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Nenhuma outra questão da agenda global é mais suscetível à manipulação dos demagogos do que a questão dos refugiados e migrantes. “Nós” contra “eles” é um unificador irresponsável e atemporal, usado ao longo da história para obscurecer nossa humanidade comum. A diferença agora é que, mais do que nunca, as pessoas estão em movimento, em uma época em que narrativas se espalham com enorme velocidade, e vemos uma crescente xenofobia — que muitas vezes irrompe em violência.
Ban Ki-Moon. Uma resposta global aos refugiados. In: Folha de S.Paulo, 25/9/2016, p. A3 (com adaptações).
OAB-RJ vai ao STF pedir a cassação do mandato de Jair Bolsonaro
A Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro (OAB-RJ) informou nesta terça-feira (19) que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir a cassação do mandato do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC).
(G1, 19.04.2016. Disponível em:<http://goo.gl/Sz57uB>
Observe atentamente as seguintes frases:
I – Estação Primeira da Mangueira conquista carnaval de 2016 com enredo homenageando Gal Costa.
II – Organizadores da Feira Literária de Paraty decidem torná-la bienal e justificam sua interrupção este ano.
III – Com Mateus Solano, filme “Em Nome da Lei” mostra luta de um juiz contra o tráfico na fronteira do Paraguai.
IV – Tanto a seleção masculina quanto a feminina enfrentarão a África do Sul na fase de grupos do futebol olímpico.
Quantas dessas quatro frases correspondem a fatos efetivamente noticiados em 2016?
Um dia após a derrota, em referendo, do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o presidente colombiano Juan Manuel Santos abriu diálogo com a oposição para buscar novo pacto. As FARC reafirmaram a intenção de selar a paz e mantiveram o cessar-fogo.
O Globo, 4/10/2016, capa (com adaptações).
Tendo o fragmento de texto anteriormente apresentado como referência inicial, julgue os próximos itens, relativos às FARC e à tentativa do acordo de paz dessa guerrilha com o governo colombiano.
O fragmento de texto em apreço sugere dificuldade
intransponível para que novo acordo seja celebrado entre o
governo colombiano e as FARC.
O Congresso recusou nesta sexta-feira (02.09.2016), mais uma vez, o projeto de governo no país ibérico apresentado pelo Partido Popular. Se o impasse político persistir até 31 de outubro, o país voltará às urnas em dezembro, nas terceiras eleições em um ano. O premiê em exercício precisava da maioria dos deputados para formar seu governo. Sua sigla, o Partido Popular, conservador, venceu as duas últimas eleições, em dezembro de 2015 e em junho, mas sem os assentos necessários para governar.
(Folha de S.Paulo, 02.09.2016. Disponível em:: <http://goo.gl/L9hETM>