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457941200390413
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Estudos Literários
Texto associado
Os que regressavam consigo, clérigos, astrólogos genoveses, comerciantes judeus, aias, contrabandistas de escravos, brancos pobres do Bairro Prenda, do Bairro da Cuca, abraçados a volumes de serapilheira, a malas atadas com cordéis, a cestos de verga, a brinquedos quebrados, formavam uma serpente de lamentos e miséria aeroporto adiante, empurrando a bagagem com os pés (na faixa reservada aos passageiros em trânsito passavam islandeses altos e desgrenhados como pássaros de rio) na direcção de uma secretária a que se sentava, em um escabelo, um escrivão que lhe perguntou o nome (Pedro Álvares quê?), o conferiu numa lista datilografada cheia de emendas e de cruzes a lápis tirou os óculos de ver ao perto para o examinar melhor, inclinado de banda no poleiro de fórmica, passeou o polegar errático no bigode e inquiriu de repente Tendes família em Portugal?, e eu disse Senhor não, muito depressa, sem pensar, porque a minha velha se finou de icterícia há seis anos e dos tios que aqui permaneceram quase não me recordo ou não me recordo nunca, ignoro se ficaram em Coruche e se ficaram onde moram, com quem moram, quantos filhos têm, se estão vivos.


ANTUNES, António Lobo. As naus. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

Levando-se em conta as possibilidades de foco narrativo apresentadas por Lígia Chiappini Moraes Leite (2002), com base na tipologia de Norman Friedman, observa-se no excerto e ao longo do romance o uso de
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2

457941200786849
Ano: 2022Banca: Instituto AccessOrganização: Prefeitura de Itabira - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Dentro dos estudos literários, é fundamental que se reconheçam recursos estilísticos, como as figuras de linguagem. Nesse cenário, ao analisar a frase “Um pequeno passo para um homem, um grande passo para a humanidade”, é correto afirmar que se tem exemplo de
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3

457941201051828
Ano: 2023Banca: IDHTECOrganização: Prefeitura de Condado - PEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
“Basicamente, a escola ensina a ler e não propõe tarefas para que os alunos pratiquem essa competência. Ainda não se acredita completamente na ideia de que isso deve ser feito não apenas no início da escolarização, mas num processo contínuo, para que eles deem conta dos textos imprescindíveis para realizar as novas exigências que vão surgindo ao longo do tempo. Considerase que a leitura é uma habilidade que, uma vez adquirida pelos alunos, pode ser aplicada sem problemas a múltiplos textos. Muitas pesquisas, porém, mostram que isso não é verdade. Quando o objetivo é aprender, isso significa, em primeiro lugar, ler para poder se guiar num mundo em que há tanta informação que às vezes não sabemos nem por onde começar. Em segundo lugar, significa não ficar apenas no que dizem os textos, mas incorporar o que eles trazem para transformar nosso próprio conhecimento. Pode-se ler de forma superficial, mas também pode-se interrogar o texto, deixar que ele proponha novas dúvidas, questione ideias prévias e nos leve a pensar de outro modo.” (SOLÉ, Isabel.https://novaescola.org.br/conteudo/304/para-isabel-sole-a-leitura-exige-motivacao-objetivos-claros-e-estrategias)





A proposta da autora implica em aplicar estratégias de leitura em sala de aula, que podem ser todas elencadas abaixo, EXCETO:
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4

457941201328495
Ano: 2014Banca: COPEVE-UFALOrganização: ALGÁSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários

Argumento

Mas se todos fazem

ALVIM, F. Argumento. In: Os cem melhores poemas brasileiros do século.

Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Dadas as afirmativas abaixo a respeito do poema,

I. Para a compreensão do sentido, o único verso e o título se complementam, constituindo-se partes fundamentais do poema.

II. O verso “Mas se todos fazem” sugere o argumento utilizado por muitas pessoas para justificar suas ações, ou seja, se a maioria age assim, todos se sentem autorizados a fazê-lo.

III. No poema, a voz autoral é fortemente marcada pelo uso da conjunção “mas”.

IV. Predomina, no poema, a função expressiva da linguagem, uma vez que a voz autoral está presente.

verifica-se que está(ão) correta(s)

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5

457941201493149
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: IF-SEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Estudos Literários | Gênero Narrativo
O romance Essa terra, de Antônio Torres, publicado pela primeira em 1976, narra o conflito entre as expectativas boas quanto ao progresso, sem desconsiderar o modo como o progresso é imposto, muitas vezes por violência. No romance de Antônio Torres, o desfecho da trajetória de Nelo, personagem que voltou para a terra natal, no meio rural, depois de viver por vinte anos em São Paulo, leva a uma série de indagações sobre os processos sociais, notadamente, mediante as relações que envolvem o progresso e a migração do campo para a cidade, que tanto dizem respeito à formação brasileira. Mediante o exposto, a discussão do romance Essa terra muito bem responderia ao princípio VI do artigo 3o do Capítulo II da Resolução Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno nº 1/2021, que diz sobre a “indissociabilidade entre educação e prática social, bem como entre saberes e fazeres no processo de ensino e aprendizagem, considerando-se a historicidade do conhecimento”, porque leva o alunado a
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6

457941200917575
Ano: 2019Banca: CONSULPAMOrganização: Prefeitura de Quadra - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Texto associado

Texto 1

Conceição atravessava muito depressa o Campo de Concentração.

   Às vezes uma voz atalhava:

   — Dona, uma esmolinha...

   Ela tirava um níquel da bolsa e passava adiante, em passo ligeiro, fugindo da promiscuidade e do mau cheiro do acampamento.

    Que custo, atravessar aquele atravancamento de gente imunda, de latas velhas, e trapos sujos!

    Mas uma voz a fez parar.

    – Doninha, dona Conceição, não me conhece?

   Era uma mulata de saia preta e cabeção encardido, que, ao ver a moça, parara de abanar o fogo numa trempe, e a olhava rindo.

    Conceição forçou a memória.

    – Sim... Ah! É a Chiquinha Boa! Por aqui? Mas você não era moradora de seu Vicente? Saiu de lá?

    A mulher inclinou a cabeça para o ombro, coçou a nuca:

    – A gente viúva... Sem homem que me sustentasse... Diziam que aqui o governo andava dando comida aos pobres... Vim experimentar...

    Já Conceição, esquecendo a pressa, sentarase num tronco de cajueiro, interessada por aquela criatura que chegava do sertão:

      – E tudo por lá? Bem?

     – Vai, sim senhora. Seu Major, dona Idalina e as moças foram pro Quixadá. Só ficou o seu Vicente...

     Conceição espantou-se:

    – E eu não sabia! Também faz dias que a Lourdinha não me escreve! Então o Vicente está sozinho? Por quê, coitado?

    – Ora, as moças pegaram a falar que não aguentavam mais... Seu Vicente também achava ali muito ruim para a família... Sem banho, mandando buscar água a mais de légua de distância... Ele mesmo só ficou porque carecia dele lá, mode o gado. Mas toda semana vai no Quixadá...

     A moça comoveu-se com esse isolamento:

    — Imagino como a vida do pobre não é triste!

     A mulher riu-se.

    – Qual nada! Seu Vicente é pessoa muito divertida... É naquela labuta, mas sempre tirando prosa com um, com outro... É um moço muito sem bondade... Dizedor de prosa como ele só!...

     Conceição deixava-a falar, e a Chiquinha continuou, num riso malicioso:

    – E até aquela filha do Zé Bernardo, só porque sempre ele passa lá e diz alguma palavrinha a ela, anda toda ancha, se fazendo de boa...

     Conceição estranhou a história e não pôde se conter:

     – E ele tem alguma coisa com ela?

      A mulata encolheu os ombros:

      – O povo ignora muito... se tiver, pior pra ela... Que moço branco não é pra bico de cabra que nem nós...  

    A conversa principiou a incomodar Conceição; o mau cheiro do campo parecia mais intenso; e levantou-se, dando uma prata à mulher:

    – Amanhã eu volto e vejo como vocês vão... Todos os dias venho aqui, ajudar na entrega dos socorros... Se você tiver muita precisão de alguma coisa, me peça, que eu faço o que puder...

     Quando transpôs o portão do Campo, e se encostou a um poste, respirou mais aliviada. Mas, mesmo de fora, que mau cheiro se sentia! 

    Através da cerca de arame, apareciam-lhe os ranchos disseminados ao acaso. Até a miséria tem fantasia e criara ali os gêneros de habitação mais bizarros

     Uns, debaixo dum cajueiro, estirados no chão, quase nus, conversavam.

   Outros absolutamente ao tempo, apenas com a vaga proteção de uma parede de latas velhas, rodeavam um tocador de viola, um cego, que cantava numa melopeia cansada e triste:

        Ninguém sabe o que padece

       Quem sua vista não tem!...

       Não poder nunca enxergar

       Os olhos de quem quer bem!...

       E junto deles, uma cabocla nova atiçava um fogo. 

     Uma velha, mais longe, sentada nuns tijolos, fazia com que uma caboclinha muito magra e esmolambada lhe catasse os cabelos encerados de sujeira.

     E, além, uma família de Cariri velava um defunto, duro e seco, apenas recoberto por farrapos de cor indecisa.

      Conceição sabia quem ele era. Tinha morrido ao meio-dia, e a sua gente teimava em não o misturar com os outros mortos.

      O bonde chegou.

     Ainda sob a impressão da conversa com a Chiquinha Boa, a moça pensava em Vicente. E novamente sofreu o sentimento de desilusão e despeito que a magoara quando a mulher falava.

     “Sim, senhor! Vivia de prosear com as caboclas e até falavam muito dele com a Zefa do Zé Bernardo!”

     E ela, que o supunha indiferente e distante, e imaginava que, aos olhos dele, todo o resto das mulheres deste mundo se esbatia numa massa confusa e indesejada...

     Que julgara ter sido ela quem lhe acordara o interesse arisco e desdenhoso do coração!...

      “Uma cabra, uma cunhã à toa, de cabelo pixaim e dente podre!...”


(QUEIROZ. R. O quinze. Rio de Janeiro: José Olympio, 2012)

Quanto ao que afirmam os Parâmetros Curriculares Nacionais acerca do ensino de Literatura, é CORRETO afirmar somente que:
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7

457941201083592
Ano: 2022Banca: AGIRHOrganização: Prefeitura de Roseira - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários

Leia o poema de Raimundo Correia e responda a alternativa correta:


MAL SECRETO


Se a cólera que espuma, a dor que mora

N'alma, e destrói cada ilusão que nasce,

Tudo o que punge, tudo o que devora

O coração, no rosto se estampasse;

Se se pudesse, o espírito que chora,

Ver através da máscara da face,

Quanta gente, talvez, que inveja agora

Nos causa, então piedade nos causasse!

Quanta gente que ri, talvez, consigo

Guarda um atroz, recôndito inimigo,

Como invisível chaga cancerosa!

Quanta gente que ri, talvez existe,

Cuja ventura única consiste

Em parecer aos outros venturosa!


CORREIA, Raimundo. Poesia Completa e Prosa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1961, p.135-136.

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8

457941200858584
Ano: 2024Banca: IDESGOrganização: Prefeitura de Varre-Sai - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
O entendimento do que é literatura adquiriu diferentes nuances no decorrer do século XX, momento em que o estudo da Teoria e Crítica literária tornou-se corrente nos cursos de Letras. Nesse sentindo, relacione abaixo a escola literária e seu respectivo conceito:

I. Formalismo

II. New Criticism

III. Estruturalismo


a) Todo texto literário, seja poesia ou prosa, pode ser interpretado em sua própria unidade e autonomia, sem necessidade de recorrer a um contexto extraliterário.

b) A linguagem cotidiana distingue-se da literária devido à sua literariedade e sua capacidade de provocar estranhamento no leitor diante dos textos literários.

c) Em todas as obras literárias é possível identificar a estrutura do discurso literário, formado por um conjunto abstrato de procedimentos próprios ao fazer literário.

Nesse sentido, a alternativa que contempla a sequência correta de respostas é: 
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9

457941200644304
Ano: 2023Banca: Avança SPOrganização: SAEP de Pirassununga - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários

Qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação à diferença entre textos literários e não-literários?

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10

457941201226814
Ano: 2025Banca: UFSMOrganização: UFSMDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Em 2003, foi sancionada a Lei Nº 10.639, tornando obrigatório o ensino de história, cultura e literatura afro-brasileira. Em 2008, essa lei foi atualizada como Lei Nº 11.645, incluindo o ensino de história, cultura e literatura indígena. No campo da Literatura, busca-se ensinar também as literaturas africanas de língua portuguesa como forma de aproximação entre o continente africano e a língua portuguesa.


Sobre as Literaturas de Língua Portuguesa estudadas no Brasil, considere as afirmativas a seguir.


I  →  Os textos literários de autoria africana em língua portuguesa apresentam uma realidade exótica e mágica do continente africano. 

II  →  A inclusão de autores como Pepetela (Angola) e Mia Couto (Moçambique) na lista de leituras literárias obrigatórias de vestibulares concorridos nacionalmente foi fator determinante para a publicação desses autores no Brasil e, consequentemente, sua popularidade entre os leitores de literatura.

III  →  Desde a sanção da Lei Nº 10639/03 que a disciplina de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa é obrigatória nos cursos de Letras das universidades públicas e privadas do Brasil.

IV  →  Mais de vinte anos após a sanção da Lei Nº 10639/03, é possível observar os cinco países africanos de língua oficial portuguesa (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde) presentes nas leituras literárias obrigatórias da educação básica.


Está(ão) correta(s)
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