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208 questões encontradas
Relativamente aos três textos que compõem esta prova, afirma-se que:
I. Todos os três abordam o tema sustentabilidade.
II. O primeiro texto faz referências às ações necessárias à manutenção do meio ambiente com vistas à sustentabilidade.
III. O segundo texto constrói sua argumentação, relacionando sustentabilidade e ações em nível de pesquisas que futuramente farão a diferença.
IV. No terceiro texto, o foco é a política brasileira no que tange ao meio ambiente.
Quais estão corretas?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Em relação ao significado da expressão sem escrúpulos (l. 06) analise as afirmações a seguir:
I. Sem escrúpulos está relacionado à hesitação ou dúvida de consciência; inquietação de consciência; remorso.
II. Falta de caráter e inexistência de senso moral são características inerentes a quem tem escrúpulos.
III. A expressão sem escrúpulos está relacionada a cuidado, zelo; meticulosidade.
Quais estão INCORRETAS?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
A correta conversão da frase “Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.”, retirada do texto, para a voz passiva é:
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Observe a frase: “com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente”, retirada do texto, e avalie as afirmações seguintes:
I. O sujeito das formas verbais criando e começando é o mesmo.
II. O sujeito de punir é inexistente.
III. O sujeito de agride é representado pelo pronome indefinido, portanto, classifica-se como indeterminado.
Quais estão corretas?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Em relação ao vocábulo Segundo (l. 11), afirma-se que:
I. Trata-se de um elemento sequenciador das ideias apresentadas no texto.
II. É um numeral, dito ordinal.
III. Trata-se de uma conjunção, que pode ser substituída por Conforme.
Quais estão corretas?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Em relação ao período: “Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso”, retirado do texto, afirma-se que:
I. Os termos sublinhados exercem a mesma função sintática.
II. A forma verbal ‘causando’ introduz uma oração reduzida de gerúndio.
III. A última oração do período é classificada como adverbial final.
Quais estão corretas?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Quais dos seguintes termos retomam a expressão o Brasil (l. 03) no parágrafo compreendido entre as linhas 03 e 07?
1. O país (l. 03).
2. do mundo (l. 04).
3. disso (l. 04).
4. o governo brasileiro (l. 05).
5. a nação (l. 05).
6. países (l. 05).
Quais estão corretas?
Sustentabilidade no Brasil: questão ambiental ou econômica?
O Brasil é um dos países com maior interesse sustentável no mundo, alcançando o valor de 99 pontos nos dados do Google Trends, que tem o valor máximo de 100. Sempre houve uma grande pressão mundial sobre o Brasil. O país com a maior floresta e com a maior reserva de água doce do mundo tem sido cobrado pela preservação disso tudo. Uma tarefa nada fácil para o governo brasileiro, pois a nação precisa crescer e se desenvolver, algo que os grandes países já fizeram sem se preocuparem com o futuro do planeta, agredindo sem escrúpulos o meio ambiente.
Logo, a #Sustentabilidade ganha um enorme foco, causando grandes debates a respeito de sua importância, e planejamentos complexos, para que, junto com ela, venha também o desenvolvimento e não o retrocesso.
Segundo dados do Google Trends, o maior interesse a respeito do tema Sustentabilidade se concentra na Região Norte e Nordeste.
Como pode-se observar, 5 dos 7 estados da Região Norte aparecem entre os mais citados, curiosamente onde se concentra a maior parte das florestas do país, ao mesmo tempo, também um baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Os estados com maiores interesses no tema são, na prática, os lugares onde mais se precisa aplicar a sustentabilidade. Como é um assunto em foco, é por isso que as regiões mais atrasadas estão tentando mudar a situação atual, com o governo criando leis e começando a punir quem agride o meio ambiente.
Os dados do IBGE comprovam o interesse na situação atual.
Uma pesquisa revelou que 89,3% dos municípios do Nordeste e um total de 85,5% do Norte destinam seus resíduos sólidos para lixões, onde não ocorre nenhum tipo de tratamento ou reaproveitamento. Especificamente no Pará, isso ocorre em 94,4% das cidades.
Na prática, o dinheiro reflete muito na questão da sustentabilidade, em que estados mais pobres não têm condição de arcar com essas mudanças. O interesse é enorme, mas o progresso é lento.
O discurso do clima não é mais ambiental, é econômico.
Na linha 02, a forma verbal houve, visando à manutenção da correção gramatical do período e do sentido original, poderia ser corretamente substituída por:
Os pilares da sustentabilidade: os desafios ambientais do século XXI para a iniciativa privada
Entre os pilares para o desenvolvimento sustentável – aquele capaz de garantir as necessidades da geração atual sem comprometer a futura – está a preservação e manutenção do meio ambiente. Nos últimos tempos, tem sido uma das pautas mais discutidas por líderes políticos e empresariais de todo o mundo, principalmente por conta dos impactos das mudanças climáticas.
Mesmo o Brasil, um país rico em recursos naturais, já sente as consequências dos eventos extremos, como a seca que persiste no Nordeste e deixa muitas famílias sem acesso à água, recurso essencial para a manutenção da vida. Por isso, pensar em formatos mais eficientes de uso é uma atitude urgente e que deve permear as organizações, os governos e a própria sociedade
Em 2015, o Brasil entrou para o grupo das 197 nações signatárias do Acordo de Paris, que determinou metas para manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C até 2030.
Ana Carolina Avzaradel Szklo, Gerente Sênior de Projetos e Assessora Técnica do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), acredita que esses eventos climáticos extremos contribuído para que as empresas incorporem a sustentabilidade em suas agendas. As atitudes para reverter esse quadro preocupante devem ser trabalhadas em conjunto, porque o setor privado apresenta um papel tão importante quanto o governo para a efetivação das ações.
Neste contexto, é importante que a sustentabilidade faça parte da organização como um todo, principalmente, da mais alta decisória. Investimentos em inovação para tornar processos mais eficientes podem contribuir com uma série de oportunidades para as organizações.
Uma das tendências que estão sendo trabalhadas internacionalmente e sobre o que o CEBDS promovido debates com o setor privado é a precificação do carbono. A medida defende a cobrança pela emissão do CO2, o que faz com que as empresas tenham um maior controle sobre os seus processos. Além disso, impulsiona uma economia mais limpa e que consequentemente pode frear o aquecimento global.
Para consolidar uma economia com baixa emissão de carbono, é necessário pensar em toda a cadeia de produção da economia, desde a da matéria-prima, o transporte, a produção e até o descarte. Trabalhando com esses rejeitos, evita-se que os materiais acabem em aterros e lixões – locais em que a decomposição emite gases responsáveis pelo efeito estufa, como o metano e o gás carbônico. Com a reciclagem, os resíduos viram matéria-prima novamente, o que evita a e colabora para o uso racional de recursos naturais.
Com a ideia de eliminar o lixo, a empresa precisa investir bastante para reciclar materiais não convencionais como esponjas de limpeza, cosméticos, tubos de pasta de dente, lápis e canetas. Por não terem fluxos regulares de reciclagem, fazer o processo com esses rejeitos sai bem mais caro. “Esses materiais são considerados ‘não recicláveis’, pois o custo para reciclá-los é superior ao valor obtido com a matéria-prima resultante do processo. Percebemos, portanto, que não existe efetivamente nada que não possa ser reciclado. O que existem são resíduos que valem a pena do ponto de vista financeiro, e outros não, justamente por serem complexos”, explica Pirrongelli da TerraCycle.
O programa de coleta da TerraCycle engaja consumidores e produtores em seu processo. Não são apenas os produtos de difícil reciclabilidade que preocupam ambientalistas, governos e empresas ao redor do mundo. Mesmo materiais que já processos consolidados, como o plástico, acabam em lixões e aterros, onde demoram anos para se decompor. Relatórios divulgados no início deste ano pela Ellen MacArthur Foundation mostram que cerca de oito bilhões de toneladas de plástico são descartados nos mares por ano – quantidade equivalente a um caminhão de lixo por minuto. A organização calculou que, se esse ritmo continuar, haverá mais plástico do que peixe nos oceanos em 2050.
Por isso, a maior procura por produtos biodegradáveis sinaliza a crescente preocupação do setor privado em relação ao meio ambiente. Nesse aspecto, a tecnologia é um aspecto fundamental para a sustentabilidade.
Soluções como o plástico hidrossolúvel sido cada vez mais procuradas como um meio de evitar o problema do descarte irresponsável. O material é novidade no Brasil e na América Latina e consiste em um plástico que se dissolve na água em apenas alguns segundos. Há também, nesse mesmo viés, bobinas, saquinhos hidrossolúveis sob medida, entretelas, entre outros. Essa solução, de acordo com um empresário do setor, diversas vantagens ao comprador, como: redução de custos em transporte e armazenagem, devido à concentração de produto na embalagem hidrossolúvel; diminuição no uso e descarte do plástico convencional, que pode gerar créditos de carbono e também segurança na aplicação e no manuseio de substâncias químicas que podem ser nocivas para o ser humano. As empresas podem contribuir para um desenvolvimento sustentável valorizando produtos que um apelo sustentável, criando uma cultura organizacional voltada para essas questões e investindo em desenvolvimento de novas alternativas. É importante também que a organização, além de realizar esses processos, valorize que os mesmos sejam adotados por toda cadeia produtiva, envolvendo desde seus fornecedores até seus clientes.
Em “porque o setor privado apresenta um papel tão importante quanto o governo para a efetivação das ações.” (l. 16-17), ‘porque’ e ‘tão... quanto’ expressam, respectivamente:
Os pilares da sustentabilidade: os desafios ambientais do século XXI para a iniciativa privada
Entre os pilares para o desenvolvimento sustentável – aquele capaz de garantir as necessidades da geração atual sem comprometer a futura – está a preservação e manutenção do meio ambiente. Nos últimos tempos, tem sido uma das pautas mais discutidas por líderes políticos e empresariais de todo o mundo, principalmente por conta dos impactos das mudanças climáticas.
Mesmo o Brasil, um país rico em recursos naturais, já sente as consequências dos eventos extremos, como a seca que persiste no Nordeste e deixa muitas famílias sem acesso à água, recurso essencial para a manutenção da vida. Por isso, pensar em formatos mais eficientes de uso é uma atitude urgente e que deve permear as organizações, os governos e a própria sociedade
Em 2015, o Brasil entrou para o grupo das 197 nações signatárias do Acordo de Paris, que determinou metas para manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C até 2030.
Ana Carolina Avzaradel Szklo, Gerente Sênior de Projetos e Assessora Técnica do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), acredita que esses eventos climáticos extremos contribuído para que as empresas incorporem a sustentabilidade em suas agendas. As atitudes para reverter esse quadro preocupante devem ser trabalhadas em conjunto, porque o setor privado apresenta um papel tão importante quanto o governo para a efetivação das ações.
Neste contexto, é importante que a sustentabilidade faça parte da organização como um todo, principalmente, da mais alta decisória. Investimentos em inovação para tornar processos mais eficientes podem contribuir com uma série de oportunidades para as organizações.
Uma das tendências que estão sendo trabalhadas internacionalmente e sobre o que o CEBDS promovido debates com o setor privado é a precificação do carbono. A medida defende a cobrança pela emissão do CO2, o que faz com que as empresas tenham um maior controle sobre os seus processos. Além disso, impulsiona uma economia mais limpa e que consequentemente pode frear o aquecimento global.
Para consolidar uma economia com baixa emissão de carbono, é necessário pensar em toda a cadeia de produção da economia, desde a da matéria-prima, o transporte, a produção e até o descarte. Trabalhando com esses rejeitos, evita-se que os materiais acabem em aterros e lixões – locais em que a decomposição emite gases responsáveis pelo efeito estufa, como o metano e o gás carbônico. Com a reciclagem, os resíduos viram matéria-prima novamente, o que evita a e colabora para o uso racional de recursos naturais.
Com a ideia de eliminar o lixo, a empresa precisa investir bastante para reciclar materiais não convencionais como esponjas de limpeza, cosméticos, tubos de pasta de dente, lápis e canetas. Por não terem fluxos regulares de reciclagem, fazer o processo com esses rejeitos sai bem mais caro. “Esses materiais são considerados ‘não recicláveis’, pois o custo para reciclá-los é superior ao valor obtido com a matéria-prima resultante do processo. Percebemos, portanto, que não existe efetivamente nada que não possa ser reciclado. O que existem são resíduos que valem a pena do ponto de vista financeiro, e outros não, justamente por serem complexos”, explica Pirrongelli da TerraCycle.
O programa de coleta da TerraCycle engaja consumidores e produtores em seu processo. Não são apenas os produtos de difícil reciclabilidade que preocupam ambientalistas, governos e empresas ao redor do mundo. Mesmo materiais que já processos consolidados, como o plástico, acabam em lixões e aterros, onde demoram anos para se decompor. Relatórios divulgados no início deste ano pela Ellen MacArthur Foundation mostram que cerca de oito bilhões de toneladas de plástico são descartados nos mares por ano – quantidade equivalente a um caminhão de lixo por minuto. A organização calculou que, se esse ritmo continuar, haverá mais plástico do que peixe nos oceanos em 2050.
Por isso, a maior procura por produtos biodegradáveis sinaliza a crescente preocupação do setor privado em relação ao meio ambiente. Nesse aspecto, a tecnologia é um aspecto fundamental para a sustentabilidade.
Soluções como o plástico hidrossolúvel sido cada vez mais procuradas como um meio de evitar o problema do descarte irresponsável. O material é novidade no Brasil e na América Latina e consiste em um plástico que se dissolve na água em apenas alguns segundos. Há também, nesse mesmo viés, bobinas, saquinhos hidrossolúveis sob medida, entretelas, entre outros. Essa solução, de acordo com um empresário do setor, diversas vantagens ao comprador, como: redução de custos em transporte e armazenagem, devido à concentração de produto na embalagem hidrossolúvel; diminuição no uso e descarte do plástico convencional, que pode gerar créditos de carbono e também segurança na aplicação e no manuseio de substâncias químicas que podem ser nocivas para o ser humano. As empresas podem contribuir para um desenvolvimento sustentável valorizando produtos que um apelo sustentável, criando uma cultura organizacional voltada para essas questões e investindo em desenvolvimento de novas alternativas. É importante também que a organização, além de realizar esses processos, valorize que os mesmos sejam adotados por toda cadeia produtiva, envolvendo desde seus fornecedores até seus clientes.
Todos os aspectos a seguir listados vêm ao encontro da busca pela sustentabilidade no âmbito das empresas, conforme o texto, EXCETO: