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Desde o início da década de 1950, as empresas privadas (I. tem – têm) investido cada vez mais em publicidade para ampliar suas atuações nos meios de comunicação de massa. Embora alguns anúncios forneçam informações de interesse público, é evidente que a maioria visa ______(II. a – à) promoção de vendas. Em alguns casos, produtos rivais quase idênticos são anunciados com diferença significativa de preços. Muitos consumidores se queixam de que essa publicidade promocional é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços. Os executivos da publicidade, no entanto, sustentam que, através da publicidade, as vendas podem aumentar e, assim, ______(IIIobtém-se – obtêm-se) valor suficiente para a produção dos produtos em grande escala. Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos. No entanto, mesmo que estas despesas possam ser justificadas do ponto de vista da iniciativa privada, é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais.
Analise o fragmento: “(...) é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços.” Assinale a alternativa correta quanto à análise da palavra em destaque.
Desde o início da década de 1950, as empresas privadas (I. tem – têm) investido cada vez mais em publicidade para ampliar suas atuações nos meios de comunicação de massa. Embora alguns anúncios forneçam informações de interesse público, é evidente que a maioria visa ______(II. a – à) promoção de vendas. Em alguns casos, produtos rivais quase idênticos são anunciados com diferença significativa de preços. Muitos consumidores se queixam de que essa publicidade promocional é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços. Os executivos da publicidade, no entanto, sustentam que, através da publicidade, as vendas podem aumentar e, assim, ______(IIIobtém-se – obtêm-se) valor suficiente para a produção dos produtos em grande escala. Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos. No entanto, mesmo que estas despesas possam ser justificadas do ponto de vista da iniciativa privada, é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna a partir da estrutura “mais...do que”: “(...) é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais (...)”. Ela indica ______.
Desde o início da década de 1950, as empresas privadas (I. tem – têm) investido cada vez mais em publicidade para ampliar suas atuações nos meios de comunicação de massa. Embora alguns anúncios forneçam informações de interesse público, é evidente que a maioria visa ______(II. a – à) promoção de vendas. Em alguns casos, produtos rivais quase idênticos são anunciados com diferença significativa de preços. Muitos consumidores se queixam de que essa publicidade promocional é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços. Os executivos da publicidade, no entanto, sustentam que, através da publicidade, as vendas podem aumentar e, assim, ______(IIIobtém-se – obtêm-se) valor suficiente para a produção dos produtos em grande escala. Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos. No entanto, mesmo que estas despesas possam ser justificadas do ponto de vista da iniciativa privada, é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais.
Analise o fragmento: “Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos”, assinale a alternativa correta.
Desde o início da década de 1950, as empresas privadas (I. tem – têm) investido cada vez mais em publicidade para ampliar suas atuações nos meios de comunicação de massa. Embora alguns anúncios forneçam informações de interesse público, é evidente que a maioria visa ______(II. a – à) promoção de vendas. Em alguns casos, produtos rivais quase idênticos são anunciados com diferença significativa de preços. Muitos consumidores se queixam de que essa publicidade promocional é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços. Os executivos da publicidade, no entanto, sustentam que, através da publicidade, as vendas podem aumentar e, assim, ______(IIIobtém-se – obtêm-se) valor suficiente para a produção dos produtos em grande escala. Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos. No entanto, mesmo que estas despesas possam ser justificadas do ponto de vista da iniciativa privada, é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais.
Sobre interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
Desde o início da década de 1950, as empresas privadas (I. tem – têm) investido cada vez mais em publicidade para ampliar suas atuações nos meios de comunicação de massa. Embora alguns anúncios forneçam informações de interesse público, é evidente que a maioria visa ______(II. a – à) promoção de vendas. Em alguns casos, produtos rivais quase idênticos são anunciados com diferença significativa de preços. Muitos consumidores se queixam de que essa publicidade promocional é um desperdício financeiro, pois, causa aumento dos preços. Os executivos da publicidade, no entanto, sustentam que, através da publicidade, as vendas podem aumentar e, assim, ______(IIIobtém-se – obtêm-se) valor suficiente para a produção dos produtos em grande escala. Esse ciclo econômico se fecha no repasse do valor aos consumidores, quando eles compram os produtos. No entanto, mesmo que estas despesas possam ser justificadas do ponto de vista da iniciativa privada, é certamente notável que em muitos países se gaste mais dinheiro em publicidade do que em escolas ou hospitais.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas do texto.
Texto - “Negócio de Ocasião”. (por Fernando Sabino)
Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem – concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias – argumentou ele: - o senhor vai ter paciência ...
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir das dez horas. Com isso, pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar, e desta vez furibundo, armado de revólver: – Ou o senhor para com esse barulho ou faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar: – Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias... Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom... Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola... Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinco mil cruzeiros.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver – explodiu o outro – mas para te avisar que esse barulho...
– Não haverá mais barulho, esteja tranquilo. Agora, quanto ao revólver... Quer vender?
– O senhor está brincando...
Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou dez mil por ele. Sempre tive vontade... Vamos, aceite! Dez mil, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: dez mil era um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo... Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver: – Toma, é seu – decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro, trouxe dez abobrinhas e estendeu-as ao vizinho. Depois, empurrou o revólver e chegou-lhe aos peitos: – Bem, agora ponha-se daqui pra fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.
Assinale a única alternativa em que a concordância verbal aparece de maneira inadequada:
Texto - “Negócio de Ocasião”. (por Fernando Sabino)
Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem – concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias – argumentou ele: - o senhor vai ter paciência ...
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir das dez horas. Com isso, pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar, e desta vez furibundo, armado de revólver: – Ou o senhor para com esse barulho ou faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar: – Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias... Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom... Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola... Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinco mil cruzeiros.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver – explodiu o outro – mas para te avisar que esse barulho...
– Não haverá mais barulho, esteja tranquilo. Agora, quanto ao revólver... Quer vender?
– O senhor está brincando...
Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou dez mil por ele. Sempre tive vontade... Vamos, aceite! Dez mil, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: dez mil era um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo... Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver: – Toma, é seu – decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro, trouxe dez abobrinhas e estendeu-as ao vizinho. Depois, empurrou o revólver e chegou-lhe aos peitos: – Bem, agora ponha-se daqui pra fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.
Indique a única oração em que a vírgula foi empregada corretamente:
Texto - “Negócio de Ocasião”. (por Fernando Sabino)
Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem – concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias – argumentou ele: - o senhor vai ter paciência ...
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir das dez horas. Com isso, pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar, e desta vez furibundo, armado de revólver: – Ou o senhor para com esse barulho ou faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar: – Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias... Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom... Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola... Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinco mil cruzeiros.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver – explodiu o outro – mas para te avisar que esse barulho...
– Não haverá mais barulho, esteja tranquilo. Agora, quanto ao revólver... Quer vender?
– O senhor está brincando...
Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou dez mil por ele. Sempre tive vontade... Vamos, aceite! Dez mil, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: dez mil era um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo... Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver: – Toma, é seu – decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro, trouxe dez abobrinhas e estendeu-as ao vizinho. Depois, empurrou o revólver e chegou-lhe aos peitos: – Bem, agora ponha-se daqui pra fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.
Leia o fragmento de texto a seguir:- “Mandou que os trabalhos começassem ‘às’ dez horas” [...] Olhou ‘o revólver’, pensativo: dez mil ‘era’ um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo...” Agora, assinale a alternativa correta quanto à classificação das palavras grifadas sequencialmente.
Texto - “Negócio de Ocasião”. (por Fernando Sabino)
Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem – concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias – argumentou ele: - o senhor vai ter paciência ...
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir das dez horas. Com isso, pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar, e desta vez furibundo, armado de revólver: – Ou o senhor para com esse barulho ou faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar: – Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias... Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom... Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola... Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinco mil cruzeiros.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver – explodiu o outro – mas para te avisar que esse barulho...
– Não haverá mais barulho, esteja tranquilo. Agora, quanto ao revólver... Quer vender?
– O senhor está brincando...
Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou dez mil por ele. Sempre tive vontade... Vamos, aceite! Dez mil, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: dez mil era um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo... Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver: – Toma, é seu – decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro, trouxe dez abobrinhas e estendeu-as ao vizinho. Depois, empurrou o revólver e chegou-lhe aos peitos: – Bem, agora ponha-se daqui pra fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.
Em... “Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada” - a palavra ‘civilizada’ é um adjetivo. Assinale a alternativa que apresenta apenas adjetivos.
Texto - “Negócio de Ocasião”. (por Fernando Sabino)
Quando mandou colocar mármore no chão de seu apartamento, o vizinho de baixo veio reclamar: oito horas da manhã os operários começavam a quebrar mármore mesmo em cima de sua cabeça. Durma-se com um barulho desses!
– Está bem – concordou ele, acalmando o vizinho: - Vou mandar começar mais tarde.
Mandou que os operários só começassem a trabalhar a partir das nove horas. Dois dias depois tornava o vizinho:
– Assim não é possível. Já reclamei, o senhor prometeu, e o barulho continua!
– Mas é só por uns dias – argumentou ele: - o senhor vai ter paciência ...
E mandou que os trabalhos só se iniciassem a partir das dez horas. Com isso, pensava haver contentado o vizinho. Para surpresa sua, todavia, o homem voltou ainda para protestar, e desta vez furibundo, armado de revólver: – Ou o senhor para com esse barulho ou faço um estrago louco.
Olhou espantado para a arma e, cordato, convidou-o a entrar: – Não precisa se exaltar, que diabo. Vamos resolver a coisa como gente civilizada. Eu disse que era só por uns dias... Se o senhor quiser que eu pare, eu paro. Cuidado com esse negócio, costuma disparar. Qual é o calibre?
– Trinta e dois.
– Prefiro trinta e oito. Mas esse parece ser muito bom... Que marca?
– Smith-Wesson.
– Ah! Então deve ser muito bom. Cabo de madrepérola... Quanto o senhor pagou por ele?
– Cinco mil cruzeiros.
– Não foi caro. Sempre tive vontade de ter um revólver desses. Quem sabe o senhor me venderia?
– Não vim aqui para vender revólver – explodiu o outro – mas para te avisar que esse barulho...
– Não haverá mais barulho, esteja tranquilo. Agora, quanto ao revólver... Quer vender?
– O senhor está brincando...
Não estou não: pela vida de minha mãezinha. Quer saber de uma coisa? Dou dez mil por ele. Sempre tive vontade... Vamos, aceite! Dez mil, pago na hora.
O homem começou a titubear. Olhou o revólver, pensativo: dez mil era um bom preço. Já pensava mesmo em vendê-lo... Olhou o dono da casa, tornou a olhar o revólver: – Toma, é seu – decidiu-se.
Antes de entrar na posse da arma, o comprador foi lá dentro, trouxe dez abobrinhas e estendeu-as ao vizinho. Depois, empurrou o revólver e chegou-lhe aos peitos: – Bem, agora ponha-se daqui pra fora. E fique sabendo que eu faço o barulho que quiser e quando quiser, entendeu? Venha aqui outra vez reclamar e vai ver quem é que acaba fazendo um estrago louco.
A palavra ‘revólver’ é uma paroxítona terminada em R e por isso deve ser acentuada. Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras paroxítonas.