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457941200788669
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

O LOBO MORAVA EM CASA

            Rosângela Sales Cohen, 56 anos, de Belém do Pará. A história que tenho para contar é semelhante à de Chapeuzinho Vermelho. Só que o lobo morava em minha casa. Era o meu pai. Fui abusada por ele durante a infância e a adolescência. 

            Sou a 13ª de uma família de catorze irmãos de Belém do Pará. Por alguma razão, meu pai me escolheu quando eu era tão novinha que nem lembro a idade que tinha. Na calada da noite, ele ia à minha cama, fazia o que queria comigo e depois ia embora. Eu era muito pequena, não tinha noção do que era certo ou errado. Tudo foi piorando à medida que não queria mais satisfazer seus desejos, ele começou a me ameaçar, dizendo que deixaria a família passar fome. Toda a minha pureza virou indiferença. Desenvolvi um mecanismo de autodefesa que consistia em anular todos os meus sentimentos bons ou ruins. Tornei-me um ser não vivo. E tenho lembranças fragmentadas daquela época.

            Por volta dos 5 anos, tive uma de minhas experiências mais traumáticas. Ouvi de um familiar que eu gostava daquilo. Era como se eu houvesse seduzido meu pai. Aquelas palavras foram como uma faca cortando minha alma. Passei a ser acometida por uma febre psicológica, que me fazia delirar a mais de 40 graus. Estavam me acusando de algo do qual era vítima, e o fato de todos saberem o que acontecia e ninguém fazer nada me revoltava ainda mais. Passei a me sentir, de fato, culpada. Tinha nojo de mim mesma, além de muita vergonha. Acima de tudo, havia o medo.

            Então, um dia, quando eu já tinha 15 anos, meu pai acabou sendo expulso de casa pelos meus irmãos por causa das maldades que fazia comigo. Acreditei que meus problemas haviam acabado. Aos 16 anos, tive o meu primeiro namorado. Ficamos três anos juntos, e ele sempre foi muito respeitoso comigo. Quando tinha 20 anos, comecei a namorar um rapaz que conheci na saída da faculdade. Na época, tinha planos de me casar, constituir uma família, ir para bem longe da minha casa. E, por isso, eu o via como uma espécie de "salvador”. Em uma ocasião, saímos para ir a uma festa. A noite estava ótima, até a hora de ir embora... Na volta para casa, ele parou no motel. Em dado momento, começou a me olhar de maneira estranha, de uma forma que eu já conhecia. Fingi que estava passando mal e me tranquei no banheiro, chorando desesperadamente. Ele, então, começou a ficar agressivo e a dar murros na porta, dizendo que iria arrombá-la. Abri a porta e aconteceu o que eu previra. 

            A sensação de impotência era o que mais me afligia. No fim, a violência emocional é muito maior do que a física. Na manhã seguinte, ele me deixou em casa, como se nada tivesse acontecido, e ainda acenou para minha mãe com um sorriso. Disse a ele que, se voltasse a se aproximar de mim, iria denunciá-lo por estupro. Ele nunca mais apareceu.

            Os abusos me fizeram desenvolver fobias e síndromes, doenças psicossomáticas que passei a estudar para procurar respostas quando ingressei no curso de psicologia. Eu havia me tornado uma pessoa amarga e egoísta, que magoava os outros. A simples aproximação de alguém me causava pânico. Curei-me física, emocional e espiritualmente em um retiro religioso em Curitiba, onde fiquei por um mês. Deus me deu condições de lutar contra o ódio e o medo que me congelavam. Descobri que era capaz de amar e me deixar ser amada. O mais difícil foi perdoar, mas consegui. 

            Hoje sou mãe de três filhas e avó de duas netas, além de ser dona de uma corretora de imóveis. Faço esse relato com um sorriso no rosto porque consegui criar três mulheres fortes e independentes. Pretendo publicar um livro com a história da minha vida para conscientizar as pessoas sobre a realidade do estupro. O nome do livro será Superação.

(Fonte: Depoimento colhido por Eduardo Gonçalves. Revista Veja, n° 2483)

Do título do texto pode-se afirmar:
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2

457941200711003
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Transformações Sociais, Mercado de Trabalho e Estado Capitalista | Trabalho e Assistência Social: Perfil, Demanda, Prática e Competências Profissionais | Trabalho e Assistência Social | Condições e Mercado de Trabalho do Assistente Social | Questão Social e Assistência Social
As transformações ocorridas no sistema econômico mundial provocaram mudanças nas relações sociais de produção, nas relações do mundo do trabalho e consequentemente na questão social. Estas transformações afetaram o trabalho do assistente social. Sobre essas transformações marque a resposta incorreta.
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3

457941201571349
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Economia Contemporânea | Economia Nacional Contemporânea | Eventos Contemporâneos de 2016
"Norte tem maior n° de tentativas de fraude em e-commerce. Mapa da Fraude mostra que a cada R$ 100 em compras na região, R$ 7,70 é de tentativa de fraude. Ataques mobile crescem no país."(Fonte: ORM News. Data: 10.07.2016). Sobre a reportagem, apenas não se pode afirmar:
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4

457941200637451
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Políticas Públicas Sociais | Transformações Sociais, Mercado de Trabalho e Estado Capitalista | Trabalho e Assistência Social | Fundamentos de Políticas Públicas Sociais
Pode-se dizer que a Política Social ganhou densidade institucional e dimensão cívica com o chamado Welfare State ou Estado de Bem Estar Social que começou a ser formado na Europa, no último terço do Século XX. Essa é a concepção de muitos estudiosos da Política Social, entre eles Potyara Pereira, da área do Serviço Social. Sobre a Política Social e o Welfare State é correto afirmar que:
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5

457941200432640
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual

O LOBO MORAVA EM CASA

            Rosângela Sales Cohen, 56 anos, de Belém do Pará. A história que tenho para contar é semelhante à de Chapeuzinho Vermelho. Só que o lobo morava em minha casa. Era o meu pai. Fui abusada por ele durante a infância e a adolescência. 

            Sou a 13ª de uma família de catorze irmãos de Belém do Pará. Por alguma razão, meu pai me escolheu quando eu era tão novinha que nem lembro a idade que tinha. Na calada da noite, ele ia à minha cama, fazia o que queria comigo e depois ia embora. Eu era muito pequena, não tinha noção do que era certo ou errado. Tudo foi piorando à medida que não queria mais satisfazer seus desejos, ele começou a me ameaçar, dizendo que deixaria a família passar fome. Toda a minha pureza virou indiferença. Desenvolvi um mecanismo de autodefesa que consistia em anular todos os meus sentimentos bons ou ruins. Tornei-me um ser não vivo. E tenho lembranças fragmentadas daquela época.

            Por volta dos 5 anos, tive uma de minhas experiências mais traumáticas. Ouvi de um familiar que eu gostava daquilo. Era como se eu houvesse seduzido meu pai. Aquelas palavras foram como uma faca cortando minha alma. Passei a ser acometida por uma febre psicológica, que me fazia delirar a mais de 40 graus. Estavam me acusando de algo do qual era vítima, e o fato de todos saberem o que acontecia e ninguém fazer nada me revoltava ainda mais. Passei a me sentir, de fato, culpada. Tinha nojo de mim mesma, além de muita vergonha. Acima de tudo, havia o medo.

            Então, um dia, quando eu já tinha 15 anos, meu pai acabou sendo expulso de casa pelos meus irmãos por causa das maldades que fazia comigo. Acreditei que meus problemas haviam acabado. Aos 16 anos, tive o meu primeiro namorado. Ficamos três anos juntos, e ele sempre foi muito respeitoso comigo. Quando tinha 20 anos, comecei a namorar um rapaz que conheci na saída da faculdade. Na época, tinha planos de me casar, constituir uma família, ir para bem longe da minha casa. E, por isso, eu o via como uma espécie de "salvador”. Em uma ocasião, saímos para ir a uma festa. A noite estava ótima, até a hora de ir embora... Na volta para casa, ele parou no motel. Em dado momento, começou a me olhar de maneira estranha, de uma forma que eu já conhecia. Fingi que estava passando mal e me tranquei no banheiro, chorando desesperadamente. Ele, então, começou a ficar agressivo e a dar murros na porta, dizendo que iria arrombá-la. Abri a porta e aconteceu o que eu previra. 

            A sensação de impotência era o que mais me afligia. No fim, a violência emocional é muito maior do que a física. Na manhã seguinte, ele me deixou em casa, como se nada tivesse acontecido, e ainda acenou para minha mãe com um sorriso. Disse a ele que, se voltasse a se aproximar de mim, iria denunciá-lo por estupro. Ele nunca mais apareceu.

            Os abusos me fizeram desenvolver fobias e síndromes, doenças psicossomáticas que passei a estudar para procurar respostas quando ingressei no curso de psicologia. Eu havia me tornado uma pessoa amarga e egoísta, que magoava os outros. A simples aproximação de alguém me causava pânico. Curei-me física, emocional e espiritualmente em um retiro religioso em Curitiba, onde fiquei por um mês. Deus me deu condições de lutar contra o ódio e o medo que me congelavam. Descobri que era capaz de amar e me deixar ser amada. O mais difícil foi perdoar, mas consegui. 

            Hoje sou mãe de três filhas e avó de duas netas, além de ser dona de uma corretora de imóveis. Faço esse relato com um sorriso no rosto porque consegui criar três mulheres fortes e independentes. Pretendo publicar um livro com a história da minha vida para conscientizar as pessoas sobre a realidade do estupro. O nome do livro será Superação.

(Fonte: Depoimento colhido por Eduardo Gonçalves. Revista Veja, n° 2483)

"Disse a ele que, se voltasse a se aproximar de mim, iria denunciá-lo por estupro.". Assinale a alternativa em que a redação não provocou mudança de sentido ou prejuízo à norma padrão:
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6

457941200312154
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Ferramentas Técnico-Operacionais do Serviço Social | Métodos e Técnicas de Intervenção

Sobre os Instrumentais e técnicas do trabalho do Assistente Social, analise as afirmações a seguir e marque a alternativa correta:

I- A entrevista se expressa por um momento de exercício da escuta - que está completamente desvinculado de uma “escuta terapêutica” - se concretizando como um dos primeiros momentos em que se possibilita o conhecimento das demandas trazidas pelos usuários que nem sempre aparecem no nível do imediato. Cabe ao profissional utilizar esse instrumento para que norteie suas ações no sentido de pensar estratégias de atendimento.

II- O processo de Visita Domiciliar não deve ocorrer de forma aleatório e sem sistematização, é necessário que seja estabelecida sua sistematização e seu agendamento. Requer um planejamento, uma execução com desdobramento no registro das informações e dos dados coletados. Esse material deve estar articulado à avaliação desse processo para que o atendimento tenha uma continuidade, e essa perspectiva indica que tal instrumento de trabalho não pode ser utilizado a partir de uma perspectiva pontual e fiscalizatória.

III- Quando da necessidade do Assistente Social utilizar o instrumento Visita Domiciliar, o melhor a fazer é não comunicar o usuário da visita, pois somente desta forma é possível que as informações obtidas sejam verdadeiras e que o mesmo não está ocultando informações relevantes, assim maiores serão as possibilidades de ajudá-lo a resolver as demandas apresentadas.

IV- O encaminhamento enquanto instrumento de intervenção do Assistente Social deve se configurar como estratégia de atendimento profissional, que exige um conhecimento da realidade local pautado num trabalho de pesquisa e mapeamento dos recursos aos sociais da região, para elaborar um catálogo de recursos relacionados à esfera do direito, da informação e da socialização de como a rede das políticas públicas funcionam.

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7

457941200746939
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Profissão de Assistente Social e Código de Ética | Projeto Ético-Político e Diretrizes Curriculares | Código de Ética 1993 - Lei nº 8.662/1993
Todo projeto e toda prática numa sociedade classista tem uma dimensão política, desenvolvendo-se em meio às contradições econômicas e políticas engendradas na dinâmica das classes sociais antagônicas. Sobre o Projeto Ético-Político (PEP) do serviço social brasileiro, analise as alternativas e marque a resposta correta.
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8

457941201433379
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

O LOBO MORAVA EM CASA

            Rosângela Sales Cohen, 56 anos, de Belém do Pará. A história que tenho para contar é semelhante à de Chapeuzinho Vermelho. Só que o lobo morava em minha casa. Era o meu pai. Fui abusada por ele durante a infância e a adolescência. 

            Sou a 13ª de uma família de catorze irmãos de Belém do Pará. Por alguma razão, meu pai me escolheu quando eu era tão novinha que nem lembro a idade que tinha. Na calada da noite, ele ia à minha cama, fazia o que queria comigo e depois ia embora. Eu era muito pequena, não tinha noção do que era certo ou errado. Tudo foi piorando à medida que não queria mais satisfazer seus desejos, ele começou a me ameaçar, dizendo que deixaria a família passar fome. Toda a minha pureza virou indiferença. Desenvolvi um mecanismo de autodefesa que consistia em anular todos os meus sentimentos bons ou ruins. Tornei-me um ser não vivo. E tenho lembranças fragmentadas daquela época.

            Por volta dos 5 anos, tive uma de minhas experiências mais traumáticas. Ouvi de um familiar que eu gostava daquilo. Era como se eu houvesse seduzido meu pai. Aquelas palavras foram como uma faca cortando minha alma. Passei a ser acometida por uma febre psicológica, que me fazia delirar a mais de 40 graus. Estavam me acusando de algo do qual era vítima, e o fato de todos saberem o que acontecia e ninguém fazer nada me revoltava ainda mais. Passei a me sentir, de fato, culpada. Tinha nojo de mim mesma, além de muita vergonha. Acima de tudo, havia o medo.

            Então, um dia, quando eu já tinha 15 anos, meu pai acabou sendo expulso de casa pelos meus irmãos por causa das maldades que fazia comigo. Acreditei que meus problemas haviam acabado. Aos 16 anos, tive o meu primeiro namorado. Ficamos três anos juntos, e ele sempre foi muito respeitoso comigo. Quando tinha 20 anos, comecei a namorar um rapaz que conheci na saída da faculdade. Na época, tinha planos de me casar, constituir uma família, ir para bem longe da minha casa. E, por isso, eu o via como uma espécie de "salvador”. Em uma ocasião, saímos para ir a uma festa. A noite estava ótima, até a hora de ir embora... Na volta para casa, ele parou no motel. Em dado momento, começou a me olhar de maneira estranha, de uma forma que eu já conhecia. Fingi que estava passando mal e me tranquei no banheiro, chorando desesperadamente. Ele, então, começou a ficar agressivo e a dar murros na porta, dizendo que iria arrombá-la. Abri a porta e aconteceu o que eu previra. 

            A sensação de impotência era o que mais me afligia. No fim, a violência emocional é muito maior do que a física. Na manhã seguinte, ele me deixou em casa, como se nada tivesse acontecido, e ainda acenou para minha mãe com um sorriso. Disse a ele que, se voltasse a se aproximar de mim, iria denunciá-lo por estupro. Ele nunca mais apareceu.

            Os abusos me fizeram desenvolver fobias e síndromes, doenças psicossomáticas que passei a estudar para procurar respostas quando ingressei no curso de psicologia. Eu havia me tornado uma pessoa amarga e egoísta, que magoava os outros. A simples aproximação de alguém me causava pânico. Curei-me física, emocional e espiritualmente em um retiro religioso em Curitiba, onde fiquei por um mês. Deus me deu condições de lutar contra o ódio e o medo que me congelavam. Descobri que era capaz de amar e me deixar ser amada. O mais difícil foi perdoar, mas consegui. 

            Hoje sou mãe de três filhas e avó de duas netas, além de ser dona de uma corretora de imóveis. Faço esse relato com um sorriso no rosto porque consegui criar três mulheres fortes e independentes. Pretendo publicar um livro com a história da minha vida para conscientizar as pessoas sobre a realidade do estupro. O nome do livro será Superação.

(Fonte: Depoimento colhido por Eduardo Gonçalves. Revista Veja, n° 2483)

Rosangela Cohen, em sua infância, adolescência e juventude foi vítima:
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9

457941200636350
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação | Assistência Social na Educação | Proteção Social Integral | Assistência a Pessoas com Deficiência
Sobre a educação especial prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) é correto afirmar que:
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10

457941201685362
Ano: 2016Banca: Fundação CETAPOrganização: Prefeitura de Moju - PADisciplina: Informática BásicaTemas: Redes de Computadores
Conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede, utilizado em Intranets. Assinale a alternativa correta, correspondente ao suíte de protocolos descrito:
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