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1

457941201655809
Ano: 2016Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Gestão de Documentos: Arquivos Correntes e Intermediários | Definições Arquivísticas | Fundamentos Arquivísticos | Ciclo de Vida Documental: Teoria das Três Idades

Reis (2012) explica os valores primário e secundário dos documentos. Em relação ao valor documental:


(REIS, L. Arquivologia Facilitada. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012).

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2

457941200737536
Ano: 2022Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Atente para as formas verbais grifadas no seguinte trecho de uma obra literária:


“A sanidade é um bem valioso; eu a amealho e guardo escondida como as pessoas antigamente amealhavam e escondiam dinheiro. Economizo sanidade, de maneira a vir a ter o suficiente, quando chegar a hora.“


ATWOOD, Margaret. O Conto da Aia. Disponível em: https:// citacoes.in/obras/o-conto-da-aia-269/. Acesso em: 09 jul. 2022.


No texto, os termos grifados têm sentido correspondente ao de:

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3

457941200381001
Ano: 2016Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual

Leia o texto para responder às questões de 01 a 07.


SOBRE CAFÉS E LIVROS


O que é que eu fui fazer na livraria? Eu estava procurando um livro. Como era desses códices que a gente tem vontade de rabiscar, anotar, comentar, marcar, resolvi ter o livro, bonito, impresso, original. Não encontrei em lugar nenhum, mas o que importa é o percurso desta minha busca.


Passei por duas livrarias dessas enormes, com escadarias, segundo andar, rede de lojas por toda a cidade. Também passei por duas livrarias médias, dessas que têm tradição e são cercadas de lendas urbanas. As outras quatro eram livrarias cult, dessas que servem café e bolos. Pedi um capuchino e até fiquei um tempo ouvindo a moça que cantava ao vivo num palco. Mas então me lembrei de que tinha uma meta: procurar um livro e fui em busca dele. Mexi e remexi em todas as prateleiras, mapeei a loja, fui nas estantes que ficavam sob a placa da categoria em que eu imaginava encontrar meu livrinho. Observei, me aproximei, espirrei a poeira dos livros guardados, chamei o vendedor, pedi informação à menina do caixa e saí de lá com as mãos abanando.


Em Belo Horizonte, e em vários outros lugares, você pode ir a uma livraria sem ter a menor vontade de comprar ou ver um livro. Impressionante a limpeza do balcão, a voz da cantora, a estante de periódicos, o uniforme dos garçons, a agilidade do caixa, o cheirinho do café. Mas na livraria, o vendedor não sabia me informar sobre livros, e as estantes estavam empoeiradas em completa desorganização. Era impossível inferir, sem ajuda urgentíssima, o critério de disposição daquelas obras todas. No meio dos dicionários de línguas, estava o dicionário de palavrões do Glauco Mattoso. No meio dos livros de botânica, estava o Raízes do Brasil, do Sérgio Buarque. O livro que eu procurava devia estar em algum lugar daquele universo indistinto. Talvez na prateleira da cozinha, junto com as colheres de pau.


O que eu procuro quando vou a uma livraria? Em geral, procuro por um livro. Também posso chegar à loja procurando por um tema, sem ter a ideia exata de que livro levar. Eu sinto a necessidade de encontrar ajuda numa espécie de consumidor, alguém que saiba sobre o objeto que vende. Não um vendedor treinado para me dizer “bom dia”. Daí que faço as perguntas e ele deve me responder com alguma dose de precisão, além da simpatia. Também pode ser que ele me dê uma sugestão, o que será delicioso. E se a sugestão for bem sucedida, serei fiel à livraria.


Mas parece que, nesta cidade, as livrarias já não têm mais a missão de vender livros. Têm tantas outras que essa se confunde com o pó do capuchino industrializado. Estão lá garçons que vendem livros e cantoras que interpretam poetas que não se encontram mais nas prateleiras. A menina do caixa nunca lê as capas das obras que vende. Atrás dela está pendurado um painel com uma cena de Dom Quixote. Ela pensa que é o esboço de um desenho animado Disney. E então eu sei que não encontrarei o livro que eu quero porque ele deve estar perdido na desordem da loja. Não poderei contar com o vendedor porque ele também não sabe do que eu estou falando. E não poderei fazer outra coisa ali que não seja degustar um café e ler sobre vinhos chilenos com nomes interessantes.


Eu não fui com a intenção de conhecer vinhos andinos. Nem cheguei lá pensando em paquerar. Também não queria ouvir música ao vivo, já que nem tinha dinheiro para pagar o couvert artístico. Não imaginava que seria atendida por um garçom e não queria que o vendedor ficasse constrangido em me dizer que nunca ouvira falar daquele livro antes. Eu queria uma obra que infesta as referências dos meus pares. E onde será que eles a encontram?


Depois de percorrer a cidade em busca do meu livro e não encontrar, entrei na internet e achei. Pedi, paguei frete e o terei em casa sem pedir ao garçom e sem sentir cheiro de café. Não há nada de mal em tomar capuchino na livraria. O que deve estar fora do lugar é a ênfase. Se eu entrasse numa cafeteria e perguntasse por um livro, talvez o garçom se desse conta de que eu é que estava no lugar errado.


RIBEIRO, Ana Elisa. Meus Segredos com Capitu. 2 ed. Natal: Jovens Escribas, 2015. (adaptado)

Sobre os recursos linguísticos que marcam os sentidos expressos e a seleção vocabular do texto, analise as proposições e marque aquela que apresenta expressões de sentido conotativo:

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4

457941200754761
Ano: 2019Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sentido Literal e Figurado | Análise Textual

Leia o poema Adiar, de Fernando Pessoa, para responder à questão.


ADIAR

1. Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...

2. Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,

3. E assim será possível; mas hoje não...

4. Não, hoje nada; hoje não posso.

5. A persistência confusa da minha subjectividade objectiva,

6. O sono da minha vida real, intercalado,

7. O cansaço antecipado e infinito,

8. Um cansaço de mundos para apanhar um eléctrico...

9. Esta espécie de alma...

10. Só depois de amanhã...

11. Hoje quero preparar-me,

12. Quero preparar-me para pensar amanhã no dia seguinte...

13. Ele é que é decisivo.

14. Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos...

15. Amanhã é o dia dos planos.

16. Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo;

17. Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã...

18. Tenho vontade de chorar,

19. Tenho vontade de chorar muito de repente, de dentro...

20. Não, não queiram saber mais nada, é segredo, não digo.

21. Só depois de amanhã...

22. Quando era criança o circo de domingo divertia-me toda a semana.

23. Hoje só me diverte o circo de domingo de toda a semana da minha infância...

24. Depois de amanhã serei outro,

25. A minha vida triunfar-se-á,

26. Todas as minhas qualidades reais de inteligente, lido e prático

27. Serão convocadas por um edital...

28. Mas por um edital de amanhã...

29. Hoje quero dormir, redigirei amanhã...

30. Por hoje, qual é o espectáculo que me repetiria a infância?

31. Mesmo para eu comprar os bilhetes amanhã,

32. Que depois de amanhã é que está bem o espectáculo...

33. Antes, não...

34. Depois de amanhã terei a pose pública que amanhã estudarei.

35. Depois de amanhã serei finalmente o que hoje não posso nunca ser.

36. Só depois de amanhã...

37. Tenho sono como o frio de um cão vadio.

38. Tenho muito sono.

39. Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...

40. Sim, talvez só depois de amanhã...

41. O porvir...

42. Sim, o porvir...


PESSOA, F. ABC de Fernando Pessoa. São Paulo: Leya, 2016. p. 8-9.

Dentre as passagens destacadas nas alternativas a seguir, há uma cujo sentido mais se aproxima da linguagem denotativa. Assinale-a.
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5

457941200188946
Ano: 2012Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Redes de Computadores e Segurança de RedesTemas: Comunicação de Dados
Qual tecnologia de transmissão de dados sem fio de curta distância (9 metros ou menos) usa ondas de rádio para conectar dispositivos móveis?

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6

457941200465386
Ano: 2014Banca: FUNRIOOrganização: IF-PIDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Autores Influentes
Edgar Morin (2008), em “Os sete saberes necessários à educação do futuro”, propõe a reforma do pensamento do professor onde a prática pedagógica reflexiva e vivenciada, na qual tudo se liga a tudo e de que é urgente aprender a aprender, o professor adquirirá uma nova postura diante da realidade, necessária a uma prática pedagógica dialógica e libertadora. Nessa perspectiva, o autor reforça a seguinte ideia:

I. Há inquietação disseminada nos dias atuais, uma vez que o avanço da tecnologia de informação permite acesso inédito às informações, a globalização econômica e o fim da polarização ideológica entre capitalismo e comunismo nas relações internacionais.

II. O conhecimento não é um espelho das coisas do mundo externo. Todas as percepções são, ao mesmo tempo, traduções e reconstruções cerebrais com base em estímulos ou sinais captados e codificados pelos sentidos. Este conhecimento, ao mesmo tempo tradução e reconstrução comporta a interpretação, o que introduz o risco do erro na subjetividade do conhecedor, de uma visão do mundo e de seus princípios de conhecimento. Daí os numerosos erros de concepção e de ideias que sobrevêm a despeito de nossos controles racionais.

III. O saber desfragmentado do conhecimento fica sem sentido. Sob esse aspecto, entendesse que há inadequação cada vez mais agravada entre os saberes separados, fragmentados, compartimentados entre disciplinas e as realidades ou problemas da realidade global, complexa e multidimensional.

IV. A condição humana é o ponto central da educação do futuro, para conhecer o humano, é preciso encontrar seu lugar no Universo. As concepções do ser humano formuladas pela Biologia, História, Ecologia, etc., estão hoje desunidas. O “humano” está fragmentado em olhares isolados das próprias ciências humanas e naturais e destas com a filosofia, a literatura e as artes.

V. Devemos fazer uma profunda reflexão sobre a relação do homem como planeta. A ideia de que é preciso compreender o caráter humano no mundo, como a condição do mundo humano, que, ao longo da história moderna, se tornou a circunstância da era planetária, da própria sobrevivência da terra. Devemos pensar de como proteger nossa Terra- pátria, e ter uma prática de sustentabilidade terrena que seja viável para as próximas gerações.

Está correto apenas o que se afirma em
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7

457941201359379
Ano: 2019Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Liderança e Motivação | Gestão Estratégica
Tipo de liderança em que o gestorse comporta como chefe e não como líder, suas táticas são pautadas principalmente pela obediência às regras e cumprimento das metas estabelecidas, além de seguira ideia de recompensa proporcional ao desempenho. Esse é um gestor que não se preocupa em compreender as motivações de sua equipe ou em antecipar-se aos problemas, ele apenas segue o fluxo e cumpre demandas. Essas características correspondem a que tipo de liderança?
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8

457941200300083
Ano: 2016Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Redes de Computadores e Segurança de RedesTemas: Protocolos | Modelo TCP/IP
Para multimídia em tempo real, transferência de arquivos, DNS e e-mail, os protocolos de camada de transporte geralmente utilizados são, respectivamente:
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9

457941201346237
Ano: 2012Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Políticas de Educação
No âmbito do sistema federal de ensino, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vinculada ao Ministério da Educação é constituída pelas seguintes instituições:
I Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Institutos Federais).
II Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
III Entidades do Sistema “S” (SENAI, SENAC, SESI, SESC e SENAT).
IV Centros Federais de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET-RJ e de Minas Gerais – CEFET-MG.
V Escolas Técnicas vinculadas às Universidades Estaduais.
VI Escolas Técnicas vinculadas às Universidades Federais.
VII Colégio Pedro II.
VIII Universidade Corporativa SEBRAE.
É certo afirmar que:
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10

457941200749929
Ano: 2022Banca: IF-PIOrganização: IF-PIDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Gestão da Informação e Conhecimento
Considere o texto abaixo.


Gareth Morgan, em seu livro “Imagens da Organização” (1996), utiliza metáforas para demonstrar que as organizações podem ser vistas de diferentes formas. Uma delas é conceber a organização como um sistema aberto. Analise o sistema da organização social intitulada Velhos Camaradas, que se desenvolveu a partir da união de 04 amigos: "Imaginemos um senhor aposentado, chamado Sr. Asdrúbal, que resolve ajudar os mendigos de sua cidade (objetivo) que dormem ao relento e comem restos catados nos cestos de lixo. Sabe que precisará de pessoas para ajudá-lo, então pensa em colegas aposentados que também queiram ajudar os mendigos (objetivo comum). Reúne três desses colegas em sua casa e resolvem o que fazer: distribuirão sopa aos mendigos todas as noites. Sr. Asdrúbal, muito comunicativo, será responsável por angariar donativos; Sra. Francisca, aposentada como cozinheira de um grande restaurante, se responsabilizará pela sopa; Sr Pedro e Sr Juca transportarão e distribuirão a sopa aos mendigos da cidade. Assim, os mendigos só terão a sopa se cada um dos aposentados realizar seu trabalho.


Sr. Asbrúbal logo percebe a importância do que realizam para os mendigos (infl uência do sistema no macrossistema), que se multiplicam a cada semana. Eles já contam com o conforto de uma sopa quentinha, entregue todas as noites pelos “Velhos Camaradas” - como os mendigos passaram a chamá-los.


Os aposentados perceberam também que precisam cada vez mais da ajuda de outras pessoas e organizações da cidade (influência do macrossistema no sistema). Assim, notam sua organização numa troca constante com pessoas, empresas, órgãos públicos e outras entidades da região."


Texto adaptado: NETO, Álvaro de Carvalho. Gestão da Informação. Fundação BRADESCO. Osasco –SP: 2006.  


Analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA:
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