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457941201062794
Ano: 2016Banca: UNESPAROrganização: UNESPARDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Modernismo Brasileiro | Movimentos Literários
Na coletânea Sagarana (1946), de Guimarães Rosa, há uma unidade resultante do ordenamento e da disposição dos elementos estéticos e contextuais constitutivos da narrativa, que revelam a circularidade das histórias e, ao mesmo tempo, a unidade da obra como um todo.
Nessa perspectiva, ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
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2

457941200820695
Ano: 2022Banca: QuadrixOrganização: SEDFDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro | Estudos Literários
Texto associado
O tema negro não é único ou obrigatório, nem se transforma em uma camisa de força para o autor afro-descendente, o que redundaria em visível empobrecimento. Por outro lado, nada obriga que a matéria ou o assunto negro estejam ausentes da escrita dos brancos, atraídos desde cedo pela busca do exótico e da cor local. Nas primeiras décadas do Modernismo, auge da moda primitivista e negrista na literatura e nas artes de vanguarda, ocorrem inúmeras apropriações, incorporadas a textos hoje clássicos, apesar da advertência de Oswald de Andrade contra a “macumba para turistas”. Por isto mesmo, é preciso enfatizar que a adoção da temática afro não deve ser considerada isoladamente e, sim, em sua interação com outros fatores, como autoria e ponto de vista. 

Eduardo de Assis Duarte. Literatura afro-brasileira: um conceito em construção. In: Estudos de literatura brasileira contemporânea, n.º 31, 2008, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima e os diversos aspectos relacionados à literatura afro-brasileira, julgue o item.

O negrismo pode ser encontrado em obras como Poemas negros, de Jorge de Lima, em que a subjetividade negra é representada pelo discurso do branco, em procedimento equiparável ao indianismo dos românticos, quando o nativo surgia reduzido a objeto da fantasia do colonizador.  
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3

457941200180880
Ano: 2010Banca: UESPIOrganização: UESPIDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina, de H. Dobal, nos oferece um vasto e lírico painel do cotidiano da sua cidade natal: desde as ruas e os bairros, passando pelas Igrejas e escolas, até a descrição dos tipos populares. A propósito das praças de Teresina, qual é a observação feita pelo poeta que podemos acatar como correta?
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4

457941202051848
Ano: 2011Banca: UESPIOrganização: UESPIDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Mário de Sá-Carneiro, ao lado de Fernando Pessoa, Almada-Negreiros e Tomás de Almeida, entre outros, fundaram em 1915, em Portugal, a revista Orpheu. Além de ser uma revista de princípios estetizantes e esotéricos, qual outro traço programático se pode reconhecer nesta revista?
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5

457941200356748
Ano: 2024Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Água Santa - RSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Leia o poema abaixo e, a seguir, complete as lacunas do trecho subsequente.


No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra no meio do caminho

tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento

na vida de minhas retinas tão fatigadas.

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

tinha uma pedra

tinha uma pedra no meio do caminho

no meio do caminho tinha uma pedra.


O poema acima, intitulado No meio do caminho, foi escrito por ____________________, representante do _____________ brasileiro.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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6

457941200021674
Ano: 2018Banca: QuadrixOrganização: SEDFDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Modernismo Brasileiro | Movimentos Literários

Considerando o desenvolvimento da literatura no Brasil, bem como os fundamentos de teoria literária, julgue o item.


Há, em Vidas secas, uma perspectiva crítica que extrapola a temática da seca e alcança, por meio de uma linguagem concisa e elíptica, a representação da espoliação da humanidade pelos personagens do romance.

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7

457941201190518
Ano: 2019Banca: CeprosOrganização: CESMACDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Realismo Literário | Modernismo Brasileiro
Segundo Afrânio Coutinho, o fragmento “Notas de Teoria literária”:

“A ficção distingue-se de história e da biografia, por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação da realidade, feita pelo espírito do artista, este imprevisível e inesgotável laboratório. A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade”.

(Afrânio Coutinho. Notas de Teoria Literária).

O fragmento apresentado acima confirma a concepção de que a narrativa de ficção, embora tenha origem na experiência real, seja uma transfiguração da realidade, a exemplo das seguintes criações do Romance brasileiro:

1) Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, que dá voz a um defunto, que narra, logo no primeiro capítulo, os pormenores de sua morte.
2) Graciliano Ramos, em Vidas Secas, que pretendendo manter indícios do Simbolismo, afastou-se dos princípios literários românticos.
3) Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, que optou por transfigurar não apenas traços da realidade, mas entrou pela área linguística e a reinterpretou também.
4) Clarice Lispector, em A hora da Estrela, que, fiel à ficção, questiona sua própria habilidade para compor uma narração no gênero ‘romance’.

Estão corretas
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8

457941201219501
Ano: 2017Banca: CeprosOrganização: CESMACDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro

Ora, se deu que chegou
(isso já faz muito tempo)
no banguê dum meu avô
uma negra bonitinha,
chamada negra Fulô.

Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!

Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá)
- Vai forrar a minha cama
pentear os meus cabelos,
vem ajudar a tirar
a minha roupa, Fulô!

(...)

Essa negrinha Fulô
ficou logo pra mucama
pra vigiar a Sinhá,
pra engomar pro Sinhô!


O poema acima é de autoria de Jorge de Lima, poeta alagoano e um dos principais representantes da segunda geração da poesia modernista. No poema, podemos destacar características dessa geração de poetas, como:

1) a opção por uma linguagem despretensiosa, bem próxima dos padrões coloquiais.

2) uma interlocução dialógica, mesmo que não esteja evidente a participação do interlocutor.

3) ainda que o cenário sugira uma situação de desigualdade social, pode-se ver no uso dos diminutivos uma atitude de carinho.

4) fidelidade à sintaxe lusitana, reforçando os ideais da primeira geração dos poetas modernistas.


Estão corretas:

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9

457941201584420
Ano: 2017Banca: IFBOrganização: IFBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Texto associado
Assinale com V (VERDADEIRO) ou com F (FALSO) as afirmações abaixo sobre os importantes romances Vidas secas e São Bernardo, de Graciliano Ramos, e O Quinze, de Raquel de Queiroz, da geração de 1930. Em seguida, escolha a sequência CORRETA:

( ) A sua história é marcada pela solidão. Abandonado pelos pais e criado por uma negra doceira, trabalhou na roça e, em busca de seu objetivo, o poder econômico, com uma arma na mão e a mentalidade de enriquecer de qualquer modo na cabeça, por não conseguir adquirir a fazenda desejada, em Viçosa, suicida-se. (São Bernardo)

( ) A obra pode ser vista, por um lado, como regionalista, porque critica a vida sofrida do sertão. Há nela uma preciosa aula de escrita, quando o personagem principal, um analfabeto, consegue se humanizar pelas letras e pelo sofrimento. (Vidas Secas)

( ) A criança era só osso e pele depois de morto. O pai foi buscar a velha rezadeira que, olhando o menino doente, disse que ele não tinha mais jeito, pois ele já era de “Nosso Senhor”. A mãe mergulhou no choro. E lá ficou o menino esquelético, na sua cova à beira da estrada, com uma cruz de dois paus feita pelo pai. (O Quinze)

( ) O vaqueiro abateu um animal no meio do caminho. Em seguida, com uma faca, abriu a presa, na esperança de alimentar todos os membros da sua família faminta. Mas, logo, apareceu furioso o dono do animal abatido. O dono recuperou o bicho mesmo morto e, a despeito das súplicas do vaqueiro desesperado, deixou-lhe somente as tripas para servir de alimento. (Vidas Secas)

( ) “Minha mãe, José Baía, Amaro, sinhá Leopoldina, o moleque e os cachorros da fazenda abandonaram-me. Aperto na garganta, a casa a girar, o meu corpo a cair lento, voando, abelhas de todos os cortiços enchendo-me os ouvidos - e, nesse zunzum, a pergunta medonha. Náusea, sono. Onde estava o cinturão? Dormir muito, atrás dos caixões, livre do martírio. Havia uma neblina, e não percebi direito os movimentos de meu pai. Não o vi aproximar-se do torno e pegar o chicote. A mão cabeluda prendeu-me, arrastou-me para o meio da sala, a folha de couro fustigou-me as costas. Uivos, alarido inútil, estertor. Já então eu devia saber que rogos e adulações exasperavam o algoz. Nenhum socorro. José Baía, meu amigo, era um pobre-diabo.” (São Bernardo)
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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10

457941202013205
Ano: 2016Banca: UNIOESTEOrganização: UNIOESTEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Texto associado
Instrução: para responder a questão, leia o texto abaixo.

De ficção e realidade: diálogo possível

– Literatura é fuga do real, cara! Veja o Brasil que temos: propina, tráfico de influência, delações, politicalha, trapaças...  
– Quem disse que a Literatura não tem os pés fincados na realidade? Para o momento brasileiro, valem os versos: “Começa o mundo enfim pela ignorância,/ e tem qualquer dos bens por natureza”.
– Que bens? A rifa das licitações? O propinoduto?  
– É isso mesmo, cara! Diferente do fantasma romântico, parece que o dinheiro virou uma “febre que nunca descansa,/ O delírio que te há de matar!...”. 
 – O que nós temos é uma safra de corruptos e corrompidos.
– Verdade! Sujeito assim safado mereceria “ser das gentes o espectro execrado”. O tal “Ouro branco! Ouro preto! Ouro podre” corrompeu muito político. “De cada ribeirão trepidante e de cada recosto/ de montanha, o metal rolou na cascalhada/ Para o fausto d’El-Rei”. Que vergonha!
– É! Mas, certamente, esse não é o “Ouro nativo que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela...”.
– Sei lá! O que mais nos reserva a Lava-Jato?
– Veja só, cara! Ouvindo os noticiários, tenho a impressão que o assalto do vampiro tem mais equidade: “
– Cê vem com a gente. É uma loja. Nós roubamos e dividimos o dinheiro. Em partes iguais”
– Então, ainda há o que cantar neste país?
– Claro! Vai o legado das Olimpíadas e das Paralimpíadas: “Entre o laboratório de erros/ e o labirinto de surpresas,/ canta o conhecimento do limite,/ a madura experiência a brotar da rota esperança”.  
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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