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457941200127629
Ano: 2010Banca: IVINOrganização: Prefeitura de Piracuruca - PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Termos Essenciais da Oração | Sintaxe
Dentre as opções abaixo uma apresenta erro na classificação do sujeito, assinale-a.
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2

457941200138943
Ano: 2019Banca: INAZ do ParáOrganização: CORE-PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Vocativo e Termos Acessórios da Oração | Termos Integrantes da Oração | Termos Integrantes: Predicativo do Sujeito e do Objeto | Sintaxe | Termos Essenciais da Oração | Análise Sintática
Texto associado

Ninguém se cura permanecendo no mesmo ambiente em que adoeceu

Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do que sofrer.


            A gente adoece por várias razões, tanto físicas quanto psicológicas. O mesmo se dá com os tipos de doenças: existem males do corpo e males da alma. Mente e corpo são indissociáveis, assim como na Antiguidade já se ensinava, ou seja, temos que cuidar de tudo o que nos constitui, por dentro e por fora. De nada adianta um corpo perfeito habitado por uma alma sucateada, e vice-versa.

            Infelizmente, é difícil atentarmos para essa necessidade de equilibrarmos o que vem de fora e o que nasce aqui dentro, o que o espelho reflete e o que não, o que fazemos com nosso corpo e o que fazem com nossa alma. O mundo todo supervaloriza as aparências, o que dificulta a atenção que deve ser voltada ao que sentimos, ao que nos faz bem. Sabemos muito bem qual roupa queremos vestir, mas é complicado saber o que acelera o nosso coração.

            Talvez ninguém consiga se livrar da infelicidade que toma conta de si, caso permaneça parado, sem sair do lugar. Aquilo que nos adoece deve ser evitado, seja o vento gelado, seja o tratamento frio do outro. Ser descuidado com a saúde adoece, ser descuidado com os sentimentos também. Práticas saudáveis incluem tanto atividades físicas quanto exercitar o amor próprio. Alimentar o corpo e a alma, sempre. 

            Ninguém há de ser feliz permanecendo em histórias cujo final não tem chance de ser feliz. Ninguém se cura sem cortar a causa do mal, sem se privar do que machuca e contamina sua felicidade, sem evitar ficar junto de quem não faz nada mais do que sofrer. Ninguém volta a sorrir nos lugares onde sua felicidade foi perdida, roubada, aviltada, negada. 

            Entender que as dores e doenças são alertas que nos pedem calma, que nos clamam por um repensar, por um respirar, por sobrevivência, acaba nos encorajando a tomar as atitudes certas, por mais que doam, que entristeçam, que pareçam impossíveis. Nada é impossível, quando ainda há sonhos a serem alcançados e vida dentro da gente. Caso não consigamos cair fora do que nos adoece, então morrerão os sonhos, morrerão os planos, morreremos nós, ainda que com vida. Ainda que por muitos dias. Por anos…

Por Marcel Camargo

Disponível em: https://www.contioutra.com/ninguem-se-cura-permanecendo-no-mesmo-ambiente-em-que-adoeceu/

Em “Ninguém se cura sem cortar a causa do mal”, o termo destacado possui função sintática de:
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3

457941202003444
Ano: 2017Banca: FEPESEOrganização: ABEPRODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Flexão de Modo Verbal | Morfologia | Estrutura Textual | Pronomes Demonstrativos | Morfologia dos Pronomes | Termos Essenciais da Oração | Sintaxe | Análise Textual | Regência Verbal e Nominal | Advérbios | Reescrita Textual | Flexão de Tempo Verbal | Uso dos Conectivos | Semântica Contextual | Morfologia Verbal
Texto associado

Texto 1


A filosofia como forma de vida 


A filosofia, ao menos desde os tempos de Sócrates (século V a.C.), tinha como principal objetivo ajudar os sujeitos a não viver uma mera vida animal, aprendendo a construir uma forma de vida própria (bios) que fosse além da mera sobrevivência imposta pela vida biológica (zoe). Cada sujeito deveria criar a forma de sua vida de acordo com as opções axiológicas e suas convicções epistêmicas. 


Desse modo, o aparato conceitual desenvolvido por cada escola filosófica, episteme, tinha por finalidade auxiliar na constituição de um ethos ou modo de vida dos sujeitos. A finalidade filosófica de criar uma forma de vida é uma tarefa essencialmente ética. Só há ética no modo como o sujeito constitui sua vida. Como consequência, esse ethos influía nas formas coletivas que os sujeitos criaram nas pólis, política. Havia uma estreita relação entre a forma de vida e a forma política de governo.


A preocupação da filosofia por ajudar os sujeitos a criar uma forma de vida foi diminuindo a partir do século V d.C., com a transferência gradativa dessa tarefa para a teologia cristã, que vinha se consolidando como um saber que adaptou a mensagem bíblica e a tradição sapiencial oriental, própria da teologia semita, aos parâmetros da filosofia grega. Para uma parte significativa dos pensadores cristãos, a teologia cristã, do modo como eles a estavam construindo, era vista como a culminação da filosofia clássica. Michel Foucault considera que o momento crítico em que a filosofia se afastou da teologia, na sua originária missão de criar uma forma de vida, aconteceu no século XVII, quando a razão moderna separou definitivamente o conhecimento da ética, o saber do modo de ser. O que Foucault denominou de “momento cartesiano” representaria o declínio definitivo da filosofia moderna em sua missão de auxiliar os sujeitos a criar uma forma de vida.


Vários autores contemporâneos voltaram parte de suas pesquisas para essa problemática, identificando na filosofia um saber que tem a potencialidade de constituir formas de vida para os sujeitos. Para Foucault e Agamben, a filosofia é capaz de criar estilos de vida com autonomia efetiva dos sujeitos e, como consequência, uma prática que possibilite resistir aos dispositivos biopolíticos de sujeição e controle que dominam nossas sociedades.


RUIZ, C. B. A filosofia como forma de vida. Disponível em: <<http://

www.ihuonline.unisinos.br/artigo/5965-artigo-castor-bartolome-

Analise o 2° parágrafo do texto 1, transcrito abaixo:

Desse modo, o aparato conceitual desenvolvido por cada escola filosófica, episteme, tinha por finalidade auxiliar na constituição de um ethos ou modo de vida dos sujeitos. A finalidade filosófica de criar uma forma de vida é uma tarefa essencialmente ética. Só há ética no modo como o sujeito constitui sua vida. Como consequência, esse ethos influía nas formas coletivas que os sujeitos criaram nas pólis, política. Havia uma estreita relação entre a forma de vida e a forma política de governo.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), em relação ao texto.

( ) No parágrafo, os tempos verbais se alternam predominantemente entre pretérito imperfeito e presente do modo indicativo, expressando situações passadas e comentários do autor, respectivamente.
( ) A palavra “essencialmente” é usada com o mesmo significado da palavra sublinhada em “a razão moderna separou definitivamente o conhecimento da ética” (3° parágrafo), podendo ambas serem substituídas por “necessariamente” sem prejuízo de significado no texto.
( ) O vocábulo “como” pode ser substituído por “pelo qual”, tanto na ocorrência do trecho acima quanto em “do modo como eles a estavam construindo” (3° parágrafo), sem prejuízo de significado no texto. 
( ) O verbo haver tem sentido existencial e, em ambas as ocorrências sublinhadas, o sujeito está posposto ao verbo.
( ) O pronome demonstrativo “esse” pode ser substituído pelo artigo indefinido “um”, mantendo-se a coesão referencial do texto pela retomada de “um ethos”.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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4

457941202034276
Ano: 2017Banca: COPESE - UFJFOrganização: UFJFDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Essenciais da Oração
Texto associado
Ler devia ser proibido
(Guiomar de Gramont*)
A pensar a fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido. Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram, meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-lo com cabriolas da imaginação.
Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem necessariamente ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.
Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas.
É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, podem levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, podem estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos, em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais, etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura? 
É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metrôs, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um. Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos. Para obedecer, não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão.
Para executar ordens, a palavra é inútil.
Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos. A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
Ler pode tornar o homem perigosamente humano.
Publicado originalmente em A formação do leitor: pontos de vista. Org. Juan Prado e Paulo Condini, Leia Brasil, 1999.
*Escritora e professora de Filosofia no Instituto de Filosofia e Artes da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto)  
Releia o trecho:
“Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal.”
De acordo com a gramática normativa, o sujeito das orações destacadas pode ser classificado como:
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5

457941201023585
Ano: 2019Banca: FURBOrganização: Prefeitura de Timbó - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Sintaxe | Termos Essenciais da Oração
Texto associado

As 04 questões a seguir se referem ao texto:

Sendo a flora existente rica em espécimes, o Dr. Fritz Muller, filósofo e naturalista, natural da Alemanha, que veio juntar-se ao Dr. Blumenau, já estando fundada e em franco progresso, fez amplos estudos sobre a flora existente em toda a região da colônia, inclusive sobre a planta denominada “timbó”.

Disponível em: https://www.timbo.sc.gov.br/a-cidade/curiosidades/ Acesso em: 26/maio/2019.

O sujeito da oração “fez amplos estudos sobre a flora existente em toda a região da colônia” é:

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6

457941200975337
Ano: 2024Banca: Prefeitura de Bombinhas - SCOrganização: Prefeitura de Bombinhas - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe | Termos Essenciais da Oração
Analise e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta das palavras em destaque:

“O menino é dedicado.” 
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7

457941201051989
Ano: 2023Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Barcarena - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Termos Essenciais da Oração | Sintaxe | Morfologia Verbal | Classificação Verbal
Texto associado

Aporofobia


Aporofobia é o sentimento de aversão ao pobre. É um temo novo criado para nomear o preconceito e a exclusão de pessoas com base em sua situação socioeconômica.


É uma palavra criada pela filósofa espanhola Adela Cortina para designar a aversão aos pobres e suas implicações na democracia. É um neologismo que remete etimologicamente às palavras gregas áporos (pobre, desvalido) e phobos (medo, aversão). A aporofobia aborda pensamentos, atitudes, práticas e políticas presentes nas relações sociais que desprezam uma pessoa por sua condição puramente socioeconômica.


A aporofobia possui fundamentos estruturais dentro de classes sociais. As causas da aporofobia são muitas e vão desde as desigualdades sociais até os esteriótipos que o nosso cérebro cria naturalmente. As possíveis soluções para a aporofobia passam põr uma educação ética que conscientize as pessoas sobre a importância da compaixão pelo outro e políticas públicas que assegurem uma renda mínima para a população que vive em extrema pobreza.


https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/aporofobia.htm

Assinale a alternativa em que o predicativo é antecedido por um verbo anômalo:

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8

457941200202763
Ano: 2018Banca: CONSESPOrganização: Prefeitura de Santa Fé do Sul - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Termos Essenciais da Oração | Sintaxe
Em “Nosso filho chegou atrasado.”, o predicado é classificado como
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9

457941200152210
Ano: 2024Banca: ADVISEOrganização: Prefeitura de Sertãozinho - PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Essenciais da Oração

 Analise:


“O cliente perdeu os documentos”.


Na frase acima, o núcleo do predicado é:

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10

457941201865909
Ano: 2014Banca: CONSULPLANOrganização: MAPADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Termos Essenciais da Oração
Texto associado
Texto para responder à questão.

Pequenas ações mudam o mundo

Com atos simples, adotados no dia a dia, todos podem contribuir para evitar o desperdício, tirando proveito do meio ambiente de forma sustentável.

    Há uma semana, pessoas do mundo inteiro apagaram suas luzes voluntariamente na Hora do Planeta, um evento que contou com a participação de 125 países. Medidas como esta, de economizar energia elétrica, além de conscientizar a população sobre as questões ambientais, contribuem para a preservação do meio ambiente.
    Adotar práticas sustentáveis tais como dar preferência a produtos ecologicamente corretos, reciclar, evitar desperdícios, não jogar lixo nas ruas e plantar mais árvores são outras medidas sugeridas pelo professor de Direito Ambiental, membro da comissão de Meio Ambiente da OAB, o advogado e biólogo Victo Sarmento.
    Mais do que diminuir a conta no final do mês, economizar energia elétrica reduz o consumo de água nas usinas hidrelétricas. “Demorar menos no banho, desligar o chuveiro na hora que estiver se ensaboando, verificar se as torneiras estão bem fechadas e não lavar calçadas também são procedimentos importantes”, lembrou.
    [...]
    Outra medida bastante simples é economizar e reciclar papel. Algumas empresas imprimem documentos que serão utilizados de forma temporária. Recomenda-se que todos utilizem os dois lados do papel, fazendo borrões desses documentos.
    Com os alimentos não é diferente. É possível reduzir a produção de lixo. “A comida que se transformaria em lixo pode ser direcionada para outras pessoas”, disse. “Cascas de frutas podem funcionar como adubo para jardins, pomares e plantas ornamentais”.
(Isabela Santos. Disponível em: http://www.nominuto.com. Adaptado.)
Em algumas situações de comunicação é interessante usar como recurso a indeterminação do sujeito. Tal recurso é identificado
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