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1

457941201311802
Ano: 2024Banca: COTECOrganização: Câmara de Araçuaí - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Sintaxe
Texto associado

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Considere a passagem do texto “As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas.”


A conjunção “como” compõe, na passagem, uma

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2

457941200192355
Ano: 2022Banca: FCCOrganização: DPE-AMDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual | Análise Morfossintática da Palavra 'Como'
Texto associado

Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder à questão.


Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio. 

Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à França.

(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital)

O autor recorre a uma comparação hipotética no seguinte trecho:
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3

457941200756724
Ano: 2019Banca: VUNESPOrganização: Câmara de São Roque - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como'
Texto associado
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
O termo destacado em “Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca” (1o parágrafo) estabelece relação de
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4

457941201017969
Ano: 2024Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Santa Cruz de Monte Castelo - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Morfologia | Sintaxe | Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Orações Subordinadas Adverbiais | Conjunções

A conjunção sublinhada no enunciado abaixo tem valor de:


Como fiquei doente, não pude participar dos eventos do trabalho.

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5

457941201941531
Ano: 2017Banca: Crescer ConcursosOrganização: Prefeitura de Urbano Santos - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Sintaxe | Termos Essenciais da Oração | Morfologia dos Pronomes
Texto associado

Corpos emancipados, mentes subjugadas


1 _____ A indústria cultural, tão bem dissecada pela Escola de Frankfurt, retarda a emancipação humana ao

2 _ introduzir a sujeição da mente no momento em que a humanidade se livrava da sujeição do corpo. É longa a

3 _ história da sujeição do corpo, a começar pela escravidão que durou séculos, inclusive no Brasil, onde foi

4 _ considerada legal e legítima por mais de 358 anos.

5 _____ Não apenas escravos tiveram seus corpos sujeitados. Também mulheres. Faz menos de um século

6 _ que elas iniciaram o processo de apropriação do próprio corpo. A dominação sofrida pelo corpo feminino era

7 _ endógena e exógena. Endógena porque a mulher não tinha nenhum controle sobre o seu organismo, encarado

8 _ como mera máquina reprodutiva e, com frequência, demonizado. Exógena pelas tantas discriminações

9 _ sofridas, da proibição de votar à castração do clitóris, da obrigação de encobrir o rosto em países

10 _ muçulmanos à exibição pública de sua nudez como isca publicitária nos países capitalistas de tradição cristã.

11 _____ No momento em que o corpo humano alcançava sua emancipação, a indústria cultural introduziu a

12 _ sujeição da mente. A multimídia é como um polvo cujos tentáculos nos prendem por todos os lados. Tente

13 _ pensar diferente da monocultura que nos é imposta via programas de entretenimento! Se a sua filha de 20

14 _ anos disser que permanece virgem, isso soará como ridículo anacronismo; se aparecer no Big Brother

15 _ transando via satélite para o onanismo visual de milhões de telespectadores, isso faz parte do show.

16 _____ O processo de sujeição da mente utiliza como chibatas o prosaico, o efêmero, o virtual, o fugidio. E

17 _ detona progressivamente os antigos valores universais. Ética? Ora, não deixe escapar as chances de ter

18 _ sucesso e ficar rico, desde que sua imagem não fique mal na foto... Agora, tudo é descartável, inclusive os

19 _ valores. E todos somos impelidos à reciclagem perpétua - na profissão, na identidade, nos relacionamentos.

20 _____Nossos pais aposentavam-se num único emprego. Hoje, coitado do profissional que, ao oferecer-se

21 _ a uma vaga, não apresentar no currículo a prova de que já trabalhou em pelo menos três ou quatro empresas

22 _ do ramo! Eis a civilização intransitiva, desistorizada, convencida de que nela se esgota a evolução do ser

23 _ humano e da sociedade. Resta apenas dilatar a expansão do mercado.

24 _____ A tecnologia multimídia sujeita-nos sem que tenhamos consciência dessa escravidão virtual. Pelo

25 _ contrário, oferece-nos a impressão de que somos “imperadores de poltrona”, na expressão cunhada por

26 _ Robert Stam. Temos tanto “poder” que, monitor à mão, pulamos velozmente de um canal de TV a outro,

27 _ configurando a nossa própria programação. Já não estamos propensos a suportar discursos racionais e

28 _ duradouros. Pauta-nos a vertiginosa velocidade tecnológica, que nos mantém atrelados às conveniências do

29 _ mercado.

30 _____ Nossa boia de salvação reside, felizmente, na observação de Jean Baudrillard, de que o excesso de

31 _ qualquer coisa gera sempre o seu contrário. É o caso da obesidade. O alimento é imprescindível à vida, mas

32 _ em excesso afeta o sistema cardiovascular e produz outros defeitos colaterais.

33 _____ Há tanta informação que preferimos não mais prestar atenção nelas. A comunicação torna-se

34 _ incomunicação. Ou comunicassão, pois cassa-nos a palavra, tornando-nos meros receptores da avassaladora

35 _ máquina publicitária.

36 _____ Essa sujeição da mente vem no bojo da crise da modernidade que, desmistificada pela barbárie -

37 _ duas guerras mundiais, a incapacidade de o capitalismo distribuir riquezas, o fracasso do socialismo

38 _ soviético etc. -, passa a rejeitar todos os “ismos”. Os espaços da expressão da cidadania, como a política e o

39 _ Estado, caem em descrédito.

40 _____ Tudo e todos prestam culto a um único soberano: o mercado. É ele a Casa Grande que nos mantém

41 _ na senzala do consumo compulsivo, do hedonismo desenfreado, da dessolidariedade e do egoísmo.

42 _____ Felizmente iniciativas como o Fórum Social Mundial rompem o monolitismo cultural e abrem

43 _ espaço à consciência crítica e novas práticas emancipatórias.


BETTO Frei. Corpos emancipados, mentes subjugadas. Correio da Cidadania. http://www.correiocidadania.com.br/antigo/ed437/betto.htm

Sobre a expressão transcrita está CORRETO o que se afirma em

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6

457941200299094
Ano: 2015Banca: CCV-UFCOrganização: UFCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pronomes Relativos | Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Morfologia dos Pronomes
Assinale a alternativa em que a palavra como é um pronome relativo.
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7

457941200474898
Ano: 2019Banca: IBADEOrganização: Prefeitura de Porto Velho - RODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Sintaxe
Texto associado

TEXTO 1

- Leia o texto abaixo e responda à questão..

EUCLIDES DA CUNHA

Autor de “Os sertões” era, antes de tudo, um órfão sem casa, um adolescente poeta e um cadete rebelde. Entenda como sua formação única contribuiu para a criação de um clássico.

      No dia 4 de novembro de 1888, um domingo, o ministro da Guerra de Dom Pedro II passava em revista as tropas da Escola Militar da Praia Vermelha quando um cadete tentou quebrar o próprio sabre e gritou: “Infames! A mocidade livre, cortejando um ministro da monarquia!” O rebelde republicano foi expulso, mas recebeu um convite para escrever no jornal “A província de São Paulo” (futuro “O Estado de S. Paulo”), onde ficaria célebre seu nome, Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha (1866-1909).

      Homenageado da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começa na quarta-feira (10/07/19), Euclides é autor de uma das mais potentes interpretações do Brasil: “Os sertões” (1902). Baseado em reportagens do autor, o livro narra o confronto entre soldados da jovem República e sertanejos monarquistas liderados pelo beato Antônio Conselheiro no interior da Bahia. Após quatro expedições, o exército dizimou o arraial de Canudos, onde viviam 25 mil pessoas.

      Misto de ensaio, tratado científico e análise social com caudalosa prosa poética, “Os sertões” é um livro que só Euclides poderia escrever, graças à sua trajetória e a interesses únicos. Como explica a crítica literária e professora emérita da USP Walnice Nogueira Galvão, estudiosa do autor:

      —Ele é um escritor de estilo naturalista com incrustações de parnasianismo, sobretudo nas descrições da paisagem. O romantismo é fortíssimo nele e vem de submersões literárias. É por isso que “Os sertões” é um livro tão apaixonado.

      UNIVERSIDADE NO QUARTEL

      —Nascido em Cantagalo, no interior do Rio, o menino Euclides pulou de casa em casa depois de perder a mãe, aos anos. Primeiro, morou com uma tia, em Teresópolis. Quando ela morreu, foi acolhido na fazenda de outra tia, em São Fidélis, onde iniciou os estudos no Instituto Colegial Fidelense. Aos 11 anos, morou com a avó paterna em Salvador.

      Euclides aportou no Rio em 1879, aos 13 anos, para viver com um tio. Matriculou-se no Colégio Aquino, onde teve Benjamin Constant como professor de matemática. Veterano da Guerra do Paraguai, republicano e positivista fervoroso, Constant colaboraria com o golpe que derrubou a monarquia e foi ministro da Guerra e da Instrução Pública no governo provisório. Suas lições transformaram Euclides num republicano irredutível. 

      Mas nem tudo era militância. No Aquino, Euclides leu os poetas românticos Fagundes Varela e Castro Alves. Seu pai, que era guarda-livros, publicara versos em homenagem ao poeta de “O navio negreiro”. Ainda adolescente, Euclides preencheu um caderno com poemas. Fã das imagens marítimas do francês Victor Hugo, deu-lhe o título de “Ondas”. Mais tarde, publicou poemas na revista editada pelos alunos da Praia Vermelha. Que fique claro: os versos nem de longe lembram a beleza da prosa de “Os sertões”:

      —Euclides era um bom avaliador dos próprios méritos e renegou sua poesia — conta Walnice Nogueira Galvão. As leituras românticas compensavam a aridez da ciência positivista.

      —Virou lugar-comum associá-lo ao positivismo, mas sua grande influência foi o romantismo —afirma Francisco Foot Hardman, professor da Unicamp. — Ele pensava num diálogo entre criação literária e conhecimento científico.

      Esse diálogo vinha da Escola Militar. No Brasil imperial e escravocrata, ela formava soldados comprometidos com a República, a abolição e a filosofia positivista. Um dos professores mais populares da Praia Vermelha era, novamente, Benjamin Constant.

      —Os próprios alunos chamavam a Escola Militar de Tabernáculo da Ciência. Para eles, ciência era o positivismo de Comte e os evolucionismos e biologismos de Darwin, Spencer e Haeckel—diz o historiador José Murilo de Carvalho, autor de “Forças armadas e política no Brasil”, que tem um capítulo sobre o autor. — Era uma universidade dentro de um quartel.

      Um ano após aquele incidente dos gritos contra o ministro monarquista a República foi proclamada e, Euclides, reincorporado ao Exército. Em 1891, ingressou na Escola Superior de Guerra. Na imprensa, defendia a consolidação da República — mas não deixou de censurar o mestre Constant, que, ao ser nomeado ministro, distribuiu cargos a parentes. “Perdeu a auréola, desceu à vulgaridade de um político qualquer”, denunciou, em carta ao pai.

      —Euclides era um republicano puro. A realidade da política logo o levou a se desencantar com o novo regime e com o próprio Constant – diz Carvalho. — E o crime cometido em Canudos pelo Exército foi a gota d’água.

      REVENDO CONCEITOS

      Quando estourou a Guerra de Canudos, Euclides considerava os sertanejos inimigos da ordem e do progresso republicanos. Comparou o povo de Canudos aos camponeses rebeldes que se opuseram à Revolução Francesa.

      Mudou de opinião depois de assistir ao massacre dos sertanejos pelas forças republicanas. Em “Os sertões”, registrou ou últimos defensores de Canudos: “eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados”. 

      O sucesso de “Os sertões” possibilitou o ingresso em instituições que o credenciavam como homem da ciência e da arte: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e a Academia Brasileira de Letras (ABL). Passou a colaborar com revistas científicas e literárias e, entre 1904 e 1906, incursionou pela Amazônia como chefe da Comissão Mista Brasil-Peru.

      O sucesso, porém, durou pouco. Em 15 de agosto de 1909, Euclides invadiu a casa do tenente Dilermando de Assis, amante de sua mulher, Anna, para vingar sua honra. Acertou dois tiros no rival, que revidou e o matou imediatamente. Notícias da Tragédia da Piedade alastraram-se por todo o país. E o episódio virou até série da Globo. Agora, 110 anos depois, o próprio autor e sua obra ganham novos olhares.

GABRIEL, Ruan de Souza. O Globo, 06/07/2019, Segundo Caderno, p. 1.

O conectivo sublinhado em “Como explica a crítica literária e professora emérita da USP Walnice Nogueira Galvão, estudiosa do autor” (3º §) corresponde, quanto ao valor semântico, ao sublinhado em:
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8

457941202023397
Ano: 2017Banca: FCCOrganização: SABESPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Sintaxe
Texto associado

           O que suas postagens nas redes sociais revelam sobre suas emoções


      Nossas atividades nas redes sociais podem oferecer um retrato fiel − e muitas vezes não intencional − de nosso bem-estar mental. Portanto, não é de se espantar que profissionais cujo trabalho é zelar por nossa saúde emocional agora estejam explorando como usar esses canais para medir a quantas andam as emoções das pessoas.

      Um estudo realizado pela Universidade Brunel, do Reino Unido, com 555 usuários do Facebook, mostrou que os mais extrovertidos tendem a postar mais sobre atividades sociais e sobre seu dia a dia, e o fazem com frequência. Já indivíduos com baixa autoestima acabam fazendo mais postagens sobre seus cônjuges ou parceiros. Por outro lado, pessoas com traços de neurose podem usar a rede social para validação e para chamar a atenção, enquanto aquelas mais narcisistas costumam exibir suas conquistas ou discorrer sobre suas dietas e rotinas de atividade física.

(Adaptado de: NOGRADY, Bianca. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese/vert-fut-37816962) 

Portanto, não é de se espantar que profissionais cujo trabalho é zelar por nossa saúde emocional agora estejam explorando como usar esses canais para medir a quantas andam as emoções das pessoas. (1° parágrafo)


No contexto, os termos sublinhados expressam ideias de, respectivamente:

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9

457941200106973
Ano: 2023Banca: IGEDUCOrganização: Prefeitura de Tupanatinga - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Morfologia dos Pronomes | Análise Morfossintática da Palavra 'Como'

Julgue o item subsequente.


Em “Pense como eu”, “Aconteceu como prevíamos” e “Como não se cuidou, adoeceu”, temos o conectivo COMO com valor comparativo, conformativo e causal, respectivamente.

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10

457941201747562
Ano: 2025Banca: DECORPOrganização: Prefeitura de Porto Walter - ACDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Morfossintática da Palavra 'Como' | Análise Morfossintática da Palavra 'Como'

Quais são os sentidos veiculados por cada uma das ocorrências da palavra “como” no parágrafo abaixo? “Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus Von Hohenheim, que muito provavelmente não gostava do seu nome (quem gostaria?), resolveu se chamar Paracelso, porque se comparava a um naturalista romano de nome Aulus Cornelius Celsus. Na realidade, o suíço Paracelso (1493-1541) era médico, assim como1seu pai. Responsável pela cura de dois famosos, o impressor Frobenius e o filósofo Erasmo, foi convidado a dar aulas em uma Universidade na Áustria, mas, como2 se achava muito superior aos colegas, acabou brigando com todo mundo, abandonou a carreira acadêmica e voltou a medicar pelos cantões do Velho Mundo.” MARTINS, Georgina. Os mortos que curam. Ciência Hoje, janeiro/fevereiro de 2025. Coluna Literária.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/os-mortos-que-curam/. Acesso em: 05 fev. 2025. Adaptado. 

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