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“A Internet é óptima para nos exprimirmos, mas expressão não é informação, é algo muito mais fácil. Separar os dois é função do jornalista. Ele deve olhar para a Internet como um novo meio de expressão e ter consciência de que, enquanto canal de informação, exige um trabalho de verificação. A última coisa de que os jornalistas se podem esquecer é que a informação é algo de valioso e difícil, que deve ser feito por profissionais. (WOLTON, D. "O jornalismo trocou a grandeza da oferta pela tirania da procura". https://www.publico.pt/2016/11/01/culturaipsilon/noticia/o-jornalismo-trocou-a-grandeza-da-oferta-pela-tirania-da-procura-1749526).
Considerando o enunciado, no contexto contemporâneo o jornalista deve atuar como:
Acerca de histórias e conceitos, julgue o item a seguir.
Gatekeeper é a teoria que analisa como as notícias são produzidas e selecionadas nas redações dos meios de comunicação.
Em 1950, David Manning White aplicou o conceito ao jornalismo, num artigo da revista Journalism Quartely. Anotou os motivos que levaram um jornalista veterano a rejeitar notícias num jornal médio americano. Queria entender o fluxo de notícias. Por que uns fatos viram notícias e outros não?
Referência: PEREIRA JR., Luiz Costa. Guia para a edição Jornalística. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
O texto refere-se ao conceito de:
Kurt Lewin, em 1947, estudou as dinâmicas que agem no interior dos grupos sociais em relação à mudança de hábitos alimentares e concluiu que há diferença de comportamento, antes e depois de uma “zona filtro”. Observou também que o mesmo fenômeno ocorre com a sequência de uma informação. Essas “zonas filtro” são controladas por um sistema objetivo de regras ou por
(Mauro Wolf, Teorias da Comunicação. Adaptado)