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457941200297979
Ano: 2019Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: América Latina Contemporânea | Eventos Contemporâneos de 2020
“Organizações internacionais criticam 'uso desproporcional da força' contra seguidores de Evo Morales.”. (Fonte: https://epoca.globo.com/mundo/organizacoes-internacionaiscriticam-uso-desproporcional-da-forca-contra-seguidores-deevo-morales-24084733). É errado afirmar sobre os atuais acontecimentos na Bolívia:
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457941200009912
Ano: 2019Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Serviço Social na Área Sociojurídica | Proteção Social Integral | Proteção a Grupos Vulneráveis
A auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apontou desafios para o programa da SEDH de reinserção do adolescente em conflito com a lei, que devem ser agregados na análise situacional do atendimento socioeducativo, bem como para a política de atendimento sócio-educativa. Entre eles, destacam-se, exceto:
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3

457941200546669
Ano: 2015Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Morfologia dos Pronomes | Colocação Pronominal | Análise Sintática

                                   O Caso do vestido

                                      (Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2-) 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestras, corrupções. “Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?”, a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originals da peça apresentada apenas como “O Vestido” teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos “é azul!’’, mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

      Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas : de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um : oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo (“Azul-Pretinho Básico?”) e O Globo de sábado (28/2, “Ciência explica mistério do vestido”) deram chamadas de capa e ouviram psicólogos, neurologistas, filósofos, sem chegara uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

      O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica “Ciência” (sábado, 28), “Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros”. O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno “Aliás” do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a ; mente aberta, “algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém”.

      O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa ; compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

      Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azul ou preta. Ou dourado e branco?

      Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. “O caso do vestido” virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e ; declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e ; a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, ; psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi, Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originals em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

Houve substituição incorreta do objeto pelo pronome oblíquo em:
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4

457941200826375
Ano: 2019Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Emprego da Vírgula | Sintaxe | Análise Textual | Pontuação | Análise Sintática | Emprego dos Parênteses
Chore e lute, filha.

  Dentre as tantas lições que recebi e recebo de minha mãe, considero duas primordiais: chore sempre que quiser chorar, filha. Lute mesmo quando não quiser lutar, filha.
Sou filha de uma virginiana de origem germânica, regras rígidas, poucas palavras. Mas não houve uma única vez em que ela tenha me mandado engolir o choro, como tanto se ouve por aí. Pelo contrário, ela dizia, com sua escassa e preciosa doçura: “O choro é o xixi do coração, filha. Tem que deixar que ele saia”. Aprendi a obedecer (porque não lhe obedecer segue sendo o erro mais certo de todos) e choro invariavelmente, abandonando constrangimentos e preocupação com olhares de terceiros.
   Sobre a luta, ela nunca verbalizou. Preferiu, nesse caso, ser apenas um exemplo permanente. Por vezes, soltava frases duras como “Segure isso pelo chifre”, “Mostre para o cavalo quem é o cavaleiro aqui”, “Segure as rédeas da sua vida ou ela vai para onde quiser”, “Mantenha só na sua mão a chave da sua felicidade”, ou ainda “Deus nunca nos dá um fardo mais pesado do que podemos aguentar”. As frases ficaram como marcas, mas, no fundo, sempre bastou observá-la, no presente e no passado corajoso.
   Sua luta nunca foi barulhenta. Olhares. Gestos. Frases curtas em tom de voz sereno e firme. Longas cartas manuscritas. Venho, há anos, aprendendo nesse treinamento inconsciente a duelar sem armas, a gritar sem som, a intimidar com os olhos e a romper sem cortes.
   Nunca a vi abandonar ideais, relativizar princípios ou tolerar afrontas. Sempre a vi lutar pelo que acredita e, sobretudo, por aqueles em quem acredita. Sempre a vi continuar acreditando, embora com os olhos um pouco inchados, de quem chorou por meia dúzia de minutos atrás da necessária porta do banheiro (porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha).
   Um dia ela me disse, em tom de confidência, que me achava muito corajosa. Eu quis, com todas as minhas forças, acreditar nesse elogio com o qual nunca nem ousaria sonhar. Ainda não acredito. Ainda me julgo borboleta, cheia de cores, leve, superficial e frágil. Ainda me tornarei como ela: árvore, raiz, tronco, verde e vida.
   Por enquanto, em tempos estranhos, em campo minado, em terreno incerto, em pedras falsas e em total incerteza na vida, sigo no choro sincero, sigo na luta honesta. Sigo por mim, por ela, por tantos. Porque, como dizem por aí, luto só me serve se for verbo. E assim seguimos caminhando.

(MANUS,Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isso. p. 67/68.).
Em: “(porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha)”. Sobre a pontuação do fragmento, é incorreto afirmar:
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5

457941201420535
Ano: 2021Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: PsiquiatriaTemas: Transtornos Mentais

Em relação ao tratamento de pacientes com transtorno afetivo bipolar, marque a alternativa certa:

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6

457941201372091
Ano: 2021Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Terapia OcupacionalTemas: Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Neurociências

O texto a seguir serve de base para responder as perguntas de número 36 a 40.

A equipe de saúde do hospital onde você, terapeuta ocupacional, trabalha encaminhou solicitação de avaliação para o Serviço de Terapia Ocupacional do Sr. Juramir, um paciente que apresenta várias alterações neurológicas.

Assinale a alternativa que corresponde a uma atividade funcional que o paciente com lesão medular ao nível da sexta vértebra cervical (C6) não consegue realizar:

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7

457941201067004
Ano: 2021Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Direito SanitárioTemas: Lei Orgânica da Saúde | Sistema Único de Saúde (SUS)

Um pai levou seu filho até uma unidade básica de saúde (UBS) para vacinação. Após receber a vacina, a enfermeira percebe que o menino apresenta uma mancha estranha com alteração cutânea no braço com perda de sensibilidade e o encaminha para atendimento com a dermatologista. Este tipo de cenário descrito é um exemplo de qual diretriz constitucional do Sistema único de Saúde (SUS)?

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8

457941200751114
Ano: 2021Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Recursos Estilísticos | Análise Textual

Apelidos: dupla identidade.


Os apelidos são uma maneira poderosa de botar as pessoas nos seus devidos lugares. Essa frase é da escritora Doris Lessing e chamou minha atenção porque diz justamente o contrário do que eu sempre pensei de apelidos. Sempre achei que fossem um carinho, um atalho para a intimidade ou ao menos um meio mais rápido de chamar alguém: em vez de João Carlos, Joca; em vez de Maria Aparecida, Cida; em vez de Adalberto, Beto. Nenhuma má intenção.

O que Doris Lessing quis lembrar é que apelidos nem sempre são afetuosos. A maioria dos apelidos nascem na infância e são dados por outras crianças que, como todos sabem, de anjo só têm a cara. Crianças adoram pegar no pé das outras, e aí que começa o batismo de fogo.

Uma banana-split todo dia na hora do recreio, Gordo. Vai ser Gordo o resto da vida, mesmo que venha a ser jóquei, faquir, homem elástico: vai morrer Gordo.

Se for loiro, é Xuxa. Se a voz for engraçada, é Fanho. Se não for filho único, é Mano, Mana, Maninha. Irmãos de quem, eu conheço?

Fui colega de um cara bárbaro que se chamava Antônio, mas se alguém o chamasse assim, ele nem levantava os olhos. É o Verde. Uma mãe e um pai colocam um nome lindo no filho e não pega.

FHC, PC, ACM, agora é a mania transformar pessoas em siglas. Sorvetão era o apelido de uma paquita chamada Andrea: Sorvetão! E Caetano Veloso inova mais uma vez, registrando seus filhos como Zeca e Tom, que jamais serão apelidados.

Muita gente, secretamente, detesta a própria alcunha, mas são obrigados a resignar-se, sob o risco de perder a identidade. Qual é o nome de Bussunda, do Tiririca, do Chitãozinho e Xororó? Anônimos Cláudios, Ricardos e Fernandos. Nomes que só existem em cartório.

Apelido gruda, cola, vira marca registrada. Tem negro que é Alemão, tem grandão que é Fininho, tem careca que é Cabeleira, tem ateu que é Cristo, tem moreno que é Ruivo, tem albino que é Tição. Apelido não tem lógica. Tem história.

Doris Lessing, quando criança, tinha um apelido para sua segunda personalidade: chamava a si mesmo de Tigger. Doris era o nome para consumo externo, para denominar a menina boazinha que aparentava ser. Tigger era o que ela era em segredo: sarcástica, atrevida, extrovertida. Com esse depoimento, Doris Lessing mostrou a verdadeira utilidade dos apelidos em vez daquela coisa antipática de “colocar as pessoas em seus devidos lugares”. O bom do apelido é que ele nos dá permissão para sermos vários: Afonso Henrique combina com gravata, mas que tem mais a ver com bermuda. Está aí uma maneira sutil de legalizar o nosso outro eu, o que ficou sem registro.

Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, fev, 1998, p. 49,50.


O oitavo parágrafo do texto exemplifica, várias vezes, pelas oposições:

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9

457941200460972
Ano: 2021Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: Terapia OcupacionalTemas: Terapia Ocupacional em Traumato-Ortopedia, Reumatologia, Cardiopulmonar, Neurologia e Neonatologia

O texto a seguir serve de base para responder as perguntas de número 36 a 40.

A equipe de saúde do hospital onde você, terapeuta ocupacional, trabalha encaminhou solicitação de avaliação para o Serviço de Terapia Ocupacional do Sr. Juramir, um paciente que apresenta várias alterações neurológicas.

No encaminhamento do Sr. Juramir para a Terapia Ocupacional, o médico informou que o paciente apresenta agnosia auditiva. Sobre o assunto, leia as frases seguintes:

I- o Sr. Juramir não perceberá que o telefone está tocando.

II- o Sr. Juramir acordará no horário em que o despertador tocar.

III- o Sr. Juramir conseguirá identificar que sua esposa está sendo carinhosa com ele quando ela falar com voz melosa.

IV- o Sr. Juramir lerá um livro tranquilamente, mesmo que seu cachorro esteja latindo muito alto.


Assinale a alternativa correta que apresenta a sequência de frases Verdadeiras (V) ou Falsas (F) referentes às limitações que a agnosia auditiva traz às atividades cotidianas do Sr. Juramir:

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10

457941201033382
Ano: 2019Banca: CETAPOrganização: Prefeitura de Ananindeua - PADisciplina: BiologiaTemas: Biologia dos Organismos | Zoologia: Introdução

Referindo-se ao Sistema Nervoso Central, marque a alternativa correta:

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