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1

457941202062857
Ano: 2024Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Substantivos | Morfologia
Texto – Detalhes:


O velho porteiro do palácio chega em casa trêmulo. Como sempre que tem baile no palácio, sua mulher o espera com café da manhã reforçado. Mas dessa vez, ele nem olha para a xícara fumegante, o bolo, a manteiga, as geleias. Vai direto à aguardente. Atirase na sua poltrona perto do fogão e toma um longo gole da bebida, pelo gargalo.

– Helmuth, o que foi?

– Espera Helga. Deixa eu me controlar primeiro.

Toma outro gole de aguardente.

– Conta, homem! O que houve com você? Aconteceu alguma coisa no baile?

– Co-começou tudo bem. As pessoas chegando, todo mundo de gala, todos com convite, tudo direitinho. Sempre tem, é claro, o filhinho-de-papai sem convite que quer me levar na conversa. De repente, chega a maior carruagem que eu já vi. Enorme. E toda de ouro. Puxada por três parelhas de cavalos brancos. Cavalões! Elefantes! Dentro da carruagem salta uma dona. Sozinha. Uma beleza. Eu me preparo para barrar a entrada dela porque mulher desacompanhada não entra em baile de palácio. Mas essa dona é tão bonita, tão, sei lá, radiante, que eu não digo nada e deixo ela entrar.

– Bom, Helmuth. Até aí...

– Espera. O baile continua. Tudo normal. Às vezes rola um bêbado pela escadaria, mas nada de mais. E então bate meia noite. Há um rebuliço na porta do palácio. Olho para trás e vejo uma mulher maltrapilha que desce pela escadaria, correndo. Ela perde um sapato. E o príncipe atrás dela.

– O príncipe?

– Ele mesmo. E gritando para mim segurar a esfarrapada. “Segura”! “Segura”! Me preparo para segurá-la quando ouço uma espécie de ‘vum’ acompanhado de um clarão. Me viro e...

- E o quê, meu Deus?

O porteiro esvazia a garrafa com um último gole.

– Você não vai acreditar.

– Conta!

– A tal carruagem. A de ouro. Tinha se transformado numa abóbora.

– Numa o quê?!

– Eu disse que você não ia acreditar.

– Uma abóbora?

– E os cavalos em ratos. – Helmuth...

– Não tem mais aguardente?

– Acho que você já bebeu demais por hoje.

– Juro que não bebi nada!

– Esse trabalho no palácio está acabando com você, Helmuth. Pede para ser transferido para o almoxarifado.



(Luís Fernando Veríssimo – in “Domingo”, revista do Jornal do Brasil, nº. 117). 
“...Conta, homem! O que houve com você?” – A palavra ‘homem’ é um substantivo. Assinale a alternativa abaixo que apresenta apenas substantivos.
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2

457941201322684
Ano: 2018Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Mecânica GeralTemas: Desenho Técnico em Engenharia Mecânica
A escala é a relação entre as medidas do desenho de um objeto e seu tamanho real. Quanto aos tipos de escalas, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) :

(   ) Escalas de redução são escalas em que as medidas do desenho são menores que as medidas reais do objeto. Exemplo: escala 1:100 (um para cem) significa que as medidas reais do objeto foram reduzidas 100 (cem) vezes no desenho.

(   ) Escalas de ampliação são escalas em que as medidas do desenho são maiores que as medidas reais do objeto. Exemplo: escala 1:50 (um para cinquenta) significa que as medidas reais do objeto foram reduzidas 50 (cinquenta) vezes no desenho.

(   ) Escala real é a escala na qual as medidas do desenho são iguais às medidas reais do objeto. Exemplo: escala 1:1 (um para um) significa que a medida real do objeto é a mesma medida no desenho.

(   ) Escalas de ampliação são escalas as quais as medidas do desenho são maiores que as medidas reais do objeto. Exemplo: escala 50:1 (cinquenta para um) significa que as medidas reais do objeto foram ampliadas 50 (cinquenta) vezes no desenho.

(   ) Escalas de redução são escalas em que as medidas do desenho são menores que as medidas reais do objeto. Exemplo: escala 100:1 (cem para um) significa que as medidas reais do objeto foram ampliadas 100 (cem) vezes no desenho.

Assinale a alternativa que representa a sequência correta de cima para baixo:
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3

457941200809315
Ano: 2024Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Segurança da Informação e CriptografiaTemas: Backup de Segurança da Informação
Backups são constantemente realizados por diversas empresas, e até mesmo ofertados como serviço por empresas de tecnologia. Assinale a alternativa que apresenta qual a importância de realizar bakcups regularmente em um plano de segurança da informação. 
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4

457941201427435
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Teoria Clássica da Administração
A Escola Clássica tem um diferencial muito importante, pois corresponde ao primeiro estudo da Administração de forma estruturada. Este pioneirismo levou a situações interessantes, pois a Escola Clássica recebeu elogios e críticas de forma ampla, sem possibilitar, e receber, uma análise mais detalhada de cada situação. A Escola Clássica se constitui de duas teorias da Administração: A Teoria da Administração Científica e a Teoria do Processo Administrativo. Dentre os autores que contribuíram para a Administração Científica, aquele que consolidou a linha de montagem móvel e mecanizou o processo, além de implantar 8 horas de trabalho diários e a duplicação dos salários foi o que está na alternativa:
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5

457941200671228
Ano: 2016Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Psicologia GeralTemas: Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP Nº 10/2005) | Legislação e Normas do Conselho Federal de Psicologia
Num serviço público (fictício) de atenção básica a saúde, havia alta demanda por atendimento psicológico. Um dos usuários reclamou para o psicólogo da dificuldade em trazer o filho para atendimento, por ser mais distante de sua casa. O psicólogo então sugeriu ao pai do paciente um atendimento em sua clínica particular, cobrando honorários de acordo com o poder aquisitivo da família. A respeito da conduta do profissional, é correto afirmar que:
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6

457941200715937
Ano: 2016Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
Uma Vela para Dario
(Dalton Trevisan)
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagaria a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia é no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobre o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficam sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá- lo — os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete — Ele morreu, ele morreu. A gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair. 
Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias.” (12°§)

O emprego do vocábulo “Apenas” sugere, em relação ao homem morto:
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7

457941200627451
Ano: 2023Banca: IBFCOrganização: MGSDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Unidades de Medida | Aritmética
Um homem gasta 2 hora e meia para chegar ao trabalho. Em minutos ele gasta___________ nesse percurso.

Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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8

457941200660042
Ano: 2017Banca: Nosso RumoOrganização: MGSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal
Assinale a alternativa cuja sentença apresenta ERRO de conjugação verbal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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9

457941201347792
Ano: 2017Banca: Nosso RumoOrganização: MGSDisciplina: Engenharia Civil: Construção e InfraestruturaTemas: Construção Civil | Materiais de Construção

A respeito dos cimentos siderúrgicos, assinale a alternativa correta.

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10

457941201534816
Ano: 2017Banca: Nosso RumoOrganização: MGSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual | Estrutura Textual

Leia o texto abaixo para responder a questão.


Desistindo de Natal


Moacyr Scliar

    Prezado Papai Noel: há uma semana eu lhe mandei uma carta com a lista dos meus pedidos para o Natal. Agora estou mandando esta outra carta para dizer que mudei de ideia. Não vou querer nada. Ontem o papai nos avisou que não tem dinheiro para as compras do fim de ano. Papai está desempregado há mais de um ano. A gente mora numa cidade pequena do interior, muito pobre. No Natal passado, o prefeito anunciou que tinha um presente para a população: uma grande fábrica viria se instalar aqui, dando emprego para muitas pessoas. Meu pai ficou animado. Ele é um homem trabalhador, sabe fazer muitas coisas e achou que com isso o nosso problema estaria resolvido. Agora, porém, o prefeito teve de dizer que a fábrica não vem mais. Não entendo dessas coisas, mas parece que a situação está difícil.
    Portanto, Papai Noel, peço-lhe desculpas se o senhor já encomendou as coisas, mas infelizmente vou ter de desistir. Para começar, não quero aquela bonita árvore de Natal de que lhe falei - até mandei um desenho, lembra? Nada de pinheirinho, nada de luzinhas, nada de bolinhas coloridas. A verdade, Papai Noel, é que essas coisas só gastam espaço e, como disse a mamãe, gastam muita luz.
    E nada de ceia de Natal, Papai Noel. Nada de peru. Como eu lhe disse, nunca comi peru na minha vida, mas acho que não vai me fazer falta. Se tivesse peru, eu comeria tanto que decerto passaria mal. Portanto, nada de peru. Aliás, se a gente tiver comida na mesa, já será uma grande coisa.
    Nada de presentes, Papai Noel. Não quero mais aquela bicicleta com a qual sonho há tanto tempo. Bicicletas custam caro. E além disso é uma coisa perigosa. O cara pode cair, pode ser atropelado por um carro... Nada de bicicleta.
    Nada de DVD, Papai Noel. Afinal, a gente já tem uma TV (verdade que de momento ela está estragada e não temos dinheiro para mandar consertar), mas DVD não é coisa tão urgente assim.
    Também quero desistir da roupa nova que lhe pedi e dos sapatos. A minha roupa velha ainda está muito boa, e a mamãe vai fazer os remendos nos rasgões. E sapato sempre pode dar problema: às vezes ficam apertados, às vezes caem do pé. Prefiro continuar com meus tênis e o meu chinelo de dedo. 
    Ou seja: nada de Natal, Papai Noel. Para mim, nada de Natal. Agora, se o senhor for mesmo bonzinho e quiser nos dar algum presente, arranje um emprego para o meu pai. Ele ficará muito grato e nós também. Desejo ao senhor um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

Retirado de: http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1912200502.htm.
Assinale a alternativa na qual a alteração da sentença retirada no texto NÃO gerou prejuízo gramatical ou de sentido.
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