“(...) Foi, até meados do século XIX, o entrudo
brutal e alegre que Debret pintou e de que todos
os velhos recordam. Pelo norte, centro e sul do
Brasil o movimento era igual. Henry Koster
mostrou que o entusiasmo era o mesmo pelo
interior de Pernambuco, nas senzalas e casas-grandes, nivelando amos e servos na alegria
igualitária do entrudo. (...)”.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do
folclore brasileiro. Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.
A manifestação a que o autor se refere é