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Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que segue a mesma regra de acentuação da palavra “inútil”, retirada do texto.
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
No trecho “A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema [...] (l. 22)”, retirado do texto, o termo “que” classifica-se como:
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
As palavras “inútil” e “acumulação”, retiradas do texto, são formadas, respectivamente, pelos processos de:
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
O termo “enfoque”, retirado do texto, apresenta quantos fonemas?
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
Assinale a alternativa que apresenta a concordância correta, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
No trecho “Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro”, retirado do texto, a autora utiliza uma figura de linguagem que:
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
Ao converter a oração “Valle compartilhou conselhos práticos”, retirada do texto, para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
No trecho “A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz”, retirado do texto, um antônimo possível para a palavra “ineficaz”, no contexto em que ela ocorre, seria:
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
Em relação ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 13, 15 e 19 do texto.
Você tenta estudar, mas é difícil. Você lê o texto várias vezes, mas não retém nada. A solução não é necessariamente passar cada vez mais horas examinando suas anotações, segundo a especialista em educação Noelia Valle, professora de fisiologia da Universidade Francisco de Vitoria, na Espanha.
“Imagine tentar encher uma garrafa d’água com uma mangueira de incêndio com potência máxima”, compara ela, em um artigo no site de notícias acadêmicas The Conversation. “A maior parte da água seria derramada e a garrafa continuaria meio vazia”. A educadora explicou por que o enfoque quantitativo costuma ser ineficaz: “O cérebro humano não aprende por integração, mas por integração”, segundo ela. O motivo tem a ver com dois conceitos fundamentais memória de trabalho e carga cognitiva. E, quando o assunto é aprendizado, menos é mais, afirma a especialista.
Valle compartilhou conselhos práticos para melhorar nosso rendimento nos estudos. A memória de trabalho está ligada à capacidade ou ao espaço de trabalho cerebral que manipula certas informações de forma temporária, a fim de realizar tarefas complexas, como o raciocínio. Ela é o processador ou a RAM do nosso cérebro, ou seja, à capacidade de reter e manipular informações durante um breve período de tempo. “É como uma tábua de cortar, o espaço físico onde você coloca todos os ingredientes que precisa cortar e misturar”, compara ela. “Se você colocar ingredientes demais, eles irão cair da tábua. A memória de trabalho não pode ‘cozinhar’ (processar) mais do que cabe naquela tábua”. Portanto, a carga cognitiva é a quantidade de esforço mental (a receita) que a memória de trabalho deve realizar para processar (cozinhar) as novas informações segundo Valle.
A carga cognitiva tem duas partes: a intrínseca, que é a dificuldade inerente do tema, e a extrínseca, que pode aumentar quando o esforço mental for inútil, por ser provocado por explicações confusas ou excesso de estímulos, explica a educadora. “Fazer um ovo frito traz menos carga cognitiva intrínseca do que cozinhar uma paella à valenciana”, compara ela. “E, se a receita estiver mal redigida, se faltar luz ou se alguém estiver perturbando enquanto você cozinha, a dificuldade (carga extrínseca) do processo aumenta”. Nossa capacidade de aprender depende do uso eficiente da nossa memória de trabalho, segundo Valle.
O problema é que a nossa capacidade é muito limitada e só pode conter de cinco a nove elementos. Tanto é assim que, se excedermos essa capacidade, se recebermos mais informações em um mesmo momento do que nosso cérebro pode processar, elas irão se perder. Evidências indicam que é mais eficaz estudar duas horas por dia por várias semanas do que estudar muitas horas seguidas no mesmo dia, segundo a educadora. E, nessas duas horas, é importante fazer intervalos para descansar.
Os símbolos presentes nas linhas 10 e 21 podem ser substituídos, correta e respectivamente, por quais sinais de pontuação?