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Art. 19 − (...) o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente, ressalvadas as disposições legais em contrário.
Lei Federal nº 12.965, de 23 de abril de 2014. planalto.gov.br.
O artigo citado está contido na seção III da lei e se refere aos fatores que condicionam a responsabilização de provedores de aplicações de internet, em função de conteúdos gerados por terceiros em suas plataformas.
Com base no texto, observa-se que tal norma tem por objetivo imputar a esses provedores a
seguinte obrigação:
A interatividade e as mídias sociais transformaram o dia a dia profissional dos jornalistas de rádio.
Acerca do tema, analise as afirmações abaixo.
I. A internet representa um risco para o rádio pois retira parte de sua audiência.
II. O rádio é, por excelência, um veículo que estabelece vínculos de grande proximidade e isso está em sintonia com a demanda contemporânea da audiência.
III. As redes sociais servem para promover a imagem dos profissionais de rádio, sem exigir em contrapartida uma aproximação desses profissionais com o público que o seguem.
IV. O que vai ao ar nos ambientes digitais da emissora, nada tem a ver com o conteúdo das transmissões pelo dial.
Está correto apenas o que se afirma em
A videorreportagem é um recurso cada vez mais presente na produção jornalística. Com o advento das redes sociais, trata-se de uma estratégia de comunicação disponível ao assessor de imprensa para veicular conteúdos.
Tomando-se por base tal princípio, analise as afirmativas a seguir:
I- A linguagem da videorreportagem faz com que
o repórter acabe virando personagem, na medida
em que contextualiza as imagens gravadas.
II- Quando não usados tripés, as panorâmicas tremidas nas videorreportagens são inevitáveis e os rostos podem parecer deformados até que o videorrepórter focalize corretamente, mas isso não tira a credibilidade da matéria, pelo contrário, reforça-a.
III- A ausência de cumplicidade se consubstancia quando a lente da câmera ou o olho do repórter se converte no olho do telespectador.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
Leia o trecho a seguir.
“Para as organizações noticiosas, uma nova função tem emergido. O pesquisador Axel Bruns (2003) descreve o novo papel colaborativo do jornalismo em rede. Na era das redes ou da conexão, o jornalista atua mais como aquele que examina os fatos para avaliar sua veracidade e boa-fé, como um autenticador dos jornalistas cidadãos e curador do que é reportado nas redes sociais” (CANAVILHAS, 2014, cap. 7).
A nova função apontada pelo autor é conhecida como: