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Hoje no Brasil, vêm se articulando ações e debates para estruturar políticas públicas de juventudes, reconhecendo-se, assim, os jovens como sujeitos de direitos. Desde 2004, registram-se diversas iniciativas de fôlego em instâncias dos governos federal, estaduais e municipais. No entanto, muitos problemas ainda permeiam a situação das e dos jovens no país:
I- Os jovens negros apresentam as mais baixas taxas de atividade e mais altas taxas de desemprego.
II- Os programas existentes no país funcionam como políticas isoladas, políticas setoriais de ação local no âmbito dos Estados e Municípios, mas que não contemplam a diversidade dos beneficiários em termos de geração e não possuem orientação universalista.
III- Mais da metade dos jovens entre 15 e 17 anos, segundo dados do IBGE de 2014, não completaram o ensino fundamental.
IV- As políticas existentes, na maioria das vezes, são políticas elaboradas para os jovens, porém os jovens não são consultados e nem participam da formulação das mesmas.
V- Menos de ¼ dos jovens entre 15 e 29 anos só estudam, enquanto a porcentagem dos jovens na mesma faixa etária que só trabalham é de quase 50%.
Estão corretas as afirmativas
O grupo 1% mais rico da população brasileira tinha um rendimento médio (de todos os trabalhos) de R$ 27.085 mensais em 2016, ou 36,3 vezes acima do que recebia a metade mais pobre da população naquele ano (R$ 747). Esse grupo mais rico da população era integrado por 889 mil pessoas, ao passo que a metade com menor rendimento era formada por 44,4 milhões de brasileiros.
Considerando as informações apresentadas no texto precedente e os múltiplos aspectos da sociologia política a elas relacionados, julgue o próximo item.
Em um cenário fortemente marcado pela má distribuição de
renda, como o descrito no texto em questão, as medidas de
tendência central apresentam-se muito limitadas para a análise
da realidade social, sendo necessária a utilização de medidas
de desigualdade como o Índice de Gini.