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Os conceitos-chave para as mídias digitais se relacionam na seguinte sequência:
1. Barreira digital
2. Ciberespaço
3. Convergência
4. Inteligência coletiva
5. Cultura participatória
6. Interatividade
( ) Espaço de interação criado no fluxo de dados digitais em redes de computadores; virtual por não ser localizável no espaço, mas real em suas ações e efeitos.
( ) Diferença de acesso às tecnologias e mídias digitais, bem como à cultura desenvolvida nesses ambientes, vinculadas a problemas sociais e econômicos.
( ) Possibilidade aberta pelas tecnologias de rede de aumentar o conhecimento produzido de maneira social e coletiva.
( ) Integração entre computadores, meios de comunicação e redes digitas, bem como de produtos, serviços e meios na internet.
( ) Interferência e interação entre usuários, ou usuários, programas e conteúdos, em diferentes níveis e formas, nos sistemas de comunicação digital e rede.
( ) Potencialidade de qualquer indivíduo se tornar um produtor de cultura, seja recriando conteúdos já existentes, seja produzindo conteúdos inéditos.
A alternativa em que está CORRETAMENTE relacionada a sequência dos conceitos-chave para as
mídias digitais e sua definição é:
Leia o trecho abaixo retirado do livro Cibercultura, de Pierre Levy (São Paulo: Editora 34, 1999, p. 237).
Cada novo sistema de comunicação fabrica seus excluídos. Não havia iletrados antes da invenção da escrita. A impressão e a televisão introduziram a divisão entre aqueles que publicam ou estão na mídia e os outros. Como já observei, estima-se que apenas pouco mais de 20% dos seres humanos possui um telefone. Nenhum desses fatores constitui um argumento sério contra a escrita, a impressão, a televisão ou o telefone. O fato de que haja analfabetos ou pessoas sem telefone não nos leva a condenar a escrita ou as telecomunicações – pelo contrário, somos estimulados a desenvolver a educação primária e a estender as redes telefônicas. Deveria ocorrer o mesmo com o ciberespaço.
O fator determinante para inclusão digital é
Segundo Jenkins (2014), no modelo de mudança de distribuição para circulação, o público não é visto mais como simplesmente um grupo de consumidores de mensagens pré-construídas, mas como pessoas que estão moldando, remixando, reconfigurando e compartilhando conteúdos de mídia.
Para retratar isso, o autor cunhou o termo que ficou conhecido como: