Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logoquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941200354502
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Avaliação da Educação
A avaliação é o instrumento de reflexão sobre a prática pedagógica na busca de melhores caminhos para orientar as aprendizagens das crianças. Ela deve incidir sobre todo o contexto de aprendizagem: as atividades propostas e o modo como foram realizadas, as instruções e os apoios oferecidos às crianças individualmente e ao coletivo de crianças, a forma como o professor respondeu às manifestações e às interações das crianças, os agrupamentos que as crianças formaram, o material oferecido e o espaço e o tempo garantidos para a realização das atividades. A avaliação, conforme estabelecido na Lei nº 9.394/96, deve ter a finalidade de acompanhar e repensar o trabalho realizado (DCNs, p. 97). Tradicionalmente, as avaliações em Educação Física resumem-se a alguns testes de força, resistência e flexibilidade, medindo apenas a aptidão física do aluno. O campo de conhecimento contemplado por esse formato avaliativo limita-se aos aspectos biofisiológicos. Embora a aptidão física possa ser um dos aspectos avaliados, deve-se considerar que cada indivíduo é diferente e tem motivações, limites e possibilidades particulares (PCNs, p. 36).

De acordo com Soares et al. (2012), a avaliação do processo de ensino da Educação Física escolar deve considerar
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941200422124
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Profissão de Assistente Social e Código de Ética
Marilda Iamamoto identifica, em capítulo do livro Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais (CFESS-ABEPSS, 2009), que, desde os anos 1980, o debate no Serviço Social tem sido polarizado por um duplo e contraditório movimento. Esse movimento opõe 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941200353592
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Língua EspanholaTemas: Compreensão de Texto | Ensino de Espanhol como Língua Estrangeira
Lea la siguiente cita y responda lo que se pregunta.

“La presencia de la literatura en las escuelas se asocia al lugar que ocupa la literatura en las sociedades contemporáneas, en especial tras el relevante avance de las nuevas tecnologías digitales. Si acaso la escuela refleja la sociedad, vale preguntar: ¿quién lee hoy y qué se lee? Si respondidas, esas preguntas pueden explicar la ausencia, la negligencia o incluso la inadecuación de los estudios literarios en la enseñanza de lenguas extranjeras en la educación básica.” (Paraquett, 2018, p. 6).

Según Paraquett (2018), se configuran como estrategias de aprendizaje intercultural con textos literarios:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941200143145
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Assistência Social na Educação
O Conselho Federal de Serviço Social, na publicação intitulada Serviço Social na Educação (2001) considera, entre as possíveis contribuições do serviço social, a identificação de fatores determinantes para os processos que mais afligem o campo educacional, citando, entre esses fatores: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941201603505
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética
O dono de uma papelaria encontrou em seu depósito uma caixa com 50 cadernos para 10 matérias comprados em anos anteriores. Aproveitando o começo do ano letivo, ele decidiu vender cada caderno dessa caixa por R$ 29,70. Como ele tem filhos em idade escolar, decidiu levar 5 cadernos, sem pagar por eles. Após isso, para manter o valor a receber, cada caderno deverá ser vendido por: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941201479062
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Língua InglesaTemas: Verbos
Read Text 2 and answer question.

TEXT 2

Criticisms of Methods

    Despite the potential gains from a study of methods, it is important to acknowledge that a number of writers in our field have criticized the concept of language teaching methods. Some say that methods are prescriptions for classroom behavior, and that teachers are encouraged by textbook publishers and academics to implement them whether or not the methods are appropriate for a particular context (Pennycook 1989). Others have noted that the search for the best method is ill-advised (Prabhu 1990; Bartolome 1994); that teachers do not think about methods when planning their lessons (Long 1991); that methodological labels tell us little about what really goes on in classrooms (Katz 1996); and that teachers experience a certain fatigue concerning the constant coming and going of fashions in methods (Rajagopalan 2007). Hinkel (2006) also notes that the need for situationally relevant language pedagogy has brought about the decline of methods.

    These criticisms deserve consideration. It is possible that a particular method may be imposed on teachers by others. However, these others are likely to be disappointed if they hope that mandating a particular method will lead to standardization. For we know that teaching is more than following a recipe. Any method is going to be shaped by a teacher’s own understanding, beliefs, style, and level of experience. Teachers are not mere conveyor belts delivering language through inflexible prescribed and proscribed behaviors (Larsen-Freeman 1991); they are professionals who can, in the best of all worlds, make their own decisions-informed by their own experience, the findings from research, and the wisdom of practice accumulated by the profession (see, for example, Kumaravadivelu 1994).

    Furthermore, a method is decontextualized. How a method is implemented in the classroom is not only going to be affected by who the teacher is, but also by who the students are, what they and the teacher expect as appropriate social roles, the institutional constraints and demands, and factors connected to the wider sociocultural context in which the instruction takes place. Even the ‘right’ method will not compensate for inadequate conditions of learning, or overcome sociopolitical inequities. Further, decisions that teachers make are often affected by exigencies in the classroom rather than by methodological considerations. Thus, saying that a particular method is practiced certainly does not give us the whole picture of what is happening in the classroom. Since a method is more abstract than a teaching activity, it is not surprising that teachers think in terms of activities rather than methodological choices when they plan their lessons.

    What critics of language teaching methods have to offer us is important. Admittedly, at this point in the evolution of our field, there is little empirical support for a particular method, although there may be some empirical support in second language acquisition research for methodological principles (Long 2009). Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy.

LARSEN-FREEMAN, D.; ANDERSON, M. Techniques & Principles in Language Teaching. 2011. Oxford: OUP. Adaptado.
In the sentence “Further, what some of the methods critics have done is to raise our awareness about the importance of critical pedagogy”, the author uses the Present Perfect Simple 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201528677
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários

A questão é baseada nos textos 4, 5 e 6.


TEXTO 4


De África, a tua visão incluía basicamente leões e os areais de onde vinham os acorrentados, viemos, vim. O que reduzia, drasticamente, aquela dimensão continental. Mas, que importa o que depois se descobre? Afinal, estamos presos ao nosso tempo, enquanto vamos tecendo, com os saberes possíveis, a nossa eternidade.


Os gemidos devem ter te incomodado profundamente. Convergiam, com certeza, para os de Leopoldina, a tua babá. Ouviste, sem dúvida, que juntos com ela moravam versos trazidos de longe e transmitidos das seivas dos lábios para o veludo escuro do ouvido, como herança. Embora estranhos à dicção dominante - aquela cheirando, principalmente, perfume francês e revolução - afetividades noturnas de uma África mais íntima já te haviam impregnado de histórias a infância.


E, ainda hoje, aquele mesmo fio continua. Só que, agora, também tua poesia a ele está intimamente trançada. E os tons são vários. E de todos os pontos do mundo chegam outros que se associam. E há mesmo os que dialogam contigo. E dizem coisas diversas. Que o tempo ensinou muita coisa. Outras tantas africanias que não propuseste, mas algumas que intuíste. Quando a doença bateu na tua porta, sonhavas com uma epopeia a partir da experiência da República de Palmares, assim como, mais tarde o romancista Lima Barreto projetaria um “Germinal Negro” como assinala Francisco de Assis Barbosa, o que também não redundou em obra. Outros mais tarde se aventurariam, pois a saga afro-brasileira é repleta de dor, mas também de heroísmos e mistérios.


Não foste o poeta para os escravizados, mas foste o poeta sobre os escravizados, como só poderia ser, na tua condição de branco, escrevendo num tempo de profundo desdém dirigido à humanidade dos africanos e afrodescendentes no País. Um tempo em que aprender a ler, para os mais sofridos, era crime ou petulância, passíveis de punição. Escrever então!... Acaso houve algum de teus recitais na senzala ou talvez em algum quilombo? E teria dado certo? Mas, os escravizados tiverem filhos, e seus filhos outros filhos, outros filhos... Por essa via chegaste ao quilombo de dentro do peito. E o brilho genuíno da dor e revolta, passou a se refletir em letra e voz, mais intimamente.


CUTI (Luiz Silva). Castro, ouves a poesia negra? Scripta, p.201- 210, 1997.


TEXTO 5


– Qual é a sua profissão?

– Estudante.

– Estudante?

– Sim, senhor, estudante – repeti com firmeza.

– Qual estudante, qual nada!


A sua surpresa deixara-me atônito. Que havia nisso de extraordinário, de impossível? Se havia tanta gente besta e bronca que o era, porque não o podia ser eu? Donde lhe vinha a admiração duvidosa? Quis-lhe dar uma resposta mas as interrogações a mim mesmo me enleavam. Ele, por sua vez, tomou o meu embaraço como prova de que mentia. Com ar de escarninho perguntou:

– Então você é estudante?

Dessa vez tinha-o compreendido, cheio de ódio, cheio de um santo ódio que nunca mais vi chegar em mim. Era mais uma variante daquelas tolas humilhações que eu já sofrera; era o sentimento geral da minha inferioridade, decretada a priori, que eu adivinhei em sua pergunta. E afirmei então com a voz transtornada:

– Sou, sim, senhor!


BARRETO, Lima. Recordações do Escrivão Isaías Caminha [1909]. In: Prosa seleta. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2001. p.160-161


TEXTO 6


Não somos só nós, minhas amigas, que vemos com terror brilhar por entre as nossas madeixas castanhas, louras ou pretas, o primeiro fio de cabelo branco. As dolorosas apreensões desse momento eram-nos só atribuídas a nós, como se não nascêramos senão para a mocidade e o amor.

O homem envergonhado, e com receio de se confessar vaidoso, sem perceber talvez que a primeira denúncia da velhice tem para nós amarguras mais sutis que a do simples medo de ficarmos mais feias, teve sempre para nossa decepção um sorriso de inclemente ironia...


ALMEIDA, Julia Lopes de. A arte de envelhecer [1906]. In: FAEDRICH, Anna. Escritoras silenciadas: Narcisa Amália, Julia Lopes de Almeida, Albertina Bertha e as adversidades da escrita literária de mulheres. Rio de Janeiro: Macabéa, 2022. p. 78. Adaptado






A literatura brasileira produzida na virada do século XIX para o XX recebeu a designação genérica e imprecisa de pré-modernista. Dentre as diversas manifestações da literatura da época, no contexto das transformações da cidade do Rio de Janeiro, merece atenção a produção de autores que, como Lima Barreto e Julia Lopes de Almeida, representaram a força literária 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941200849170
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História Latino-Americana

“A historiografia sobre os processos de independência da América e de formação dos Estados americanos tem sido renovada com significativas contribuições de vários autores, que tendem a enfatizar as dinâmicas locais e as atuações dos povos americanos para uma compreensão mais ampla e complexa do tema.”


ALMEIDA, Maria Regina Celestino. Populações indígenas e Estados nacionais latino-americanos: novas abordagens historiográficas. In: AZEVEDO, Cecília; RAMINELLI, Ronald (Orgs.) História da América: novas perspectivas. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2011, p. 111.


Entre as contribuições para a historiografia da América, há a obra de François-Xavier Guerra, para quem, apesar das diferenças étnicas e sociais e de suas múltiplas identidades, os vários habitantes da América hispânica – espanhóis, crioulos, mestiços, indígenas e africanos – chegaram à primeira década do século XIX compartilhando entre si 

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941202055975
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual

Texto II – O professor como instrumento de libertação (Filipe Queiroz de Campos*)


    Chovia muito. A enorme sombrinha corde-rosa da minha mãe me envergonhava diante dos meus colegas… todos muito mais altos que eu. O uniforme era grande demais. O mundo era grande demais. Eu me perguntava: por que eu tenho que ir à escola? Eu tinha 18 anos… tantas dúvidas! Uma delas se destacava: como um nerd, baixinho, de óculos, tímido e desajeitado poderia fazer qualquer diferença em um mundo tão grande e tão ameaçador?


    O medo e o desânimo tomavam conta de mim. Um senhor entrou em sala com seus óculos na ponta do nariz, barba branca, camisa antiga de botão para dentro das calças. Mal sabia eu que a aula daquele senhor despertaria em mim uma chama que nunca mais vacilaria. Aquela aula acendeu em mim uma vontade infinita de saborear o conhecimento e fazer dele uma ferramenta para a felicidade dos outros.

  

  Ele começou a aula assim: “Vocês não são dispensáveis. Cada ser humano é irrepetível. As regras do jogo lá fora vão tentar te convencer de que você é só mais um. Cada um de vocês é representante da esperança de esse mundo ser um lugar melhor. Isso não é uma mensagem geral. É um chamado no particular”. A aula de inspiração e coragem teve fim às oito horas, mas nunca terminou no meu coração. Para o resto da minha vida, a vontade de valorizar a coragem, a ousadia intelectual e a diversidade de pensamentos passaram a arder forte no meu coração. Aquele professor exerceu sua capacidade de despertar em mim um ânimo absurdo pela vida.

  

  No latim, a palavra animus está ligada ao conceito de anima, ou seja, a força vital que dá vida a todo ser. Em português, anima seria o próprio sopro de vida, aquilo que nos oferece propósito. Para mim, o professor tem uma missão transcendental: inspirar um ardente amor pela vida. O professor que se aventura a inspirar seus estudantes a serem alegres, fortes e felizes é um representante do Ruah, em hebraico, o Espírito Santo de Deus; é um instrumento do animus divino. Sendo assim, o professor faz, no mínimo, toda a diferença.

 

   Para mim, aquela aula mudou minha vida e, hoje, entendo: o professor pode ser um representante do sopro divino. O professor provoca o animus na vida de seus estudantes. Uma aula não é apenas mais um momento. Ela pode ser o grande momento de que alguém precisava. A aula pode ser um instante que, paradoxalmente, dura para sempre.


    O professor animado pelo amor à vida é condutor de uma eletricidade diferente. Ele pode conduzir o Espírito de Deus a todos que o escutam, eletrizando a alma, espantando todo desânimo e medo, por meio de um sorriso estampado no rosto, por meio de uma alegria incontida, de um desejo ardente pelo conhecimento ou de uma lição inspiradora. Cada um do seu jeito, cada professor pode interromper a inércia da desesperança ao provocar um inquieto amor pelo sentido da vida.


    Um professor desconhece o alcance das suas palavras. Elas podem ecoar para sempre no coração de alguém. Por isso, se você é professor ou conhece um professor, valorize a oportunidade que uma aula representa. Quem sabe, talvez, quem o escuta possa ser despertado para um novo mundo de coragem e ânimo? Quem sabe as palavras ditas em uma sala de aula possam ressoar na mente de um próximo professor, na de um próximo médico, na de um próximo presidente… o professor mexe com a gente. Ele tem um amor diferente.


Disponível em: https://www.colegiodosjesuitas.com.br/oprofessor-como-instrumento-de-libertacao-cronica-de-memoriase-homenagem/. Acesso em: 17 dez.2023.

Após a leitura do texto, chega-se à conclusão que
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941200661757
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Políticas Públicas Sociais | Trabalho e Assistência Social
De acordo com Maria Carmelita Yazbek, em artigo publicado no ano de 2018 no periódico Serviço Social em Revista, a hegemonia do capitalismo sob dominância financeira tem radicalizado a questão social e implicado alterações nas políticas sociais que incidem sobre o trabalho profissional do(a) assistente social. Entre as repercussões que esse quadro impõe ao trabalho dos(as) assistentes sociais, está
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
..
Logoquestionei.com