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A educação acontece nos mais diversos contextos e lugares, cada educador tem uma posição frente à comunidade que está inserido e ao trabalho que desenvolve, pois a educação é uma forma de intervenção no mundo. Exige do educador uma postura ética e política, comprometida com a justiça e a equidade social. Assim é preciso que ele assuma
I. a luta contra a miséria, a fome, a injustiça social e qualquer forma de opressão.
II. a manutenção das hierarquias de poder e das classes sociais, prevalecendo os interesses da elite dominante.
III. a busca pela autonomia, liberdade, expressão do pensamento crítico e criativo de homens e mulheres, pelo exercício pleno da cidadania.
IV. a denúncia de qualquer prática preconceituosa, discriminatória e autoritária que seja contrária a um estado democrático.
Está correto o que se afirma em
Texto 1
Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. […] Nenhum [ofício] me parece mais útil e cabido que o de medalhão. […] Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício. […] No entanto, podendo acontecer que, com a idade, venhas a ser afligido de algumas ideias próprias, urge aparelhar fortemente o espírito. […] Em todo caso, não transcendas nunca os limites de uma invejável vulgaridade.
(Machado de Assis. Teoria do medalhão.
www.dominiopublico.gov.br.)
Texto 2
De fato, existem medalhões em todos os domínios da vida social brasileira: na favela e no Congresso; na arte e na política; na universidade e no futebol; entre policiais e ladrões. São as pessoas que podem ser chamadas de “homens”, “cobras”, “figuras”, “personagens” etc. […] Medalhões são frequentemente figuras nacionais. […] Ser o filho do Presidente, do Delegado, do Diretor conta como cartão de visitas.
(Roberto da Matta. Carnavais, malandros e heróis, 1983.)
Tanto no texto do escritor Machado de Assis como no do antropólogo Roberto da Matta, a figura do medalhão