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457941201741715
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Análise Textual
Texto associado
O poder do cérebro em evitar distrações
Diante de um estímulo relevante, nossa mente recorre a um “truque”: a reação a distrações tende a diminuir, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganha destaque em relação aos demais
Por Ferris Jabr
Você está dirigindo por uma rodovia por onde não costuma transitar e sabe que a saída está em algum lugar desse trecho da estrada, mas nunca a utilizou antes e não quer perdê-la. Enquanto olha atentamente para um lado em busca do sinal de saída, numerosas distrações se intrometem em seu campo visual: cartazes, um conversível charmoso, o toque do celular. Como o seu cérebro se concentra na tarefa que está realizando? Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. Outro “truque” neurológico pode ser igualmente importante: segundo um estudo divulgado pelo periódico científico Journal of Neuroscience, o cérebro enfraquece sua reação, deliberadamente, perante tudo o mais, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganhe destaque. E o mais curioso: fazemos isso sem sequer perceber.
Os neurocientistas cognitivos John Gaspar e John McDonald, ambos pesquisadores da Universidade Simon Fraser, na Colúmbia Britânica, Canadá, chegaram a essa conclusão depois de pedirem a 48 universitários que fizessem testes de atenção em um computador. Os voluntários deveriam identificar rapidamente um círculo amarelo isolado em meio a um conjunto de círculos verdes sem serem distraídos por um círculo vermelho ainda mais chamativo. Durante todo esse tempo, os pesquisadores monitoraram a atividade elétrica no cérebro dos estudantes por meio de uma rede de eletrodos conectados a seu couro cabeludo. Como primeira evidência direta desse processo neural em ação, os padrões registrados revelaram que o cérebro dos participantes do experimento consistentemente suprimia reações a todos os círculos, exceto quando se referia àquelas formas geométricas que estavam procurando. “Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção”, salienta McDonald. “A novidade é que, com esse trabalho, determinamos como é possível evitar distração por meio da supressão”.
O neurocientista acredita que pesquisas desse tipo, algum dia, poderão ajudar os cientistas a entender o que ocorre no cérebro de pessoas com problemas de atenção, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDA/H). Em um mundo cada vez mais permeado de distrações, o que é um importante fator para acidentes de trânsito, qualquer insight sobre como o cérebro concentra atenção deve despertar também a nossa.   
No texto, predomina a
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457941200244157
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. 
A leitura do trecho permite inferir que
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3

457941201554625
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Geometria Euclidiana Plana | Trigonometria em Triângulos Retângulos
Uma pessoa quer medir a distância entre o ponto em que se encontra (que chamaremos de A) até uma ilha. Para isso, a partir de A, ela mede o ângulo formado entre o segmento de A até um farol na ilha e o segmento de A até uma estaca na praia onde se encontra, obtendo 30°. Depois, anda 50m em linha reta até a estaca e mede novamente o ângulo formado entre o segmento da estaca e o farol na ilha, e o segmento da estaca e o ponto A.
Sendo o segundo ângulo medido igual a 60o , a distância entre o farol na ilha e o ponto A é de
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4

457941201053137
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Informática BásicaTemas: Computação em Nuvem | Internet
O armazenamento na nuvem é um serviço para os usuários de redes de computadores, em especial da Internet, que permite guardar arquivos em espaço diverso daquele do disco (HD) local e que são facilmente acessíveis. São serviços de armazenamento na nuvem
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5

457941200523241
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal
Texto associado
"Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção". 
A forma verbal destacada
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6

457941200007006
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Estrutura Textual | Análise Textual
Texto associado
Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. 
O elemento linguístico você refere-se
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7

457941200327780
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
O poder do cérebro em evitar distrações
Diante de um estímulo relevante, nossa mente recorre a um “truque”: a reação a distrações tende a diminuir, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganha destaque em relação aos demais
Por Ferris Jabr
Você está dirigindo por uma rodovia por onde não costuma transitar e sabe que a saída está em algum lugar desse trecho da estrada, mas nunca a utilizou antes e não quer perdê-la. Enquanto olha atentamente para um lado em busca do sinal de saída, numerosas distrações se intrometem em seu campo visual: cartazes, um conversível charmoso, o toque do celular. Como o seu cérebro se concentra na tarefa que está realizando? Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. Outro “truque” neurológico pode ser igualmente importante: segundo um estudo divulgado pelo periódico científico Journal of Neuroscience, o cérebro enfraquece sua reação, deliberadamente, perante tudo o mais, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganhe destaque. E o mais curioso: fazemos isso sem sequer perceber.
Os neurocientistas cognitivos John Gaspar e John McDonald, ambos pesquisadores da Universidade Simon Fraser, na Colúmbia Britânica, Canadá, chegaram a essa conclusão depois de pedirem a 48 universitários que fizessem testes de atenção em um computador. Os voluntários deveriam identificar rapidamente um círculo amarelo isolado em meio a um conjunto de círculos verdes sem serem distraídos por um círculo vermelho ainda mais chamativo. Durante todo esse tempo, os pesquisadores monitoraram a atividade elétrica no cérebro dos estudantes por meio de uma rede de eletrodos conectados a seu couro cabeludo. Como primeira evidência direta desse processo neural em ação, os padrões registrados revelaram que o cérebro dos participantes do experimento consistentemente suprimia reações a todos os círculos, exceto quando se referia àquelas formas geométricas que estavam procurando. “Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção”, salienta McDonald. “A novidade é que, com esse trabalho, determinamos como é possível evitar distração por meio da supressão”.
O neurocientista acredita que pesquisas desse tipo, algum dia, poderão ajudar os cientistas a entender o que ocorre no cérebro de pessoas com problemas de atenção, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDA/H). Em um mundo cada vez mais permeado de distrações, o que é um importante fator para acidentes de trânsito, qualquer insight sobre como o cérebro concentra atenção deve despertar também a nossa.   
A intenção comunicativa predominante no texto é
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8

457941201836055
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Texto associado
O poder do cérebro em evitar distrações
Diante de um estímulo relevante, nossa mente recorre a um “truque”: a reação a distrações tende a diminuir, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganha destaque em relação aos demais
Por Ferris Jabr
Você está dirigindo por uma rodovia por onde não costuma transitar e sabe que a saída está em algum lugar desse trecho da estrada, mas nunca a utilizou antes e não quer perdê-la. Enquanto olha atentamente para um lado em busca do sinal de saída, numerosas distrações se intrometem em seu campo visual: cartazes, um conversível charmoso, o toque do celular. Como o seu cérebro se concentra na tarefa que está realizando? Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. Outro “truque” neurológico pode ser igualmente importante: segundo um estudo divulgado pelo periódico científico Journal of Neuroscience, o cérebro enfraquece sua reação, deliberadamente, perante tudo o mais, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganhe destaque. E o mais curioso: fazemos isso sem sequer perceber.
Os neurocientistas cognitivos John Gaspar e John McDonald, ambos pesquisadores da Universidade Simon Fraser, na Colúmbia Britânica, Canadá, chegaram a essa conclusão depois de pedirem a 48 universitários que fizessem testes de atenção em um computador. Os voluntários deveriam identificar rapidamente um círculo amarelo isolado em meio a um conjunto de círculos verdes sem serem distraídos por um círculo vermelho ainda mais chamativo. Durante todo esse tempo, os pesquisadores monitoraram a atividade elétrica no cérebro dos estudantes por meio de uma rede de eletrodos conectados a seu couro cabeludo. Como primeira evidência direta desse processo neural em ação, os padrões registrados revelaram que o cérebro dos participantes do experimento consistentemente suprimia reações a todos os círculos, exceto quando se referia àquelas formas geométricas que estavam procurando. “Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção”, salienta McDonald. “A novidade é que, com esse trabalho, determinamos como é possível evitar distração por meio da supressão”.
O neurocientista acredita que pesquisas desse tipo, algum dia, poderão ajudar os cientistas a entender o que ocorre no cérebro de pessoas com problemas de atenção, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDA/H). Em um mundo cada vez mais permeado de distrações, o que é um importante fator para acidentes de trânsito, qualquer insight sobre como o cérebro concentra atenção deve despertar também a nossa.   
A temática principal do texto se insere, primordialmente, no âmbito
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9

457941201970585
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Estatística
A mediana das notas de 11 alunos em uma avaliação é igual a 4 e a amplitude dessas mesmas notas é 3. Neste caso,
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10

457941201198707
Ano: 2016Banca: COMPERVE - UFRNOrganização: Prefeitura de Nísia Floresta - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística
Texto associado
O poder do cérebro em evitar distrações
Diante de um estímulo relevante, nossa mente recorre a um “truque”: a reação a distrações tende a diminuir, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganha destaque em relação aos demais
Por Ferris Jabr
Você está dirigindo por uma rodovia por onde não costuma transitar e sabe que a saída está em algum lugar desse trecho da estrada, mas nunca a utilizou antes e não quer perdê-la. Enquanto olha atentamente para um lado em busca do sinal de saída, numerosas distrações se intrometem em seu campo visual: cartazes, um conversível charmoso, o toque do celular. Como o seu cérebro se concentra na tarefa que está realizando? Para responder a essa pergunta, neurocientistas em geral estudam o modo como o cérebro reforça sua resposta para o que você está procurando, condicionando-se com um impulso elétrico especialmente forte quando vê o que procura. Outro “truque” neurológico pode ser igualmente importante: segundo um estudo divulgado pelo periódico científico Journal of Neuroscience, o cérebro enfraquece sua reação, deliberadamente, perante tudo o mais, de modo que, comparativamente, o alvo de interesse ganhe destaque. E o mais curioso: fazemos isso sem sequer perceber.
Os neurocientistas cognitivos John Gaspar e John McDonald, ambos pesquisadores da Universidade Simon Fraser, na Colúmbia Britânica, Canadá, chegaram a essa conclusão depois de pedirem a 48 universitários que fizessem testes de atenção em um computador. Os voluntários deveriam identificar rapidamente um círculo amarelo isolado em meio a um conjunto de círculos verdes sem serem distraídos por um círculo vermelho ainda mais chamativo. Durante todo esse tempo, os pesquisadores monitoraram a atividade elétrica no cérebro dos estudantes por meio de uma rede de eletrodos conectados a seu couro cabeludo. Como primeira evidência direta desse processo neural em ação, os padrões registrados revelaram que o cérebro dos participantes do experimento consistentemente suprimia reações a todos os círculos, exceto quando se referia àquelas formas geométricas que estavam procurando. “Neurocientistas estão cientes da supressão há algum tempo, mas ela não tem sido tão estudada quanto mecanismos que aumentam a atenção”, salienta McDonald. “A novidade é que, com esse trabalho, determinamos como é possível evitar distração por meio da supressão”.
O neurocientista acredita que pesquisas desse tipo, algum dia, poderão ajudar os cientistas a entender o que ocorre no cérebro de pessoas com problemas de atenção, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDA/H). Em um mundo cada vez mais permeado de distrações, o que é um importante fator para acidentes de trânsito, qualquer insight sobre como o cérebro concentra atenção deve despertar também a nossa.   
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