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Dentre as complicações mais frequentes até o 100º dia pós-transplante de células-tronco hematopoéticas, Veran & Venâncio in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) apontam hematomas, petéquias, hematêmase, melena e hematúria. Como possíveis causas dessas complicações, estão incluídas:
Veran & Venâncio in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) enfatizam que a assistência de Enfermagem ambulatorial após o transplante de medula óssea tem como um dos objetivos centrais:
Nos cuidados para a programação da alta hospitalar após transplante de medula óssea, Cristoff et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) referem várias implicações de Enfermagem no dia da alta, dentre as quais:
Cristoff et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) informam que, em geral, um paciente de transplante de medula óssea recebe alta hospitalar após a pega do enxerto, quando seus exames demonstram valores acima de:
De acordo com Merfort & Quiroga in Ortega, Kojo, Lima et al (2004), a enxertia medular tem um tempo de ocorrência variável de 15 a 28 dias, com média no:
Segundo Merfort & Quiroga in Ortega, Kojo, Lima et al (2004), a recuperação medular após transplante é clinicamente definida quando as contagens plaquetárias e de reticulócitos são mantidas, sem a necessidade transfusional durante três dias consecutivos, acima de, respectivamente:
Segundo Ortega et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004), a Enfermagem tem papel primordial ao atuar frente às manifestações clínicas da doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH), particularmente na avaliação da integridade da pele, atentando para a presença de descamação, que atinge, particularmente, a região:
De acordo com Ortega et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004), o estadiamento clínico da doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) na sua forma aguda é importante para o cuidado prestado a esses pacientes. Nesse caso, um paciente que apresenta eritrodermia generalizada, bilirrubina de 6 - 15 mg% e diarreia com eliminação de mais de 1.500 mL/dia, é caracterizado com DECH:
A doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) é uma das complicações mais comuns após o transplante de medula óssea nos receptores de células-tronco hematopoéticas. Ortega et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) descrevem que, quando a DECH é produzida pelo ataque de linfócitos T citotóxicos imunocompetentes do doador contra antígenos de histocompatibilidade do receptor, é caracterizada pela forma clínica:
Ortega et al in Ortega, Kojo, Lima et al (2004) descrevem que grande parte das infecções que ocorrem nos primeiros 30 dias após o transplante de células-tronco hematopoéticas estão relacionadas a: