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O ciclo do ouro e do diamante representou uma fase crucial na história colonial do Brasil, moldando profundamente sua organização socioeconômica e política. Acerca desse assunto, analise cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F):
I. A descoberta de ouro e diamantes, principalmente nas regiões do interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, incentivou a migração de pessoas em busca de riqueza, levando à expansão territorial e ao povoamento de áreas anteriormente pouco exploradas.
II. A descoberta de grandes depósitos de ouro na região de Ouro Preto atraiu milhares de pessoas em busca de riqueza, resultando em um rápido crescimento populacional e urbano e culminando na elevação de Ouro Preto à condição de capital da capitania de Minas Gerais.
III. Para facilitar a exploração e o transporte de ouro e diamantes, foram construídas estradas, pontes e caminhos que ligavam as áreas de mineração aos portos e centros de comércio.
IV. Os indígenas escravizados constituíram a principal força de trabalho nas minas.
Qual é a alternativa correta?
Considerando as características da escravidão no continente africano após o contato com os portugueses, no século XV, analise as assertivas abaixo:
I. Os portugueses transformaram uma prática local em comércio internacional, pois a escravidão e o comércio de escravizados já eram práticas comuns na África antes da chegada dos europeus no século XV.
II. O apresamento dos escravizados era uma tarefa cara e perigosa, porém os ataques que promoviam eram justificados aos olhos dos cristãos europeus, por terem como alvo povos não cristãos, considerados por eles inferiores e selvagens.
III. Com o tempo, tornou-se mais vantajoso utilizar costumes e práticas já existentes no continente para a captura dos escravizados, além de estabelecer alianças com chefes locais e aproveitar a escravidão para desenvolver a colonização nas ilhas de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
Quais estão corretas?
“Como resultado, as leis não só eram uniformemente aplicadas no tempo e no espaço, como frequentemente se desprezavam inteiramente, havendo sempre, caso fosse necessário um ou outro motivo justificado para a desobediência. E daí, a relação que encontramos entre aquilo que lemos nos textos legais e o que efetivamente se pratica é muitas vezes remota e vaga, se não redundantemente contraditória. Sendo assim, e como é esta prática que mais nos interessa aqui, e não a teoria, temos que recorrer com a maior cautela àqueles textos legais, e procurar de preferência outras fontes para fixarmos a vida administrativa da colônia” (PRADO JR, 1963, pp. 297 – 299).
A alternativa que expressa melhor a análise de Prado Jr. a respeito da burocracia e ordenamento jurídico do período colônia é: