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Considerando-se que “ao trabalho na educação estão associados indicadores de sofrimento, adoecimentos e riscos” (BOTECHIA; ATHAYDE; In: BARROS, HECKERT; MARGOTTO, 2008, p. 43), faz-se necessário conhecer as condições e as dinâmicas desse trabalho, com o intuito de transformá-lo no sentido da produção de formas mais saudáveis. Tendo isso em vista, analise as afirmativas elencadas abaixo.
I) Um dos entraves existentes atualmente na luta por melhores condições de saúde dos trabalhadores da educação é a dificuldade de se efetuarem momentos de reunião nos quais é possível compartilhar as experiências de trabalho e empreender análises coletivas do mesmo.
II) Partindo do que preconiza a Clínica da Atividade, a experiência sensível é ponto fundamental para a compreensão da relação trabalho-saúde; desta forma, transformar e conhecer o meio de trabalho devem ser ações constituídas em um espaço dialógico entre os saberes acadêmicos e os saberes oriundos da experiência de trabalho nas escolas.
II). O conceito de gênero é uma ferramenta política e pedagógica fundamental quando se pretende elaborar e implementar projetos que problematizem as formas de organização social vigentes e as hierarquias e desigualdades delas decorrentes, que marcam, entre outras coisas, as relações de trabalho e os processos de saúde e doença.
Assinale a alternativa CORRETA:
Analise a seguinte afirmação:
“Toda identidade é construída através dos efeitos de uma relação de saber-poder-prazer pelas quais determinadas possibilidades de fixação identitária reprimem, excluem, negam, interditam outras possibilidades de posição de sujeito”
(Peres 2013).
Tal afirmação, apoiada na teoria Queer, permite concluir que a despatologização de um homossexual ou transexual decorre, necessariamente, de uma concepção da identidade sexual, que, desvinculando-a dos discursos normativos, a reconheça, necessariamente, como uma organização subjetiva caracterizada por sua
“O termo ‘condição feminina’ remete-nos à indagação: o que é ser mulher e que implicações decorrem desse fato. O que se pretende problematizar quando falamos de condição feminina é a complexidade do ser mulher em diversos contextos sócio-históricos, em distintas culturas, em que a apropriação de diferentes significados identitários e de papéis sociais parece invalidar a existência de uma única vivência feminina.”
(Almeida, 2006, p. 215.)
De acordo com a afirmativa anterior, pensar em “diversidade” neste contexto significa: