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Na maioria das análises sísmicas de exploração e de reservatório, os principais objetivos são reproduzir corretamente a estrutura geológica em tempo e profundidade, e caracterizar corretamente as amplitudes das reflexões. Atributos sísmicos têm sido usado com sucesso para determinar ambientes deposicionais (canais fluviais ou de águas profundas, acumulações carbonáticas); detectar e melhorar falhas e conjuntos de fraturas para revelar a geodinâmica da bacia. Os atributos a seguir são geneticamente designados para definição de feições estruturais, EXCETO:
Atributos sísmicos são rotineiramente utilizados para acelerar e quantificar a interpretação de características tectônicas em dados sísmicos 3D. Seu maior uso é para destacar propriedades sutis das amplitudes, difíceis de serem percebidos a olho nu. Porém diversos efeitos causados pela interferência direta do geofísico podem trazer artefatos considerados como falsas estruturas, em feições falsamente realçadas (pitfalls) na visualização. Constata-se que a chance de um intérprete não compreender uma falsa estrutura (pitfall), gerada pela interferência humana, é inversamente proporcional à sua experiência. São possíveis causas de falsas estruturas por interferência humana, EXCETO:
Atributos sísmicos descrevem características dos dados sísmicos e buscam quantificá-las para diversas finalidades geológicas. Taner e Sheriff (1979) apresentaram cinco atributos usando a matemática de definição do traço sísmico complexo. Seus significados geológicos tiveram que ser inferidos empiricamente. a seguinte sequência aponta os 5 atributos primitivos do traço complexo propostos por tais autores:
Análise de fácies sísmicas também pode se correlacionar à descrição e interpretação geológica (ambiente, litofácies, etc.) dos parâmetros de reflexão sísmica, principalmente seus arranjos 3D e terminações 2D. Quanto às terminações observadas nas amplitudes, uma das ferramentas mais úteis na sismoestratigrafia é o Método ABC, que mapeia e traduz as terminações de amplitudes de cada unidade de fácies sísmica que represente uma sequência sismoestratigráfica. O método se expressa na forma (A-B)/C, em que A é o padrão de terminação das reflexões no limite da sequência superior, B é o padrão de terminação das reflexões no limite da sequência inferior e C é o padrão sísmico interno da sequência analisada. Com relação a esse método ABC, todas as afirmações a seguir são corretas, EXCETO:
Fácies sísmicas podem ser descritas como “unidades sísmicas tridimensionais mapeáveis, compostas por grupos de reflexões cujos parâmetros são diferentes das unidades fácies adjacentes”. Análise de facies sísmicas é a descrição e a interpretação de eventos de reflexão sísmica, tais como configuração, continuidade, amplitude e frequência, internos a uma estrutura estratigráfica de uma seqüência deposicional. Seu objetivo é determinar as variações de parâmetros sísmicos internos de seqüências de terceira ordem e seus tratos de sistemas para descrever variações laterais de litofácies e alterações do tipo de fluido. Quando se deseja usar atributos sísmicos na interpretação de parâmetros de reflexão sísmica, as seguintes afirmativas, que relacionam o atributo sísmico a suas aplicações geológicas, estão corretas, EXCETO:
Na área do Pré-Sal brasileiro, uma prática muito comum é a aplicação de dados invertidos para geração de volumes de impedâncias compressionais (IP) e cisalhantes (IS) calibradas com valores obtidos em perfis de poços. Um volume sísmico muito comum na tentativa de correlações entre dados sísmicos e tais impedâncias é denominado volume (em que é o módulo de cisalhamento e , a densidade). A seguinte equação, usada para gerar volumes invertidos, mostra a melhor aproximação do valor sísmico de :
Todos os itens abaixo são consequências ou benefícios proporcionados pela inversão de dados sísmicos para impedância, EXCETO:
Todos os itens abaixo fazem parte dos procedimentos de inversão para modelagem em profundidade da Terra para estimativas de velocidades das camadas, EXCETO:
Todos os itens abaixo fazem parte dos processos de inversão para modelagem em profundidade da Terra, para estimar as geometrias de refletores, EXCETO:
A modelagem inversa é uma técnica matemática cujo objetivo é determinar propriedades físicas de subsuperfície de uma região terrestre que tenha produzido um determinado registro sísmico. Algumas das propriedades que são invertidas incluem velocidade acústica, formação e densidades de fluidos, impedância da onda P, razão de Poisson, compressibilidade da formação, rigidez de cisalhamento, porosidade e saturação de fluido. Tal modelagem tem sido muito útil para os geofísicos e pode ser categorizada em dois grandes tipos: inversão determinística e estocástica. Assinale a única afirmativa válida para essas inversões: