluxo betuminoso, por rios e córregos cada vez mais estreitos, cada vez mais espessos, carregados de todas as opções já feitas, de todo o tempo acumulado e perdido naquela ligação, sem muita esperança de que, na extrema ponta do percurso, uma voz humana venha afinal falar conosco.

É assim que o sistema de ramais automáticos guarda incômoda semelhança com nossa própria vida adulta; tem algo de anacrônico, de auditivo, de analógico. Já as telas da internet, organizadas espacialmente, com seus cliques de mouse, seus compartimentos de todas as cores, seus guichês planificados e seus pop-ups imprevistos e festivos, são um modelo bem alegre em que mirar. Desde que a conexão não caia de repente.

COELHO, Marcelo. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1703200416.htm>.Acesso em: 12 abr. 2015. (Adaptado)


Assinale a alternativa em que o termo destacado foi classificado CORRETAMENTE nos parênteses.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
..
Logo Questioneiquestionei.com