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34 questões encontradas
A doença péptica gastroduodenal é uma causa frequente de atendimento na Atenção Primária à Saude (APS). Geralmente tem uma evolução arrastada, pela subjetividade dos sintomas e pela semelhança com alguns distúrbios funcionais do trato gastrointestinal.
A etiopatogenia de origem primária mais frequente desta doença é a(o):
Tireoidite de Hashimoto é uma tireoidite crônica autoimune com destruição da glândula ou redução da sua atividade, com comprometimento na produção dos hormônios tireoidianos (T3 e T4).
O diagnóstico clínico deste hipotireoidismo primário pode ser confirmado com exames complementares de:
Dosagem de TSH ; dosagem de T4 livre ; dosagem de anticorpos antitireoidianos.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
A pneumonia adquirida em comunidade (PAC) é aquela contraída no convívio social, fora do ambiente hospitalar, ou que se manifesta em até 48 horas após a internação.
Uma forma de prevenção, que reduz a incidência de formas graves, a intensidade dos sintomas, a necessidade de hospitalização e a taxa de mortalidade da PAC é a(o):
Em pacientes com diabetes mellitus (DMI e DM2), o controle glicêmico segundo a Atenção Primária à Saude (APS) deve ser individualizado de acordo com a situação clínica. Os parâmetros de avaliação indicados são a hemoglobina glicada A1c (HbA1c) e as glicemias capilares (ou plasmáticas) determinadas em jejum, nos períodos pré-prandiais, 2 h após as refeições e ao deitar-se.
As metas individualizadas, consideradas adequadas para pacientes com DM1 ou DM2 sem comorbidades são:
Hemoglobina glicada A1c (HbA1c) menor de ; glicemias capilares (ou plasmáticas) determinadas em jejum mg/dL; períodos pré-prandiais, 2h após as refeições, menor que mg/dL e ao deitar-se entre mg/dL.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
A terapia nutricional e as mudanças de estilo de vida são a base no controle das dislipidemias, porém o alcance das metas de tratamento é variável e depende da adesão ao tratamento. Nas últimas duas décadas, avanços notáveis foram obtidos com o desenvolvimento de hipoglicemiantes como as estatinas, para complementar este tratamento.
Efeitos colaterais são raros no tratamento com estatinas e entre eles, os mais comuns são:
A dor abdominal é uma das queixas mais comuns na Atenção Primária à Saúde (APS). Quadros com instalação por meses ou anos configuram dor abdominal crônica, observada nas doenças inflamatórias.
No diagnóstico diferencial destas doenças, sintomas de dor abdominal, perda de peso, anemia, diarreia, doença perianal, febre, artrite e lesões de pele são sugestivos da:
Doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações, de causa desconhecida, e acomete as mulheres duas vezes mais do que os homens entre 30 e 40 anos e cuja incidência aumenta com a idade, tem como sintomas mais comuns a artrite (dor, edema, calor e vermelhidão) em qualquer articulação do corpo sobretudo mãos e punhos. Esta artrite provoca rigidez matinal, fadiga e com a progressão da doença, há destruição da cartilagem articular e os pacientes podem desenvolver deformidades e incapacidade para realização de suas atividades diárias e profissionais.
Esse quadro clínico é compatível com a:
Síndrome infecciosa que acomete, principalmente, indivíduos entre 15 e 25 anos de idade, com febre alta, odinofagia, tosse, artralgias, adenopatia cervical posterior simétrica (que pode se generalizar), esplenomegalia, hepatomegalia discreta, erupção cutânea e comprometimento da orofaringe – sob a forma de faringoamigdalite exsudativa – tem como diagnóstico inicial:
Infestação intestinal que se manifesta ou de forma assintomática ou apresenta como característica principal prurido perianal, frequentemente noturno, que causa irritabilidade, desassossego, desconforto e sono intranquilo e pode apresentar escoriações provocadas pelo ato de coçar e podem resultar em infecções secundárias em torno do ânus, com congestão na região anal, tem como agente etiológico o:
Analise as afirmativas abaixo sobre a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
1. Caracteriza-se pela limitação crônica ao fluxo aéreo, não totalmente reversível, associada a uma resposta inflamatória anormal à inalação de partículas ou gases nocivos.
2. Do ponto de vista da fisiopatologia, a obstrução crônica ao fluxo aéreo na DPOC ocorre devido a uma associação de inflamação nas pequenas vias aéreas (bronquiolite respiratória) e destruição parenquimatosa (enfisema).
3. A DPOC deve ser considerada em pacientes fumantes, ex-fumantes ou com histórico de exposição ocupacional ou ambiental a agentes nocivos (forno a lenha, sílica, entre outros) com mais de 40 anos que apresentem sintomas respiratórios crônicos.
4. A bronquite crônica, definida como tosse produtiva por ao menos três meses ao ano por dois anos consecutivos, em pacientes nas quais outras causas de tosse com expectoração foram excluídas, não está relacionada à DPOC.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.