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457941200033931
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Informática BásicaTemas: Editores de Apresentações | Formato de Arquivo | Microsoft PowerPoint
Analise as afirmativas a seguir sobre as teclas de atalho do Microsoft PowerPoint e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A extensão “pptx” é utilizada para salvar uma apresentação do PowerPoint, que pode ser aberta em qualquer versão, desde a 97 até a 2016.
( ) A extensão “potx” é um modelo do PowerPoint, que pode ser usado para formatar futuras apresentações.
( ) A extensão “ppsx” é utilizada quando se quer salvar um arquivo que deve ser aberto no modo de exibição de slides ao invés de abrir no modo normal.
( ) A extensão “ppt” é uma apresentação habilitada para macro, com códigos VBA (Visual Basic for Aplications).
Assinale a sequência correta.
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2

457941201087509
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Legislação dos Tribunais e Ministérios Públicos de ContasTemas: TCE-MG | Lei Orgânica do TCE-MG
Sobre o capítulo relativo à fiscalização dos atos e contratos administrativos incluído na Lei Complementar de Minas Gerais Nº 102/2008, que dispõe sobre a organização do Tribunal de Contas e dá outras providências, assinale a alternativa incorreta.
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3

457941200886950
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Morfologia | Estrutura Textual | Semântica Contextual | Conjunções

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.


TEXTO II


Onde dormem os duendes


[...]

Eu decorei as falas e minha tia Francisca preparou minha roupinha de seda verde. Era uma bermuda bufante, um colete com paetês e uma touca estilo Noel. O ideal era que eu usasse uma sapatilha, mas não fosse por minha tia, o figurino já não teria sido o luxo que foi. Como um bom artista, improvisei o calçado. Peguei meu velho Kichute (essa não é para os mais jovens) e adaptei um acabamento no bico feito em cartolina à moda Alladin.

Ensaios após as aulas e nos fins de semana na casa da professora Aleluia, idealizadora do projeto. O lanche era sempre bom. Éramos todos da mesma classe e o garoto mais bonitinho (segundo as meninas) e inteligente (segundo minhas notas) ficou com o papel de príncipe, ao lado daquela que era minha princesa (não só na peça, mas também em meu coração infantil). Suas roupas foram bem trabalhadas em azul e detalhes em dourado que pareciam reluzir ao lado de meu velho tênis preto. Sua irmã também interpretava algum personagem e estava igualmente bem-vestida. Todos com o figurino muito bonito.

Eles iam para as apresentações de carro, enquanto eu e o amigo Valdemar íamos de ônibus ou a pé. Ainda outro dia encontrei-o em um Subway e ele não lembrou de mim por nada. Diz minha filha que ele deveria ser meu amigo imaginário. Talvez. Afinal, eu era um duende!

Tudo em volta me mostrou que eu não tinha bala para ser o príncipe. Nem corpo, nem notas, nem roupas e muito menos um carro. Acho que foi a primeira vez que entendi o que era diferença de classes. Tudo bem… sem dramas… não sofri bullying. Era só la vie se mostrando irremediavelmente. Ele era o príncipe, ela a princesa e eu o vilão que terminava humilhado, puxado por uma das orelhas e levando um baita sermão.

Deste eu não lembro muito, pois o danado do príncipe fazia questão de ser bem realista ao punir o duende. Por outro lado, não tive como esquecer a outra lição. Vejo-a todos os dias desfilando por nossa cidade.

Nossa turnê passou por várias escolas e fomos aplaudidos de pé, apesar do amadorismo. Dessa época, nem uma foto. Só a lição, mesmo.


VICENTE, Alexandre. Onde dormem os duendes.

Disponível em: <https://bit.ly/2Emov2x>. Acesso em: 5 abr. 2018 (Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.“
[...] não só na peça,
mas também em meu coração infantil [...]”
Esse trecho, sem alteração do seu sentido original, pode ser reescrito da seguinte forma:
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4

457941200695023
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase

TEXTO I

Vamos estudar banto?

O destaque que as práticas religiosas de matriz iorubana adquiriram na cultura brasileira, especialmente na baiana, teve como consequência um desequilíbrio no interesse pelas línguas africanas que deram sua contribuição à formação do português brasileiro. Ocorreu uma supervalorização do iorubá e uma quase invisibilização das línguas do grupo banto (quimbundo, quicongo e umbundo), que tiveram um impacto muito mais profundo na nossa língua. Muitas pessoas, em busca das raízes africanas da nossa formação social e cultural, ou em busca de suas próprias raízes étnicas, se dedicam ao estudo do iorubá, considerado como o componente principal dessas raízes.

Aconteceu com as línguas africanas algo parecido com o que aconteceu com as línguas indígenas no nosso imaginário: muitas pessoas acreditam que a única língua falada pelos habitantes mais antigos do Brasil era o “tupiguarani” (uma língua que nunca existiu, aliás, porque o termo tupi-guarani se aplica a uma família de línguas e não a uma língua única). Ora, até hoje, depois de séculos de genocídio sistemático, sobrevivem mais de 180 línguas indígenas, agrupadas em diferentes troncos linguísticos, tão diferentes entre si quanto o português e o japonês, por exemplo. Na verdade, calcula-se em mais de mil o número de línguas faladas pelos índios no momento da invasão portuguesa. [...]

BAGNO, Marcos. Blog da Parábola Editorial. Disponível em:

<https://bit.ly/2LuPvS6>. Acesso em: 24 maio 2018

(Fragmento adaptado).

Releia o trecho a seguir.

“[...] línguas africanas que deram sua contribuição à formação do português brasileiro.”

Em relação ao acento indicativo de crase nesse trecho, assinale a alternativa incorreta.

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5

457941200689003
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe
TEXTO I

Presos que menstruam: descubra como é a vida das mulheres nas penitenciárias brasileiras

Maria Aparecida lembrava uma avó. Uma dessas avós imaginárias que cresceram com histórias de Dona Benta. Cabelos grisalhos, ombros curvados, pele caída de um jeito simpático ao redor dos olhos, expressão bondosa. Ela estava sentada, quieta e isolada, no fundo de um auditório improvisado na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo, quando desatou a contar histórias da vida. Revelou que foi presa ao ajudar o genro a se livrar de um corpo. A certa altura contou que tinha apenas 57 anos. A cadeia havia surrado sua aparência, ela envelhecera demais. Tinha criado 20 filhos, mas há quase três anos não recebia nenhuma visita ou ajuda, um Sedex sequer, e tinha que se virar com a bondade do Estado. E a bondade do Estado com as presas sempre esteve em extinção no Brasil. “Sabe, tem dia que fico caçando jornal velho do chão para limpar a bunda”, contou, sem rodeios.
Conversando com detentas como Maria, para meu livro Presos que menstruam, lançado este mês pela Editora Record, percebi que o sistema carcerário brasileiro trata as mulheres exatamente como trata os homens. Isso significa que não lembra que elas precisam de papel higiênico para duas idas ao banheiro em vez de uma, de Papanicolau, de exames pré-natais e de absorventes internos. “Muitas vezes elas improvisam com miolo de pão”, diz Heidi Cerneka, ativista de longa data da Pastoral Carcerária.
A luta diária dessas mulheres é por higiene e dignidade. Piper Chapman, protagonista da série Orange is the New Black, cuja terceira temporada acabou de estrear no Netflix, provavelmente não sobreviveria numa prisão brasileira. Se a loira ficou abalada ao encarar as prisões limpinhas dos Estados Unidos, como reagiria às masmorras medievais malcheirosas e emboloradas brasileiras, nas quais bebês nascem em banheiros e a comida vem com cabelo e fezes de rato? As prisões femininas do Brasil são escuras, encardidas, superlotadas. Camas estendidas em fileiras, como as de Chapman, são um sonho. Em muitas delas, as mulheres dormem no chão, revezando-se para poder esticar as pernas. Os vasos sanitários, além de não terem portas, têm descargas falhas e canos estourados que deixam vazar os cheiros da digestão humana. Itens como xampu, condicionador, sabonete e papel são moeda de troca das mais valiosas e servem de salário para as detentas mais pobres, que trabalham para outras presas como faxineiras ou cabeleireiras. [...]

QUEIROZ, Nana. Revista Galileu.
Disponível em: <https://glo.bo/2J0sGYq>
Releia o trecho a seguir.
“[...] servem de salário para as detentas mais pobres, que trabalham para outras presas como faxineiras ou cabeleireiras.”
Em relação ao trecho anterior, a oração destacada é
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6

457941200550737
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Substantivos | Morfologia
Assinale a alternativa em que o substantivo destacado não está no aumentativo.
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7

457941201795945
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Pontuação | Sintaxe | Emprego da Vírgula
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Onde dormem os duendes [...]

Eu decorei as falas e minha tia Francisca preparou minha roupinha de seda verde. Era uma bermuda bufante, um colete com paetês e uma touca estilo Noel. O ideal era que eu usasse uma sapatilha, mas não fosse por minha tia, o figurino já não teria sido o luxo que foi. Como um bom artista, improvisei o calçado. Peguei meu velho Kichute (essa não é para os mais jovens) e adaptei um acabamento no bico feito em cartolina à moda Alladin.
Ensaios após as aulas e nos fins de semana na casa da professora Aleluia, idealizadora do projeto. O lanche era sempre bom. Éramos todos da mesma classe e o garoto mais bonitinho (segundo as meninas) e inteligente (segundo minhas notas) ficou com o papel de príncipe, ao lado daquela que era minha princesa (não só na peça, mas também em meu coração infantil). Suas roupas foram bem trabalhadas em azul e detalhes em dourado que pareciam reluzir ao lado de meu velho tênis preto. Sua irmã também interpretava algum personagem e estava igualmente bem-vestida. Todos com o figurino muito bonito.
Eles iam para as apresentações de carro, enquanto eu e o amigo Valdemar íamos de ônibus ou a pé. Ainda outro dia encontrei-o em um Subway e ele não lembrou de mim por nada. Diz minha filha que ele deveria ser meu amigo imaginário. Talvez. Afinal, eu era um duende!
Tudo em volta me mostrou que eu não tinha bala para ser o príncipe. Nem corpo, nem notas, nem roupas e muito menos um carro. Acho que foi a primeira vez que entendi o que era diferença de classes. Tudo bem… sem dramas… não sofri bullying. Era só la vie se mostrando irremediavelmente. Ele era o príncipe, ela a princesa e eu o vilão que terminava humilhado, puxado por uma das orelhas e levando um baita sermão.
Deste eu não lembro muito, pois o danado do príncipe fazia questão de ser bem realista ao punir o duende. Por outro lado, não tive como esquecer a outra lição. Vejo-a todos os dias desfilando por nossa cidade.
Nossa turnê passou por várias escolas e fomos aplaudidos de pé, apesar do amadorismo. Dessa época, nem uma foto. Só a lição, mesmo.

VICENTE, Alexandre. Onde dormem os duendes.
Disponível em:<https://bit.ly/2Emov2x> 

Releia o trecho a seguir.
“Deste eu não lembro muito, pois o danado do príncipe fazia questão de ser bem realista ao punir o duende.”
A palavra destacada indica que o trecho após a vírgula é, em relação ao anterior, uma
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8

457941201344283
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Legislação dos Tribunais e Ministérios Públicos de ContasTemas: TCE-MG
Sobre os procedimentos de tomada de contas especial, nos termos da Instrução Normativa TCE/MG Nº 03/2013, pode-se afirmar que
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9

457941200120120
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Ciência Política
A Câmara Municipal de Santa Bárbara tem 11 vereadores.
A quantidade de vereadores que pode representar uma
cidade é determinada pela
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10

457941201728058
Ano: 2018Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos)Organização: Câmara de Santa Bárbara - MGDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Sistema de Contabilidade | PCASP
Visando a atender a necessidade de evidenciar com qualidade os fenômenos patrimoniais e a busca por um tratamento contábil padronizado dos atos e fatos administrativos no âmbito do setor público, a Secretaria do Tesouro Nacional editou o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP). 

Em relação ao PCASP, assinale a alternativa incorreta.
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