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De acordo com os estudos teóricos sobre gêneros literários, é correto afirmar:
A teoria dos gêneros é um sistema de normas a que os autores têm que se submeter, a fim de produzirem
obras literárias puramente líricas, épicas, ou dramáticas.
A literatura portuguesa surgiu logo após a formação de Portugal, em 1140. O trovadorismo vigorou em Portugal entre os séculos XII e XV.
(Fonte: https://l1nk.dev/literatura-
portuguesa.adaptado)
A literatura produzida na Idade Média é composta pelas cantigas trovadorescas, sendo estas:
INSTRUÇÃO: Leia esta citação de Fernando Pessoa para responder às questões de 7 a 10.
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“Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas e as vozes chegam cômodas até mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.”
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Disponível em: www.livroecafe.com.
Acesso em: 27 mar. 2021.
A voz poética que se expressa em primeira pessoa no texto sugere identificar-se
Ofertas de Aninha (Aos moços): “Cora Coralina.”
Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou.
Ensinou a amar a vida.
Não desistir da luta.
Recomeçar na derrota.
Renunciar a palavras e pensamentos negativos.
Acreditar nos valores humanos.
Ser otimista.
Creio numa força imanente que vai ligando a família humana numa corrente luminosa de fraternidade universal.
Creio na solidariedade humana.
Creio na superação dos erros e angústias do presente.
Acredito nos moços.
Exalto sua confiança, generosidade e idealismo.
Creio nos milagres da ciência e na descoberta de uma profilaxia futura dos erros e violências do presente.
Aprendi que mais vale lutar do que recolher dinheiro fácil.
Antes acreditar do que duvidar.
De acordo com o poema, assinale a alternativa incorreta.
Texto 1
Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.
Com dor da gente fugia,
Antes que esta assim crescesse:
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meio espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho imigo de mim?
SÁ DE MIRANDA, Francisco de. Trova. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos
textos. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 2012.
Texto 2
Minha senhora de mim
Comigo me desavim
minha senhora
de mim
sem ser dor ou ser cansaço
nem o corpo que disfarço
Comigo me desavim
minha senhora
de mim
nunca dizendo comigo
o amigo nos meus braços
Comigo me desavim
minha senhora
de mim
recusando o que é desfeito
no interior do meu peito
HORTA, Maria Teresa. Cem poemas (antologia pessoal): 22 inéditos.
Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.