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Sobre a linguagem jornalística, considere:
I. A linguagem jornalística deve ser referencial, o modo verbal preferencial é o indicativo e os adjetivos e advérbios devem ser evitados, assim como os pontos de exclamação.
PORQUE
II. A linguagem jornalística prioriza procurar reforçar o caráter participante do redator, de modo que o leitor reconheça a marca de cada jornalista mesmo sem sua assinatura.
No caso,
Julgue o item, relativos a gêneros e técnicas de produção textual.
A notícia caracteriza‐se pela atualidade, pela novidade e
pela objetividade na apresentação, sendo escrita de
forma a priorizar as informações mais relevantes nos
primeiros parágrafos.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. Arantza Echaniz, em seus estudos sobre a ética na comunicação, afirma que os profissionais de imprensa devem desenvolver sua função atendendo ao compromisso da responsabilidade derivada de sua importante tarefa, de acordo com a prescrição constitucional e os princípios deontológicos da profissão jornalística.
Espera-se, assim, que um bom jornalista:
I. Observe sempre uma clara distinção entre material publicitário e informação jornalística, evitando qualquer confusão ou distorção deliberada destes, bem como a difusão de conjecturas e boatos.
II. Utilize quaisquer meios possíveis, lícitos ou não, a fim de buscar informações que possam ser levadas ao público, uma vez que o direito à informação é soberano.
III. Nunca utilize em benefício próprio informações privilegiadas obtidas de forma confidencial como jornalistas no exercício de sua função informativa.
IV. Sempre aceite o chamado “off the record”, mas apenas respeite o acordo com a fonte na medida em que a informação repassada não represente uma grande novidade, caso contrário, é dever do jornalista informar à sociedade tudo o que sabe.
Estão corretas as afirmações:
Dentre alguns sites que se notabilizaram por atuar na área de fact-checking, pode-se citar o norte-americano Snopes. Boatos na internet, notícias publicadas em jornais menos conhecidos do público ou até mesmo lendas urbanas, por exemplo, são apurados à exaustão para que seja verificada a sua veracidade. No Brasil, algumas empresas de comunicação também encamparam a ideia da checagem de fatos em prol de uma prática jornalística que preze pelo conteúdo com credibilidade. No entanto, pode haver risco quando a autonomia dos grupos de comunicação que possuem fact-checkers está comprometida por interesses ideológicos e mercadológicos.
Assim, para manter a independência editorial, Snopes considera peremptório que: