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57 questões encontradas
Paciente com 29 semanas, em acompanhamento de gestação monocoriônica diamniótica, apresenta ultrassonografia que diagnostica óbito do primeiro gemelar, e o segundo vivo, com estimativa de peso fetal no percentil 20, normodramnia e com dopplervelocimetria da artéria umbilical normal. A conduta para esse caso é:
Gestante sem comorbidades teve diagnóstico de trombose venosa profunda há quatro anos, em vigência de anticoncepcional oral combinado. Utilizou anticoagulante oral por seis meses após o evento e não utiliza qualquer medicação no momento. Durante a gravidez atual, o tratamento recomendado é anticoagulação:
Preenchem os critérios clínico e laboratorial atuais para o diagnóstico de síndrome antifosfolípideo (SAF), pacientes com história de:
Paciente de 38 anos, com história de três abortamentos espontâneos entre cinco e seis semanas, procura atendimento com exame compatível com fator V de Leiden heterozigoto. Não possui história familiar de doença tromboembólica. Na gestação subsequente, recomenda-se:
Paciente com lúpus eritematoso sistêmico (LES) recebeu o diagnóstico de gestação e está preocupada com relação ao uso das medicações para a doença durante esse período. Sobre o tratamento do LES na gestação, é correto afirmar que:
Uma paciente com hipertensão arterial crônica, em uso de captopril 25mg de 12/12h, recebe o diagnóstico de gestação única de oito semanas. A pressão arterial está 120 x 80mmHg. A recomendação para o tratamento anti-hipertensivo, nesse momento, é:
Durante a avaliação de uma gestante com diagnóstico de pré-eclâmpsia grave, suspeita-se do diagnóstico de síndrome HELLP. Sobre esse diagnóstico, é correto afirmar que:
Adolescente, primigesta de 35 semanas, procura atendimento de emergência referindo cefaleia e visão turva. Ao exame físico, apresenta PA = 170 x 110mmHg, fundo uterino de 30cm, tônus uterino normal, BCF = 140bpm, edema de MMII 4+/4+. Além da avaliação laboratorial materna, a conduta recomendada, nesse momento, é prescrever:
Em pacientes com pré-eclâmpsia, a avaliação de fatores angiogênicos, como o fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) e o fator de crescimento placentário (PlGF), e antiangiogênicos, como o FMC like tirosinoquinase-1 solúvel (sFlt-1), modificou o entendimento da fisiopatologia e até mesmo o diagnóstico da doença. Sobre esses fatores, é correto afirmar que:
Uma secundigesta, com história de trabalho de parto prematuro em gestação anterior, é atendida com 33 semanas de idade gestacional relatando contrações. Ao exame, nota-se: AU = 2/10’/40’’, tônus normal, BCF = 148bpm, colo uterino dilatado 3cm, 80% apagado, bolsa íntegra. A conduta recomendada, nesse caso, é internação, além de prescrição de: