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457941200441804
Ano: 2025Banca: INAZ do ParáOrganização: Prefeitura de Bocaina do Sul - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
Clarice Lispector, uma das principais vozes do Modernismo tardio no Brasil, é conhecida por sua prosa introspectiva e subjetiva, frequentemente explorando o fluxo de consciência e temas como identidade, transcendência e os dilemas existenciais da condição humana. Obras como "A Paixão Segundo G.H." exemplificam sua capacidade de transformar eventos cotidianos em profundas reflexões metafísicas.

Com base nas características da obra de Clarice Lispector, identifique a alternativa INCORRETA.
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2

457941200566666
Ano: 2018Banca: COMVEST - UNICAMPOrganização: UNICAMPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
“DOROTÉA
O senhor perdeu a cabeça?
DULCINÉA
Fazer de um cangaceiro um delegado!
DOROTÉA
Quando a oposição souber!
DULCINÉA
Que prato pra Neco Pedreira!
ODORICO
E tomara que Neco se sirva bem dele. Tomara que chame Zeca Diabo de cangaceiro, assassino, quanto mais xingar, melhor.
DOROTÉA
O senhor não acha que se excedeu?
ODORICO
Em política, dona Dorotéa, os finalmentes justificam os não obstantes.”

(Dias Gomes, O bem-amado. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014. p. 69-70.)

As personagens femininas do excerto anterior discordam da nomeação de Zeca Diabo feita por Odorico. Assinale a alternativa que indica a razão dessa discordância e a natureza da crítica às práticas políticas brasileiras presente na peça teatral de Dias Gomes.
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3

457941200656246
Ano: 2019Banca: UNIOESTEOrganização: UNIOESTEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Estudos Literários | Parnasianismo Literário | Tendências Contemporâneas
Leia atentamente o excerto do soneto “O acendedor de lampiões”, de Jorge de Lima, e assinale a opção CORRETA.


“Triste ironia atroz que o senso humano irrita: –
ele que doira a noite e ilumina a cidade,
talvez não tenha luz na choupana em que habita.

Tanta gente também nos outros insinua
crenças, religiões, amor, felicidade,
como este acendedor de lampiões da rua!” 
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4

457941200865381
Ano: 2010Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
Quando se compara literatura e cinema, o primeiro fato que ocorre ao estudioso é o do enorme fosso semiótico que separa, aparentemente de modo inconciliável, essas duas formas de expressão, fundadas, cada uma, em espécies de signos e códigos tão diferentes. A literatura, acredita-se, não vai ter nunca a mobilidade plástica do cinema, e este, por sua vez, nunca o nível de abstração da literatura. Por outro lado, por grande e intransponível que seja esse fosso, há um número considerável de semelhanças que podem ser apontadas e que mantêm literatura e cinema numa espécie de estado sincrônico de compatibilidade permanente.

BRITO. J.B. Literatura no cinema. São Paulo: Unimarco, 2006.


Os diálogos entre literatura e cinema, frutos da reflexão de diversos pensadores, como o crítico de cinema paraibano João Batista de Brito, e da prática artística de inúmeros escritores e diretores, NÃO permitem concluir que
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5

457941200293313
Ano: 2019Banca: UFRGSOrganização: UFRGSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Tendências Contemporâneas
Instrução: A questão refere-se a obra Feliz ano velho, de Marcelo Rubens Paiva.

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre a obra.

( ) O romance parte da mem6ria individual do protagonista e abrange a mem6ria coletiva, referente a acontecimentos da hist6ria brasileira.
( ) Os fatos narrados no romance não estabelecem relação com o contexto social brasileiro, visto que o narrador detém-se basicamente na recordação de aspectos do acidente que o deixara tetraplégico.
( ) O romance da voz a cultura de uma geração, nascida nos anos 1960, crescida nos anos 1970 e que chega, na década de 1980, em busca de novas alternativas políticas e culturais.
( ) O romance configura-se como realização artística de caráter subjetivo que não se presta a reflexão sabre o passado hist6rico.

A sequencia correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, e
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6

457941200750155
Ano: 2016Banca: UFRGSOrganização: UFRGSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários

Leia o segmento abaixo.


Há um fragmento do romance O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas, que se destacou do conjunto: o episódio em que Dorival encarou a guarda. Nesse trecho, Dorival, ........, enfrenta o soldado, o cabo, o sargento e o tenente. Fica visível ........ da guarda e ........ de Dorival.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas na ordem em que aparecem.

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7

457941201831594
Ano: 2023Banca: NC-UFPROrganização: CBM-PRDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários | Gêneros Literários | Gênero Lírico | Estudos Literários
A respeito de O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques, considere as seguintes afirmativas:

1. A obra possui caráter explicitamente confessional, o que se materializa na forma dos poemas, que simulam registros de um diário pessoal.

2. O livro está dividido em quatro partes, “Livro”, “Cartografias”, “Visitas ao lugar-comum” e “O livro das semelhanças”, sendo a última a mais longa delas.

3. A seção intitulada “Livro” possui um aspecto metaliterário, organizando-se conforme a estrutura de um livro de poemas.

4. Os poemas desta obra se caracterizam pelo emprego de métrica e de esquemas de rimas regulares.

Assinale a alternativa correta.
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8

457941200997649
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Gênero Narrativo | Gênero Lírico | Classificação dos Gêneros Literários | Gêneros Literários | Movimentos Literários

Texto 1


 Ali começa o sertão chamado bruto.


Pousos sucedem a pousos, e nenhum teto habitado ou em ruínas, nenhuma palhoça ou tapera dá abrigo ao caminhante contra a frialdade das noites, contra o temporal que ameaça, ou a chuva que está caindo. Por toda a parte, a calma da campina não arroteada; por toda a parte, a vegetação virgem, como quando aí surgiu pela vez primeira. 

[...]

Essa areia solta, e um tanto grossa, tem cor uniforme que reverbera com intensidade os raios do Sol, quando nela batem de chapa. Em alguns pontos é tão fofa e movediça que os animais das tropas viageiras arquejam de cansaço, ao vencerem aquele terreno incerto, que lhes foge de sob os cascos e onde se enterram até meia canela.

[...]

Ora é a perspectiva dos cerrados, não desses cerrados de arbustos raquíticos, enfezados e retorcidos de São Paulo e Minas Gerais, mas de garbosas e elevadas árvores que, se bem não tomem, todas, o corpo de que são capazes à beira das águas correntes ou regadas pela linfa dos córregos, contudo ensombram com folhuda rama o terreno que lhes fica em derredor e mostram na casca lisa a força da seiva que as alimenta; ora são campos a perder de vista, cobertos de macega alta e alourada, ou de viridente e mimosa grama, toda salpicada de silvestres flores; ora sucessões de luxuriantes capões, tão regulares e simétricos em sua disposição que surpreendem e embelezam os olhos; ora, enfim, charnecas meio apauladas, meio secas, onde nasce o altivo buriti e o gravata entrança o seu tapume espinhoso.


Nesses campos, tão diversos pelo matiz das cores, o capim crescido e ressecado pelo ardor do Sol transforma-se em vicejante tapete de relva, quando lavra o incêndio que algum tropeiro, por acaso ou mero desenfado, ateia com uma faúlha do seu isqueiro.


TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Inocência. Porto Alegre: L&PM, 1999.


Texto 2 


Assim, de meio assombrado me fui repondo quando ouvi que indagavam:

− Então patrício? está doente?

− Obrigado! Não senhor, respondi, não é doença; é que sucedeu-me uma desgraça: perdi

uma dinheirama do meu patrão...

− A la fresca!...

− É verdade... antes morresse, que isto! Que vai ele pensar agora de mim!...

− É uma dos diabos, é...; mas não se acoquine, homem!

Nisto o cusco brasino deu uns pulos ao focinho do cavalo, como querendo lambê-lo, e logo

correu para a estrada, aos latidos. E olhava-me, e vinha e ia, e tornava a latir...

Ah!... E num repente lembrei-me bem de tudo.

Parecia que estava vendo o lugar da sesteada, o banho, a arrumação das roupas nuns galhos de sarandi, e, em cima de uma pedra, a guaiaca e por cima dela o cinto das armas, e até uma ponta de cigarro de que tirei uma última tragada, antes de entrar na água, e que deixei espetada num espinho, ainda fumegando, soltando uma fitinha de fumaça azul, que subia, fininha e direita, no ar sem vento...; tudo, vi tudo.
Estava lá, na beirada do passo, a guaiaca. E o remédio era um só: tocar a meia rédea, antes
que outros andantes passassem.
[...]
LOPES NETO, João Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: L&PM, 1998.

Texto 3 

Sua casa ficava para trás da Serra do Mim, quase no meio de um brejo de água limpa, lugar chamado o Temor-de-Deus. O Pai, pequeno sitiante, lidava com vacas e arroz; a Mãe, urucuiana, nunca tirava o terço da mão, mesmo quando matando galinhas ou passando descompostura em alguém. E ela, menininha, por nome Maria, Nhinhinha dita, nascera já muito para miúda, cabeçudota e com olhos enormes.

    Não que parecesse olhar ou enxergar de propósito. Parava quieta, não queria bruxas de pano, brinquedo nenhum, sempre sentadinha onde se achasse, pouco se mexia. – “Ninguém entende muita coisa que ela fala...”- dizia o Pai, com certo espanto. Menos pela estranhez das palavras, pois só em raro ela perguntava, por exemplo: - “Ele xurugou?” – e, vai ver, quem e o quê, jamais se saberia. Mas, pelo esquisito do juízo ou enfeitado do sentido. Com riso imprevisto: - “Tatu não vê a lua...”- ela falasse. [...] 

ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
A partir da análise de Bosi (2006) sobre a obra de Guimarães Rosa, considere as seguintes afirmativas:

I. A escrita de Guimarães Rosa aboliu as fronteiras entre o texto narrativo e o lírico. Grande Sertão: Veredas e as novelas de Corpo de Baile, por exemplo, além de incluir recursos da expressão poética, revitalizam-nos na construção narrativa.
II. Sobre os contos da obra Primeiras Estórias, observa-se que, em A menina de lá, ao qual pertence o fragmento do texto 3, há um apelo ao lúdico e ao mágico, enquanto, em O Burrinho Pedrês, o autor desenvolve uma espécie de mimetismo entre o culto e o folclórico.
III. A obra de Guimarães Rosa configura-se como um desafio à forma convencional de construção narrativa, pois seus processos mais frequentes pertencem aos domínios do poético e do mítico.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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9

457941201987151
Ano: 2019Banca: MetroCapital SoluçõesOrganização: Prefeitura de Laranjal Paulista - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
No que se refere à obra de Arnaldo Antunes, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I - Em sua poesia vigora o tradicionalismo.
II - A semiótica é a única base de seu processo criativo.
III – Não dialoga com a estrutura do verso tradicional.
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10

457941201594267
Ano: 2019Banca: UNIOESTEOrganização: UNIOESTEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
Sobre o conto “O outro”, de Rubem Fonseca, assinale a alternativa INCORRETA.
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