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É um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, resultado do acúmulo excessivo em situações de trabalho que são emocionalmente exigentes e/ou estressantes, que demandam muita competitividade ou responsabilidade, especialmente nas áreas de educação e saúde. Essa síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Foi oficializada como uma síndrome crônica. A OMS incluiu essa síndrome na nova Classificação Internacional de Doenças.
O nome do conceito descrito é:
Sobre a Síndrome de Burnout, marque V para Verdadeiro ou F para Falso e assinale a sequência CORRETA.
(1) Constituem as três dimensões da Síndrome de Burnout: (a) exaustão emocional; (b) despersonalização; (c) diminuição da realização pessoal no trabalho.
(2) Despersonalização: caracterizada pelo desenvolvimento de uma hipersensibilidade emocional, que faz com que o profissional trate os clientes, colegas e a organização de maneira desumanizada.
(3) Exaustão emocional: caracterizada por falta de energia e entusiasmo, por sensação de esgotamento de recursos ao qual pode somar-se o sentimento de frustração e tensão nos trabalhadores, por perceberem que já não têm condições de despender mais energia para o atendimento de seu cliente ou demais pessoas, como faziam antes.
(4) Diminuição da realização pessoal no trabalho: caracterizada por uma tendência do trabalhador a autoavaliar-se de forma negativa, tornando-se infeliz e insatisfeito com seu desenvolvimento profissional, com consequente declínio no seu sentimento de competência e êxito, bem como de sua capacidade de interagir com os demais;
(5) O Burnout origina-se de um desequilíbrio entre demandas versus recursos e expectativa versus realidade, em que os níveis de demandas e expectativas estão aquém dos recursos e da realidade e impedem o indivíduo de se adaptar . Em decorrência, os indivíduos desenvolvem uma gradual perda de energia, de comprometimento e de esperança, gerando prejuízos à produtividade e à satisfação laboral.
Uma psicóloga é chamada para atuar em uma empresa que recentemente passou por uma reestruturação significativa, resultando na formação de novas equipes de trabalho. Os gestores estão preocupados com a baixa produtividade e o alto nível de conflitos dentro dessas equipes.
Um plano de ação que a psicóloga poderia adotar para melhorar a produtividade e reduzir os conflitos nas equipes de trabalho, com melhores resultados, é o que se apresenta na alternativa:
Um psicólogo hospitalar que trabalha em uma UTI, devido à exposição à rotina de casos entre a vida e a morte, comum entre seus pacientes, desenvolve uma síndrome decorrente da prevalência de estresse, caracterizada por esgotamento emocional e psíquico com desenvolvimento de imagem negativa de si, atitudes negativas em relação ao trabalho, despersonalização e desinteresse pelos seus pacientes. Além de se ausentar do trabalho com mais frequência, vem desenvolvendo comportamento cínico, em relação aos seus colegas de trabalho, e dependência de álcool.
O quadro patológico descrito na história é característico de