Ao calcularmos o fluxo de caixa de um projeto de uma grande empresa que utiliza capital próprio e de terceiros em sua estrutura de capital, podemos fazê-lo sob o ponto de vista da empresa e sob o ponto de vista dos acionistas. Ao fazê-lo pelo ponto de vista da empresa, ou seja, calculando o fluxo de caixa global do projeto, deve-se levar em consideração nos cálculos
Para avaliar alternativas de investimento de
capital, a empresa deve terminar os fluxos de
caixa relevantes, que representam saídas e
entradas de caixa incrementais associadas à
proposta. Um dos componentes dos fluxos de
caixa refere-se ao fluxo de caixa residual ou
terminal. Em relação a este componente,
analise as afirmativas abaixo:
I. É um fluxo de entrada ou saída de caixa que
ocorre no último ano do projeto.
II. Todos os projetos apresentam este
componente.
III. É o fluxo de caixa resultante do encerramento
e da liquidação do projeto.
IV. Pode afetar significativamente a decisão de
investimento de capital.
Assinale a alternativa em que todas as
afirmativas estão CORRETAS:
Julgue o item subsecutivo, quanto à alavancagem e ao endividamento.
Na situação em que uma empresa obteve R$ 20.000 de lucro
antes dos juros e imposto de renda e efetuou o pagamento
de R$ 10.000 de juros, o grau de alavancagem financeira é
inferior a 2.
A administração do capital de giro (circulante) abarca as
decisões sobre o volume de recursos de que a empresa
necessita para seu ciclo operacional, envolvendo basicamente o disponível, os valores a receber e os estoques.
O Capital de Giro Líquido (CGL) representa o valor líquido
dos investimentos realizados no ativo circulante da empresa.
As empresas brasileiras de água e saneamento básico costumam ter disponibilidade de capital próprio e reservas em volumes
inferiores às suas necessidades de investimento para atendimento da população. Quando acessam recursos de terceiros, como
empréstimos e debêntures, para aumentar suas receitas e lucros, empregam o que se denomina
Hoje é o último dia do ano e uma empresa precisa decidir sobre a compra de uma nova máquina para substituir uma usada que requer conserto ao custo de R$ 38.000,00. Apesar de hoje estar totalmente depreciada, a máquina usada pode ainda ser usada por dois anos se for consertada. Uma máquina nova custaria R$ 60.000,00 e exigiria R$ 1.000,00 de instalação. O fluxo de caixa líquido das operações foi de R$ 24.200,00 no final do ano. Se for consertada, a máquina usada permitirá a repetição deste fluxo líquido de caixa para os próximos dois anos. A compra da máquina nova possibilitaria um aumento adicional de 50% no fluxo de caixa líquido anual nos próximos dois anos. O custo do capital é de 10% ao ano, para os dois próximos anos. Ao calcular o fator 1/(1+i)n, sendo "i" a taxa e "n" o número de períodos, deve-se arredondar para cima na segunda casa decimal. O valor estimado para a máquina usada ao final de 2 anos é de 20% do seu preço histórico de compra, que foi de R$ 30.000,00. A nova máquina seria depreciada durante um período de 4 anos pelo método linear, mesmo método empregado para a depreciação da máquina já em uso. Caso venha a comprar a máquina nova, a empresa a venderia ao final de 2 anos por um valor estimado equivalente a 15% do seu preço de compra.
Além das informações já apresentadas no CASO ALFA, considere que a alíquota do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido seja de 35% para ganhos de capital. Qual das alternativas apresenta o fluxo de caixa líquido da venda da máquina usada reformada e da máquina nova ao final de dois anos, respectivamente?