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1

457941200611187
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Construção do Conhecimento | Temas Pedagógicos
Analise os trechos correlatos.
I. “González Rey (2001) nos leva a uma reflexão que rompe com o sistema tradicional de ensino de que ensinar e aprender são relações de mão única (o professor ensina, ou seja, transmite o conteúdo e o aluno decora esse conteúdo sem questionar e discutir); o mesmo autor nos propõe a ideia de que a sala de aula não é simplesmente um cenário relacionado com os processos de ensinar e aprender. Nela aparecem, como constituintes de todas as atividades aí desenvolvidas, elementos de sentido e significação procedentes de outras zonas de experiência social, tanto de alunos quanto de professores. Sabemos que cada um constrói sua história, vivencia fatos, experiências coletivas e individuais."
                                                                 PORTANTO
II. “A sala de aula é o lugar em que há uma reunião de seres pensantes que compartilham ideias, trocam experiências, contam histórias, enfrentam desafios, rompem com o velho, buscam o novo, enfim, há pessoas que trazem e carregam consigo saberes cotidianos que foram internalizados durante sua trajetória de vida, saberes esses que precisam ser rompidos para dar lugar a novos saberes. O aluno precisa se apropriar das informações que circulam nos meios sociais e culturais para transformá‐las em conhecimento. Não podemos perder de vista que essas informações deveriam fazer sentido para a vida desse sujeito, para que ele possa ser articulado com suas ações, seus objetivos e seus sonhos e outras aspirações que tenha."
Assinale a alternativa correta.
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2

457941202045201
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Recursos Estilísticos | Análise Textual

                                         Cultura


      Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos”.

       E ela disse: “Corta essa.”

       E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao     deflagrá‐lo, quis.”

       E ela disse: “Cumé que é?”

       E ele:“Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

       E ela: “Tô sabendo…”

       “Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

       “Pô!”

       “Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio‐fio, as frases caem do bolso…”

       “Sei…”

       “Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz‐al‐Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade.

        A tua boca é uma tâmara partida… Não, a tua boca é como um… um… Pera só um pouquinho…”

        “Tô só te cuidando.”

        “A tua boca, a tua boca, a tua boca… (Uma imagem, meu Deus!)”

        “Que qui tem a minha boca?”

        “A tua boca, a tua boca… Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer,dirigido por Clawrence Brown, iluminado por…

        “Escuta aqui…”

        “Eu tremo! Eu desfaleço! Ela quer que eu a escute! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela…”

        “Tá ficando tarde”.

        “Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? –, o Tempo, esse surdo‐mudo que nos leva às costas…”

        “Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

        “Vamos! Para o Congresso Carnal. O monstro de duas costas do Bardo, acima citado. Que nossos espíritos entrelaçados alcem voo e fujam, e os sentidos libertos ergam o timão e insuflem as velas para a tormentosa viagem ao vórtice da existência humana, onde, que, a, e, o, um, como, quando, por que, sei lá…”

        “Vem logo.”

        “Palavras, palavras…”

        “Depressa!”

        “Já vou. Ah, se com estas roupas eu pudesse despir tudo, civilização, educação, passado, história, nome, CPF, derme, epiderme… Uma união visceral, pâncreas e pâncreas, os dois corações se beijando através das grades das caixas torácicas como Glenn Ford e Diana Lynn em…”

         “Vem. Assim. Isso. Acho que hoje vamos conseguir. Agora fica quieto e…”

         “Já sei!”

         “O quê? Volta aqui, pô”…”

         “Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!

                           

   (VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.)

Além do diálogo inusitado em que os personagens apresentam distanciamento quanto à linguagem utilizada, o autor utiliza, como recurso, expressões que produzem efeito de humor. Assinale o segmento em destaque em que tal fato pode ser observado.
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3

457941201415334
Ano: 2011Banca: CESGRANRIOOrganização: SEAD-RNDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade
No contexto da filosofia contemporânea, a filosofia analítica ou o positivismo lógico rompe com a tradição da modernidade e com a tradição da lógica de maneira geral, uma vez que passa a considerar o
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4

457941200191775
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Regência Verbal e Nominal | Sintaxe | Termos Integrantes da Oração

                                         Cultura


      Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos”.

       E ela disse: “Corta essa.”

       E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao     deflagrá‐lo, quis.”

       E ela disse: “Cumé que é?”

       E ele:“Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

       E ela: “Tô sabendo…”

       “Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

       “Pô!”

       “Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio‐fio, as frases caem do bolso…”

       “Sei…”

       “Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz‐al‐Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade.

        A tua boca é uma tâmara partida… Não, a tua boca é como um… um… Pera só um pouquinho…”

        “Tô só te cuidando.”

        “A tua boca, a tua boca, a tua boca… (Uma imagem, meu Deus!)”

        “Que qui tem a minha boca?”

        “A tua boca, a tua boca… Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer,dirigido por Clawrence Brown, iluminado por…

        “Escuta aqui…”

        “Eu tremo! Eu desfaleço! Ela quer que eu a escute! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela…”

        “Tá ficando tarde”.

        “Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? –, o Tempo, esse surdo‐mudo que nos leva às costas…”

        “Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

        “Vamos! Para o Congresso Carnal. O monstro de duas costas do Bardo, acima citado. Que nossos espíritos entrelaçados alcem voo e fujam, e os sentidos libertos ergam o timão e insuflem as velas para a tormentosa viagem ao vórtice da existência humana, onde, que, a, e, o, um, como, quando, por que, sei lá…”

        “Vem logo.”

        “Palavras, palavras…”

        “Depressa!”

        “Já vou. Ah, se com estas roupas eu pudesse despir tudo, civilização, educação, passado, história, nome, CPF, derme, epiderme… Uma união visceral, pâncreas e pâncreas, os dois corações se beijando através das grades das caixas torácicas como Glenn Ford e Diana Lynn em…”

         “Vem. Assim. Isso. Acho que hoje vamos conseguir. Agora fica quieto e…”

         “Já sei!”

         “O quê? Volta aqui, pô”…”

         “Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!

                           

   (VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.)

Em “Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.” (1º§) é correto afirmar em relação aos termos destacados, que
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5

457941201980040
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: BiologiaTemas: Biologia dos Organismos | Zoologia: Poríferos e Cnidários
Sobre a histologia dos cnidários, analise as afirmativas baseadas primariamente nas hidras e tipos celulares encontrados em sua epiderme.
I. Células epiteliomusculares são um pouco colunares em forma, com base repousando contra a mesogleia, e a extremidade distal ligeiramente expandida, formando a maior parte da superfície epidérmica.
II. Células intersticiais localizam‐se por toda a epiderme e alojam‐se entre ou invaginados no interior das células epiteliomusculares.
III. Cnidócitos são pequenas e redondas com núcleo relativamente grande; estão localizadas por baixo da superfície epidérmica e enfiadas entre as células epiteliomusculares.
IV. Células receptoras e nervosas são alongadas, orientadas em ângulos retos em relação à superfície epidérmica.  
Estão corretas apenas as afirmativas
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6

457941201003075
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Construção do Conhecimento | Projeto Político-Pedagógico | Políticas de Educação | Temas Pedagógicos | Gestão de Pessoas
Construir uma nova lógica de gestão que conte com a participação da sociedade e dos atores diretamente envolvidos com a prática pedagógica implica rever o modelo adotado pelos sistemas públicos, cuja estruturação e funcionamento são, até hoje, característicos de um modelo centralizador. A autonomia pedagógica e financeira e a implementação de um Projeto Político‐Pedagógico próprio da unidade escolar encontram vários limites no paradigma de gestão escolar vigente. Acerca deste pressuposto, assinale a alternativa INCORRETA.
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7

457941200860427
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Química GeralTemas: Interações da Química com Tecnologia, Sociedade e Meio Ambiente
Dois grandes avanços químicos marcaram a revolução na produção de sabões. Em 1791, Nicolas Leblanc concluiu o desenvolvimento do método de síntese da barrilha a partir da salmoura. Michel Eugéne Chevreul, entre 1813 e 1823, esclareceu a composição química das gorduras naturais. Assim, os fabricantes do século XIX puderam, além de dispor de matéria‐prima necessária para a fabricação de sabões, ter uma ideia do processo químico envolvido. Sobre o processo industrial e características dos sabões e detergentes é INCORRETO afirmar que
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8

457941201902810
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Legislação Educacional
Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu Art. 13, estabelece que os docentes incumbir‐se‐ão de, entre outros, EXCETO:
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9

457941201611421
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Antiguidade Ocidental | História Mundial
Tábua primeira
Do chamamento a Juízo.
1. Se alguém é chamado a Juízo, compareça.
2. Se não comparece, aquele que o citou tome testemunhas e o prenda.
3. Se procurar enganar ou fugir, o que o citou pode lançar mão sobre (segurar) o citado.
4. Se uma doença ou a velhice o impede de andar, o que o citou, lhe forneça um cavalo.
5. Se não aceitá‐lo, que forneça um carro, sem a obrigação de dá‐lo coberto.
6. Se se apresenta alguém para defender o citado, que este seja solto. [...]
(Disponível em: http://api.adm.br/direito/Tabuas.htm.)

No contexto da Roma Antiga, com as constantes manifestações contra arbitrariedades dos patrícios, os plebeus conseguiram, entre 451 e 450 a.C, a aprovação da “Lei das Doze Tábuas”, cujo fragmento é apresentado anteriormente. Essa lei marca profundamente o direito romano, pois:
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10

457941201528775
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: SEAD-RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe

A) Joguei a escova fora quando eles acharam que não batia bem.

B) Quando eles acharam que eu não batia bem, joguei a escova fora.

C) Quando eu joguei a escova fora, eles acharam que eu não batia bem.

D) Eles acharam que eu não batia bem; nessa ocasião, joguei a escova fora.

Considerando que as alternativas de A a D da questão anterior apresentam períodos constituídos, assinale a afirmativa correta.
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