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Leia o caso de Nádia (6 anos de idade).
“Pesquisador: Agora vou pedir que você escreva um número bem alto.
Nádia: Muito alto?
Pesquisador: Sim.
Nádia: Vou escrever no máximo mil (Escreve 900).
Pesquisador: Que número é esse?
Nádia: Novecentos.
Pesquisador: E o mil como é?
Nádia: (Escreve 1000).
Pesquisador: Como você acha que seria o dois mil?
Nádia: (Escreve 2000).
Pesquisador: E quatro mil?
Nádia: (Escreve 4000).
Pesquisador: Nove mil?
Nádia: (Escreve 9000).
Pesquisador: Dez mil?
Nádia: (Escreve 10.000).
Pesquisador: Me diz... Mil e cem, como acha que é?
Nádia: (Muito surpresa) Mil e cem? Para mim esse número não existe.
Pesquisador: Não existe?
Nádia: (Pensa um longo tempo e logo escreve 1000100).
Pesquisador: E mil e quinhentos?
Nádia: (Escreve 1000500)”
(Delia Lerner; Patricia Sadovsky.
O sistema de numeração: um problema didático)
A partir da discussão feita por Delia Lerner e Patricia Sadovsky, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta do caso exemplificado.
Considere o parágrafo que segue para interpretar e responder à questão.
Nas últimas décadas, no Brasil e no mundo, houve expansão da educação infantil, acompanhando a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias, como exposto no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI (1998). Além disso, afirma-se, nesse mesmo documento, que o avanço no conhecimento sobre o desenvolvimento do ser humano, desde seu nascimento, deixou a sociedade mais consciente da importância das experiências na primeira infância, o que acarreta demandas por uma educação institucional para crianças de zero a seis anos.