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Uma paciente de 68 anos de idade com diagnóstico prévio de diabetes e obesidade, apresenta sangramento uterino disfuncional após menopausa. Verifica-se, na ecografia transvaginal, sinal de espessamento endometrial de 22 mm, sem uso de terapia relacionada. Após histeroscopia, confirmou-se o diagnóstico de adenocarcinoma de endométrio, G2 com < 50% de invasão do miométrio no estadiamento com ressonância abdominal.
Quanto ao estadiamento FIGO, os tumores limitados ao endométrio com menos de 50% do acometimento miometrial são classificados como IA.
Uma paciente de 68 anos de idade com diagnóstico prévio de diabetes e obesidade, apresenta sangramento uterino disfuncional após menopausa. Verifica-se, na ecografia transvaginal, sinal de espessamento endometrial de 22 mm, sem uso de terapia relacionada. Após histeroscopia, confirmou-se o diagnóstico de adenocarcinoma de endométrio, G2 com < 50% de invasão do miométrio no estadiamento com ressonância abdominal.
O trial GOG 122 avaliou o uso da terapia sistêmica multiagente para pacientes metastáticas, sem intenção de cura.
Uma paciente de 68 anos de idade com diagnóstico prévio de diabetes e obesidade, apresenta sangramento uterino disfuncional após menopausa. Verifica-se, na ecografia transvaginal, sinal de espessamento endometrial de 22 mm, sem uso de terapia relacionada. Após histeroscopia, confirmou-se o diagnóstico de adenocarcinoma de endométrio, G2 com < 50% de invasão do miométrio no estadiamento com ressonância abdominal.
O estudo PORTEC-3, fase III, avaliou a quimioradioterapia adjuvante versus radioterapia isolada nas pacientes com diagnóstico de câncer de endométrio de alto risco.
Uma paciente de 68 anos de idade com diagnóstico prévio de diabetes e obesidade, apresenta sangramento uterino disfuncional após menopausa. Verifica-se, na ecografia transvaginal, sinal de espessamento endometrial de 22 mm, sem uso de terapia relacionada. Após histeroscopia, confirmou-se o diagnóstico de adenocarcinoma de endométrio, G2 com < 50% de invasão do miométrio no estadiamento com ressonância abdominal.
Além dos fatores que aumentam os níveis de exposição estrogênica, como diabetes e obesidade, por exemplo, são também fatores de risco nuliparidade, menarca precoce e menopausa tardia, idade maior que 55 anos e uso de tamoxifeno previamente.
Uma paciente de 35 anos de idade apresenta história de hipotireoidismo em tratamento, sendo realizada ecografia de tireoide de rotina, com nódulos de 3 cm, já com biópsia guiada por agulha fina programada.
A terapia sistêmica pode ser considerada para tumores que não são cirurgicamente ressecáveis.
Uma paciente de 35 anos de idade apresenta história de hipotireoidismo em tratamento, sendo realizada ecografia de tireoide de rotina, com nódulos de 3 cm, já com biópsia guiada por agulha fina programada.
A idade é o fator prognóstico mais importante para definição das taxas de mortalidade.
Uma paciente de 35 anos de idade apresenta história de hipotireoidismo em tratamento, sendo realizada ecografia de tireoide de rotina, com nódulos de 3 cm, já com biópsia guiada por agulha fina programada.
A exposição à radiação ionizante é uma causa ambiental conhecida para o desenvolvimento do carcinoma de tireoide.
Uma paciente de 35 anos de idade apresenta história de hipotireoidismo em tratamento, sendo realizada ecografia de tireoide de rotina, com nódulos de 3 cm, já com biópsia guiada por agulha fina programada.
Os nódulos de tireoide são cerca de quatro vezes mais comuns em mulheres que em homens.
Um paciente de 58 anos de idade inicia com quadro de vômito, dor abdominal e icterícia. Depois dos exames iniciais e da biópsia guiada por ecoendoscopia, o diagnóstico é de neoplasia maligna do pâncreas.
A monoterapia com gencitabina, na adjuvância para pacientes com doença localmente avançada e metastática, é uma escolha de primeira linha (categoria 1 evidência).
Um paciente de 58 anos de idade inicia com quadro de vômito, dor abdominal e icterícia. Depois dos exames iniciais e da biópsia guiada por ecoendoscopia, o diagnóstico é de neoplasia maligna do pâncreas.
A rotina de rastreio para câncer de pâncreas é recomendada nos assintomáticos em razão da agressividade do tumor e pela chance de melhor prognóstico no diagnóstico precoce.