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A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
As síndromes periódicas associadas à criopirina (CAPS) constituem um grupo de doenças denominadas síndromes autoinflamatórias. As CAPS apresentam algumas características em comum e associação, principalmente, com o gene
A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
Acerca da profilaxia secundária necessária aos pacientes diagnosticados com cardite secundária à febre reumática, podemos afirmar que aqueles que evoluírem com lesão valvar residual moderada devem receber Penicilina G benzatina
A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
As principais valvas cardíacas afetadas na febre reumática são, em ordem,
A febre reumática é uma doença reumatológica decorrente de uma resposta autoimune decorrente da faringoamigdalite causada pelo Streptococcus pyogenes. Além do quadro infeccioso, é necessário que exista uma predisposição genética. A doença acomete principalmente as articulações, o coração e o sistema nervoso central. Quando a lesão cardíaca evolui para dano permanente, é chamada de doença cardíaca reumática, sendo ainda a principal causa de cardiopatia adquirida no Brasil.
Considerando populações de moderado e alto risco para febre reumática, assinale a alternativa que apresente um dos critérios menores utilizados pelo critério de Jones para febre reumática.
Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Sobre a temática do Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ), assinale a alternativa correta.
Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
No caso descrito, o paciente apresenta FAN com padrão nuclear pontilhado grosso. Esse padrão está associado principalmente ao
Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Para que o paciente seja classificado como LESJ pelos critérios SLICC, além de atender ao número mínimo de critérios, é necessário que ele preencha ao menos um critério clínico e um imunológico. Assinale a alternativa que contenha um critério imunológico dentre os seis utilizados pelo SLICC.
Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
Assinale a alternativa que apresente um exemplo de lesão compatível com a classificação de lúpus cutâneo agudo, de acordo com os critérios SLICC:
Uma adolescente de 13 anos, acompanhada de seu pai, comparecem ao ambulatório de reumatologia após ter sido encaminhada pela Unidade Básica de Saúde próxima de sua residência devido queixas de dores difusas musculares e articulares, queda capilar, fadiga e lesões cutâneas. O reumatologista logo se atentou a possibilidade de um quadro de Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) e durante sua investigação acerca das queixas da paciente identificou ao exame físico achados compatíveis com lúpus cutâneo agudo e crônico, úlceras orais, alopecia não cicatricial e artrite em punhos. Em sua investigação laboratorial evidenciou-se aumento de provas de atividade inflamatórias (VHS: 70mm/1ªh, PCR: 7 mg/dL) e presença de FAN com padrão Nuclear pontilhado Grosso na titulação 1:640, enquanto os demais exames (hemograma, EAS e proteinúria de 24h) estavam dentro da normalidade. Alguns exames solicitados ainda estavam pendentes. O reumatologista orientou o pai e a adolescente que de acordo com os critérios SLICC (Systemic Lupus International Collaborating Clinics), que incluem 11 itens clínicos e seis imunológicos, seria possível classificar a paciente como LESJ.
De acordo com os critérios SLICC citados no caso, para que um paciente seja classificado como LESJ, é necessário a presença de
Paciente de 4 anos comparece à sua consulta em ambulatório de reumatologia conforme programado previamente. O motivo de seu seguimento é o diagnóstico de artrite idiopática juvenil realizado há 8 meses. Quando o paciente buscou atendimento inicialmente (primeira consulta), juntamente com sua mãe, estava com queixa de dor e inchaço significativo em ambos os joelhos e tornozelos, que havia se iniciado há 3 meses e apresentou evolução progressiva. Na época em seu rastreio inicial o paciente apresentou fator reumatóide (FR), Anti-CCP e FAN negativos, além de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) normais. Foi diagnosticado então com artrite idiopática juvenil e logo foi iniciado tratamento inicial com naproxeno e após algumas semanas substituído por metotrexate, com boa resposta terapêutica. Após 4 meses de seguimento no ambulatório e 7 meses do início dos sintomas, o paciente evoluiu com acometimento de interfalangianas proximais de dois quirodáctilos da mão direita e um quirodáctilo da mão esquerda, com boa resposta após otimização da dose do metotrexate. Além do seguimento com reumatologista, o paciente também faz seguimento com oftalmologista devido risco de uveíte relacionado a AIJ.
Ainda sobre a temática Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) e uveíte associada à AIJ, assinale a alternativa correta.