Em outubro de 1949, Mao Tsé-tung, derrotando os nacionalistas, proclamou a República Popular da China. No interior do chamado campo socialista esse fato foi de suma importância, uma vez que
Assinale o que for correto sobre as grandes
revoluções ocorridas no século XX.
Impulsionada em 1966, a Revolução Cultural
Chinesa, liderada por Deng Xiao Ping,
desencadeou as reformas que, por um lado,
estimularam o mercado e o setor privado e, por
outro, preservaram o monopólio de poder do
Partido Comunista Chinês, sob a consigna de
que “não importa a cor do gato, desde que ele
cace os ratos”.
Após uma longa guerra civil, em meados do século XX, o movimento revolucionário, liderado por Mao
Tsé-Tung, conseguiu assumir o poder na China, derrotando as tropas do governo de Chiang Kai-Shek.
A partir daí, Mao desenvolveu uma série de mudanças e transformações na economia e cultura chinesa.
Em relação ao “Grande Salto Para Frente” e a “Revolução Cultural”, assinale a alternativa CORRETA.
A China, uma das maiores potências mundiais, oficialmente chamada República Popular da China, é
um país socialista e uma das civilizações mais antigas do mundo. Sobre as características desse país é
correto afirmar que
Em um ensaio que escreveu na metade de 1949 intitulado “Sobre a ditadura democrática
popular”, Mao Zedong explicou sucintamente as ideias que permeariam as orientações
governamentais do novo Estado chinês. A experiência da revolução até então podia ser
analisada dentro de duas categorias básicas, escreveu Mao. A primeira era a mobilização das
massas da nação para construir uma “frente unida interna sob a liderança da classe
trabalhadora.”
(SPENCE, Jonathan D. Em busca da China moderna: quatro séculos de história. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p.489 )
A “frente unida” proposta por Mao, para a condução do processo revolucionário na China incorporava
Acerca das revoluções russa (1917) e chinesa (1949), dois marcos na história política e das relações internacionais no século XX, julgue (C ou E) o próximo item.
Vitorioso, o regime chinês chefiado por Mao Tse-tung
implementou um programa econômico que estatizou
empresas industriais estrangeiras e aquelas pertencentes
a famílias ligadas ao Kuomintang.
Em 1937, o Partido Nacionalista (Kuomintang) e o
Partido Comunista Chinês (PCC) se aliaram para
deter o avanço imperialista japonês na China. Mas,
com a rendição do Japão aos Aliados, em 1945,
reiniciou-se a guerra civil chinesa. Chiang Kai-shek
(do Kuomintang), mesmo com a ajuda dos norte-americanos, não conseguiu deter as ofensivas de
Mao Tsé-tung (do PCC), que veio a proclamar a
República Popular da China, em 1949.
Em vez de enfrentar os japoneses, o Mao aumentou suas forças no norte da China. No fim da guerra, em
1945, Stalin, sempre rígido e pragmático, assinou um tratado de aliança com o Kuomintang, diminuindo as
perspectivas de apoio ao comunismo na eventualidade de uma guerra civil. Logo após a rendição do Japão,
reiniciou-se a guerra total entre comunistas e nacionalistas, Stalin ficou de lado novamente, chegando até a
avisar Mao para tomar cuidado com os Estados Unidos, que apoiaram Chiang Kai-Shek, agora reconhecido
como líder mundial na vitória dos aliados contra o Japão. Mao ignorou o aviso. Os comunistas finalmente
conseguiam vantagem. Quando chegaram à capital, Nanquim, a União Soviética foi um dos poucos países a
permitir que seu embaixador fugisse junto com o Kuomintang.
(DIKÖTTER, Frank. A grande fome de Mao: a história da catástrofe mais devastadora da China (1958-1962). Rio de Janeiro: Record,
2017, p.30).
As relações entre a China pós-revolucionária e a União Soviética foram marcadas por