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Transporte adequado de bovinos
O transporte de bovinos é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. No Brasil, todo os dias, milhares de bovinos são transportados, sendo os abatedouros o principal destino.
O transporte rodoviário ainda é o mais utilizado e, para que os animais não sofram com estresse e para que não ocorram problemas com a carne ou até mesmo a morte dos animais, os produtores e os transportadores devem seguir as recomendações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados – categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
I. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência, promovendo uma alta taxa de acidentes e ferimentos nos bovinos, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
II. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições, embora não seja necessário ter conhecimentos sobre a situação das estradas, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Transporte adequado de bovinos
O transporte de bovinos é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. No Brasil, todo os dias, milhares de bovinos são transportados, sendo os abatedouros o principal destino.
O transporte rodoviário ainda é o mais utilizado e, para que os animais não sofram com estresse e para que não ocorram problemas com a carne ou até mesmo a morte dos animais, os produtores e os transportadores devem seguir as recomendações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados – categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
I. Todos os envolvidos com o transporte devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. O manual citado no texto recomenda que se definam previamente as rotas, as datas e os horários previstos para o embarque e o desembarque dos animais e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte, conforme sugere o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Transporte adequado de bovinos
O transporte de bovinos é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. No Brasil, todo os dias, milhares de bovinos são transportados, sendo os abatedouros o principal destino.
O transporte rodoviário ainda é o mais utilizado e, para que os animais não sofram com estresse e para que não ocorram problemas com a carne ou até mesmo a morte dos animais, os produtores e os transportadores devem seguir as recomendações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados – categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
I. São partes envolvidas com o transporte de bovinos as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
II. O manual citado no texto recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados, as categorias e os números, o tipo de veículo a ser utilizado e o número de veículos necessários, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Transporte adequado de bovinos
O transporte de bovinos é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. No Brasil, todo os dias, milhares de bovinos são transportados, sendo os abatedouros o principal destino.
O transporte rodoviário ainda é o mais utilizado e, para que os animais não sofram com estresse e para que não ocorram problemas com a carne ou até mesmo a morte dos animais, os produtores e os transportadores devem seguir as recomendações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados – categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
I. No transporte de bovinos, as fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, não sendo sua responsabilidade reunir os documentos necessários para a viagem, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. Não é permitido dar aos motoristas qualquer treinamento sobre o manejo no transporte de bovinos, pois o seu trabalho limita-se a que eles estejam atentos a todas as informações sobre a estrada, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Transporte adequado de bovinos
O transporte de bovinos é uma atividade importante na cadeia produtiva da carne. No Brasil, todo os dias, milhares de bovinos são transportados, sendo os abatedouros o principal destino.
O transporte rodoviário ainda é o mais utilizado e, para que os animais não sofram com estresse e para que não ocorram problemas com a carne ou até mesmo a morte dos animais, os produtores e os transportadores devem seguir as recomendações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do Manual de Boas Práticas de Manejo – Transporte.
Segundo o documento, durante o transporte, a intensidade de estresse é variável, dependendo da forma com que os animais são manejados, das condições em que são transportados, da duração da viagem, das condições das estradas e do clima, entre outros fatores.
Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte são: agressões diretas, formação de novos grupos, instalações e transporte inadequados. Quando as condições de transporte não são boas, com estradas ruins, viagens longas, caminhões e compartimentos de carga em mau estado de conservação e direção sem cuidado, o estresse é mais intenso e os riscos de ferimentos e de mortes de animais aumentam.
Por isso, todos os envolvidos com o transporte – as equipes das fazendas, os responsáveis pela compra do gado, as transportadoras, os motoristas boiadeiros e os responsáveis pela recepção dos bovinos nos abatedouros – devem conhecer o comportamento e as necessidades dos bovinos, para que possam realizar as atividades com o cuidado necessário, reduzindo os riscos de estresse, de ferimentos e de morte de animais durante as viagens.
O planejamento e a organização do transporte são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros. O manual recomenda que se defina previamente quais animais serão transportados – categorias e números, o tipo de veículo a ser utilizado, o número de veículos necessários, as rotas, datas e horários previstos para o embarque e o desembarque e quem serão os motoristas responsáveis pelo transporte.
As fazendas precisam preparar os lotes de embarque com antecedência e de forma correta, além de providenciar os documentos necessários para a viagem. As transportadoras e os motoristas devem manter os veículos em boas condições e ter conhecimentos sobre a situação das estradas. Os motoristas têm de ser treinados em boas práticas de manejo no transporte e estarem atentos a todas as informações sobre a viagem. Os abatedouros devem estar preparados para realizar o desembarque dos animais com agilidade e eficiência.
I. O planejamento e a organização do transporte de bovinos são responsabilidades das fazendas, das transportadoras, dos motoristas e dos abatedouros, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.
II. Os principais problemas durante os manejos de embarque e transporte de bovinos são as agressões diretas, a formação de novos grupos, as instalações e o transporte inadequados, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
BRUCELOSE
A Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, e, portanto, é uma zoonose.
Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem abortos no terço final da gestação e nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento. Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos índices produtivos e reprodutivos. Além disso, a ocorrência de Brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.
O controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente. A disseminação da Brucella pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma estratégia de controle importante.
Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a Brucelose bovina: B19 e RB51. A vacinação contra Brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade. A vacina a ser utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de Brucella abortus. Por ser uma vacina viva, somente o Médico Veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.
As fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico. Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.
Para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.
I. O texto procura deixar claro para o leitor que o controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente que causa a doença.
II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que as fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar uma produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade.
Marque a alternativa CORRETA:
BRUCELOSE
A Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, e, portanto, é uma zoonose.
Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem abortos no terço final da gestação e nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento. Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos índices produtivos e reprodutivos. Além disso, a ocorrência de Brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.
O controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente. A disseminação da Brucella pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma estratégia de controle importante.
Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a Brucelose bovina: B19 e RB51. A vacinação contra Brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade. A vacina a ser utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de Brucella abortus. Por ser uma vacina viva, somente o Médico Veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.
As fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico. Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.
Para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.
I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella.
II. As informações presentes no texto permitem inferir que os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem os abortos no terço final da gestação e os nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Marque a alternativa CORRETA:
BRUCELOSE
A Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, e, portanto, é uma zoonose.
Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem abortos no terço final da gestação e nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento. Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos índices produtivos e reprodutivos. Além disso, a ocorrência de Brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.
O controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente. A disseminação da Brucella pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma estratégia de controle importante.
Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a Brucelose bovina: B19 e RB51. A vacinação contra Brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade. A vacina a ser utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de Brucella abortus. Por ser uma vacina viva, somente o Médico Veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.
As fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico. Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.
Para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.
I. Após a análise do texto, é possível concluir que, apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento.
II. O texto afirma que existem duas vacinas brasileiras contra a Brucelose bovina: a B19 e a RB51. Ambas são administradas em touros adultos ou em bezerros machos com idade superior a 22 meses, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
BRUCELOSE
A Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, e, portanto, é uma zoonose.
Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem abortos no terço final da gestação e nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento. Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos índices produtivos e reprodutivos. Além disso, a ocorrência de Brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.
O controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente. A disseminação da Brucella pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma estratégia de controle importante.
Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a Brucelose bovina: B19 e RB51. A vacinação contra Brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade. A vacina a ser utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de Brucella abortus. Por ser uma vacina viva, somente o Médico Veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.
As fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico. Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.
Para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a Brucelose acomete o homem e os animais de um rebanho, e, portanto, é uma zoonose. Devido a esse risco para a população humana, quando um rebanho apresenta um indivíduo com essa doença, todo o rebanho deve ser imediatamente sacrificado, afirma o texto.
II. O texto sugere que, para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME).
Marque a alternativa CORRETA:
BRUCELOSE
A Brucelose consiste em uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias do gênero Brucella que acomete o homem e os animais, e, portanto, é uma zoonose.
Os bovinos são acometidos pela Brucella abortus, comprometendo especialmente o sistema reprodutivo. Os sinais clínicos mais comuns da Brucelose bovina envolvem abortos no terço final da gestação e nascimentos de bezerros prematuros e fracos, além de orquite nos machos.
Apesar da implementação de programas para erradicação da doença, a Brucelose apresenta caráter endêmico em diversos países, principalmente naqueles em desenvolvimento. Os prejuízos para a cadeia leiteira envolvem perdas econômicas significativas relacionadas à redução da eficiência do rebanho devido à queda dos índices produtivos e reprodutivos. Além disso, a ocorrência de Brucelose bovina em uma determinada propriedade ocasiona perda de credibilidade da unidade de produção, principalmente no quesito relacionado à venda de animais.
O controle e a prevenção da Brucelose bovina estão diretamente ligados à interrupção da cadeia de transmissão do agente. A disseminação da Brucella pode ser interrompida principalmente pelo diagnóstico e eutanásia dos animais positivos e pelo aumento de indivíduos resistentes na população, sendo a vacinação das fêmeas uma estratégia de controle importante.
Duas são as vacinas existentes hoje no Brasil contra a Brucelose bovina: B19 e RB51. A vacinação contra Brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade. A vacina a ser utilizada nesta fase é a B19, composta por amostra viva liofilizada de Brucella abortus. Por ser uma vacina viva, somente o Médico Veterinário cadastrado no órgão oficial do Estado ou vacinador auxiliar, treinado e sob a responsabilidade desse profissional, estão autorizados a aplicá-la.
As fêmeas vacinadas com idade superior a 8 meses podem apresentar produção de anticorpos aglutinantes que interferem no diagnóstico da doença após os 24 meses de idade. Ou seja, um animal não infectado poderá apresentar resultado positivo no teste diagnóstico. Quando a bezerra é vacinada antes de completar os 8 meses, a concentração de anticorpos estimulados pela vacinação reduz rapidamente e os animais acima de 24 meses são totalmente negativos nos testes sorológicos. Os machos não devem ser vacinados.
Para o diagnóstico da Brucelose bovina, os testes mais recomendados são o Teste de Soroaglutinação com Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) e o 2-Mercaptoetanol (2-ME). O material utilizado para os dois testes são amostras de soro sanguíneo.
I. O texto leva o leitor a entender que apenas um animal infectado poderá apresentar o resultado positivo no teste diagnóstico da Brucelose.
II. O texto sugere que o material utilizado para os dois testes diagnósticos da Brucelose bovina são amostras de pelos e saliva dos animais.
Marque a alternativa CORRETA: