Ana, servidora pública municipal e ordenadora de despesas no
Município Alfa, deixou de apresentar as contas correspondentes
ao último exercício financeiro findo. Por tal razão, o Tribunal de
Contas decidiu apurar a sua responsabilidade.
A autarquia Alfa, do Estado do Amazonas, ao tomar
conhecimento de uma auditoria contábil, propôs ao Tribunal de
Contas do Estado a celebração de Termo de Ajustamento de
Gestão (TAG), com o objetivo de regularizar os seus
procedimentos internos no lapso temporal indicado. De acordo
com a proposta, seria suspensa a aplicação de sanções pelo
Tribunal, conforme condições e prazos nele previstos,
abrangendo, inclusive, os processos com decisão definitiva
irrecorrível que versem sobre matéria correlata.
Nos termos do Regimento Interno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, a vista dos autos de exame das despesas de caráter reservado e confidencial poderá ser realizada
A associação de moradores Gama levou ao conhecimento do
Tribunal de Contas do Estado do Amazonas notícias de
irregularidades praticadas por Pedro, ordenador de despesas no
Município Alfa. Poucos meses depois, a associação solicitou
certidão do inteiro teor do respectivo processo administrativo ao
Tribunal de Contas.
A transcrição de ato no TCE/AM, que reconheça a legalidade
da admissão de pessoal, a qualquer título, da concessão da
aposentadoria, pensão, reforma, da fixação das respectivas
remunerações, bem como da transformação da aposentadoria
por invalidez em seguro-reabilitação, no sistema
adotado pelo Tribunal, é conceituada como
Exercer a vigilância quanto à acumulação de cargos dos servidores do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas compete, nos termos do seu Regimento Interno, ao
Auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas
constatou a prática de inúmeras e graves ilegalidades no âmbito
de uma estrutura de poder. Constatou, ainda, que essas práticas
retroagiam há alguns anos, isto apesar dos constantes registros
de inspeção do órgão de controle interno, que analisara os
respectivos atos e não fizera qualquer comunicação ao Tribunal
de Contas.
Provada a omissão do órgão de controle interno, é correto
afirmar que ele: