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457941201120423
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Porto Velho - RODisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva

A partir da leitura dos textos abaixo responda a questão 


Texto 3


Mudança


    Fabiano procurou em vão perceber um toque de chocalho. Avizinhou-se da casa, bateu, tentou forçar a porta. Encontrando resistência, penetrou num cercadinho cheio de plantas mortas, rodeou a tapera, alcançou o terreiro do fundo, viu um barreiro vazio, um bosque de catingueiras murchas, um pé-de-turco e o prolongamento da cerca do curral.

Ramos, G. Vidas secas. 29. Ed. São Paulo: Martins, 1971. P.47 


Texto 4


Tesouro consumido pelo fogo


    Um incêndio destruiu parte da igreja Nossa Senhora Do Carmo da Antiga Sé, na rua Primeiro de Março, no Centro, ontem pela manhã. Toda a talha da lateral direita do monumento, com pinturas de José Leandro de Carvalho, considerado o Velázquez brasileiro – as imagens foram feitas como ornamento quando da sagração de Dom João VI como rei de Portugal – foi perdida.

    O fogo começou por volta das 10h30, num cômodo conhecido como sala de servidão, na lateral da igreja, e se alastrou para o segundo andar, atingindo a torre. Durante o socorro, a água jorrada pelo Corpo de Bombeiros também ajudou a destruir o patrimônio. Fragilizada, a estrutura de madeira caía aos pedaços. 

Figueiras, M. Tesouro consumido pelo fogo. Jornal do Brasil/Cidade.02/09/2005, p. A15

A alternativa que melhor caracteriza o modo de organização discursivo presente nos textos é:
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2

457941202023958
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: IF-SEDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva
Texto 9


Tecnología para la enseñanza y el aprendizaje de lenguas extranjeras: revisión de la literatura


Tras la revisión presentada en este artículo caben tres certezas. En primer lugar: la inversión en innovación tecnológica es tan alta que el ritmo de su evolución desborda recurrentemente nuestra capacidad para mantenernos informados sobre los avances en tecnología. Sin embargo, por un lado, todo hace prever que surgirán líneas de desarrollo que generen interesantes oportunidades para el aprendizaje de lenguas y estos han de ser contemplados para su inclusión en nuestra práctica educativa; al mismo tiempo, por otro lado, existe un riesgo evidente de mercantilización de la Educación de la mano de la tecnología, que solo podremos solventar con información y pensamiento crítico.

En segundo lugar, la imagen de excelencia y de capacidad de transformación con la cual se diseña y comercializa la tecnología traslada a los centros y al profesorado (de cualquier especialidad, también al profesorado de lenguas) una importante presión social para que se utilice la tecnología en el aula, esté esta justificada o no. En cierto sentido, esto ha generado que, no usar algún tipo de tecnología en el aula sea impensable para un docente de lenguas del siglo veintiuno. Así pues, finalmente, necesitamos hoy más que nunca buen criterio ante la amplia, creciente oferta tecnológica en relación con la enseñanza y aprendizaje de lenguas. Si tenemos argumentos para pensar que la tecnología nos permitirá crear experiencias memorables que generen un aprendizaje valioso, el esfuerzo (es decir, la inversión social y personal que esto implica) tendrá sentido. Nuestra conclusión, por tanto, es: tecnología sí, pero con criterio pedagógico y fundamento científico.



TRUJILLO SÁEZ, Fernando; SALVADORES MERINO, Carlos; GABARRÓN PÉREZ, Ángel. Tecnología para la enseñanza y el aprendizaje de lenguas extranjeras: revisión de la literatura. RIED - Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, Asociación Iberoamericana de Educación Superior a Distancia, v. 22, n. 1, 2019. Disponível em:<https://www.redalyc.org/journal/3314/331459398008/331459398008.pdf> 
De uma perspectiva diacrônica e crítica, os autores analisaram a relação entre tecnologia, ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras. O texto acima é parte das conclusões dessa análise. Eles observaram que as práticas educativas terão que
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3

457941200407136
Ano: 2023Banca: IV - UFGOrganização: UFGDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Discurso de Gettyburg

Cumpre-nos, antes, a nós, os vivos, dedicarmo-nos hoje à obra inacabada até este ponto tão notavelmente adiantada pelos que aqui combateram. Antes, cumpre-nos a nós, os presentes, dedicarmo-nos à importante tarefa que temos pela frente — que estes mortos veneráveis nos inspirem a uma maior devoção à causa pela qual deram a última medida transbordante de devoção — que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação, com a graça de Deus, renasça na liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desapareça da face da Terra.

LINCOLN, Abraham. Cemitério Militar de Gettysburg, Pensilvânia, Estados

Unidos. Disponível em:

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Discurso_de_Gettysburg>. Acesso em: 02 mai. 2023

O discurso político é um gênero textual argumentativo em que se defendem ideias e convoca-se o público a pensar sobre o caminho que um país ou uma comunidade deve tomar. Nesse discurso de Abraham Lincoln, as estruturas linguísticas mais recorrentes do gênero são
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4

457941201013374
Ano: 2018Banca: IBADEOrganização: Câmara de Porto Velho - RODisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva

A partir da leitura dos textos abaixo responda a questão 


Texto 3


Mudança


    Fabiano procurou em vão perceber um toque de chocalho. Avizinhou-se da casa, bateu, tentou forçar a porta. Encontrando resistência, penetrou num cercadinho cheio de plantas mortas, rodeou a tapera, alcançou o terreiro do fundo, viu um barreiro vazio, um bosque de catingueiras murchas, um pé-de-turco e o prolongamento da cerca do curral.

Ramos, G. Vidas secas. 29. Ed. São Paulo: Martins, 1971. P.47 


Texto 4


Tesouro consumido pelo fogo


    Um incêndio destruiu parte da igreja Nossa Senhora Do Carmo da Antiga Sé, na rua Primeiro de Março, no Centro, ontem pela manhã. Toda a talha da lateral direita do monumento, com pinturas de José Leandro de Carvalho, considerado o Velázquez brasileiro – as imagens foram feitas como ornamento quando da sagração de Dom João VI como rei de Portugal – foi perdida.

    O fogo começou por volta das 10h30, num cômodo conhecido como sala de servidão, na lateral da igreja, e se alastrou para o segundo andar, atingindo a torre. Durante o socorro, a água jorrada pelo Corpo de Bombeiros também ajudou a destruir o patrimônio. Fragilizada, a estrutura de madeira caía aos pedaços. 

Figueiras, M. Tesouro consumido pelo fogo. Jornal do Brasil/Cidade.02/09/2005, p. A15

A expressão “modo de organização do discurso” (cf. Charaudeau, 1992) é utilizada para designar uma espécie de sequência teoricamente definida pela natureza linguística de sua composição e pela função que desempenha no conjunto que é o texto.


Os textos acima ilustram o modo de organização discursivo denominado:

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5

457941201061071
Ano: 2023Banca: IGEDUCOrganização: Prefeitura de Surubim - PEDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva

Julgue o item a seguir.


A noção de interdiscurso pode ser relacionada com a noção de formação continuada, no que diz respeito ao aparecimento do “já dito”. O interdiscurso disponibiliza dizeres, determinando, pelo “já dito”, aquilo que constitui uma formação discursiva em relação a ela mesma.

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6

457941200583080
Ano: 2024Banca: IDHTECOrganização: Câmara de Itapissuma - PEDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística | Análise Discursiva
Considerando as especificidades que demarcam os diferentes gêneros orais, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a “entrevista”, a “narração” e o “debate”.
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7

457941201321440
Ano: 2025Banca: Instituto ConsulplanOrganização: Câmara de Mariana - MGDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Introdução à Linguística | Análise Discursiva
    Ao receber um texto para avaliar, o profissional da revisão, em uma primeira leitura, pode ter sua atenção despertada para aspectos mais superficiais do texto, mas é necessário lembrar que, se fossem ordenar as tarefas de uma revisão textual, a última etapa seria a verificação desses aspectos. Antes de verificá-los, o revisor precisa ater-se a dois aspectos fundamentais de um texto: seu gênero e sua textualidade. São esses aspectos que irão garantir a legibilidade e adequação globais do texto. Além do mais, para se avaliar tais aspectos, geralmente mais de uma leitura do texto deve ser feita, assim o revisor passará a ter um conhecimento mais aprofundado do texto com o qual lida.

    Como vários autores, ao definirem gênero textual ou gênero discursivo, revisam Bakhtin (Cf. BRONCKART, 1999; MARCUSCHI, 2002, 2006, 2008), entende-se que é importante retomar as ideias, sobre esse tema, do precursor da noção de gênero na linguística, a fim de discutir como elas podem contribuir para a revisão textual. Bakhtin (1992) constrói sua reflexão sobre a interação verbal baseando-se na estreita relação entre língua e sociedade. Os múltiplos usos linguísticos, para ele, são relacionados a diferentes esferas sociais, condicionando, pois, o aparecimento de enunciados distintos, ligados às mais diversas ações humanas. De acordo com o autor, em cada situação produz-se um único enunciado, mas as produções semelhantes levam a enunciados semelhantes, gerando a ocorrência de “tipos ‘relativamente estáveis’ de enunciados”, denominados pelo autor de “gêneros do discurso”.

   Ao trabalhar com a definição bakhtiniana é possível, ainda, ressaltar duas características fundamentais do gênero: seu caráter estável (modelar) e seu caráter flexível (relativamente estável). Em relação ao aspecto modelar dos gêneros, pode-se dizer, como Marcuschi (2002, p. 19), que “os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia”, em atividades de interação verbal que tenham as mesmas finalidades. Por outro lado, os gêneros, ao mesmo tempo em que modelam ou fixam, são também flexíveis, maleáveis, dinâmicos. Apesar de textos que se materializam em um mesmo gênero apresentarem características semelhantes, os gêneros não funcionam como formas, engessando os textos para que se mostrem iguais.

    Disso decorre que, ao receber um texto para revisão, o revisor precisa ter consciência de quais características do gênero são fundamentais, devendo, portanto, estar presentes, e das características opcionais, flexíveis. Por exemplo, ao revisar um artigo de opinião, cuja finalidade é opinar, argumentar sobre um fato, o revisor deve, em primeiro lugar, verificar se o texto com que trabalha cumpre a finalidade de opinar sobre um fato. Para cumprir essa finalidade, algumas características referentes ao estilo e à estrutura composicional serão idênticas nos diversos textos desse gênero, outras serão variáveis. Faz-se importante, também, lembrar que a determinação do gênero e de sua finalidade servirá de base para pensar também os aspectos pragmáticos da textualidade. Segundo Costa Val (2004), a textualização está ligada a propriedades que fazem com que um texto seja algo mais que uma sequência de frases isoladas (fatores de textualidade) e a relações entre essas propriedades com o contexto de enunciação em que o texto aparece. Antes de proceder à revisão de um texto, o revisor deve estar atento também a fatores mais globais, tais como aqueles que se voltam para aspectos gráficos, normalizadores e temáticos do material submetido à sua apreciação. Para tanto, é imprescindível identificar o gênero do texto a ser revisado, bem como o suporte e a esfera em que será veiculado, pois a posse desses dados lhe permitirá julgar a (in)adequação: i) de questões relacionadas à composição visual e material do texto (revisão gráfica); ii) de aspectos relacionados à metodologia e à editoração; iii) de fatores ligados à propriedade e à consistência das informações apresentadas em função do interlocutor e da situação, além, é claro; iv) de questões relacionadas aos aspectos gramaticais e ortográficos do texto (revisão linguística).


(COELHO, Sueli Maria; ANTUNES, Leandra Batista. Revisão textual: para além da revisão linguística. Scripta, Belo Horizonte, v. 14, n. 26, 2010, p. 205-224. Adaptado.)
Na redação e na revisão de textos legislativos e normativos, é essencial compreender conceitos fundamentais da linguística, como a distinção entre língua e fala, a relação entre significante e significado e a construção do sentido textual. Considerando esses aspectos, analise as afirmativas a seguir.


I. A língua é um sistema de signos estruturado e relativamente estável, enquanto a fala corresponde ao uso individual e momentâneo desse sistema pelos falantes.


II. O significante e o significado são elementos indissociáveis do signo linguístico, sendo que o primeiro corresponde à imagem acústica e o segundo, ao conceito associado a essa imagem.


III. A referência de um texto jurídico é sempre objetiva e inequívoca, pois os significados das palavras são fixos e não dependem do contexto de enunciação.


IV. No processo de redação e revisão, compreender a relação entre referente, referência e representação é essencial para garantir que o sentido do texto corresponda à intenção comunicativa do enunciador.



Está correto o que se afirma apenas em
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8

457941201586644
Ano: 2023Banca: IDHTECOrganização: Prefeitura de Condado - PEDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva
O gênero spot é um anúncio comercial que tem como suporte o rádio. É uma mensagem sonorizada com ajuda de elementos da linguagem radiofônica usada para a divulgação publicitária, sendo também utilizado para divulgação e para transmitir uma mensagem. Em uma abordagem em sala de aula, na produção de spots pelos alunos, é correto afirmar que:
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9

457941200878896
Ano: 2025Banca: Avança SPOrganização: Prefeitura de Vinhedo - SPDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Análise Discursiva
Complete o excerto abaixo, extraído da obra de Marcuschi, “Da fala para a escrita – atividades de retextualização”.


A ________________ reocupa-se com os processos de produção de sentido, tornando-os sempre como situados em contextos socio-historicamente marcados por atividades de negocição ou por processos inferenciais. Não toma as categorias linguísticas como dadas a priori, mas como construídas interativamente e sensíveis aos fatos culturais. Preocupa-se com a análise dos gêneros textuais e seus usos em sociedade. Tem muita sensibilidade para fenômenos cognitivos e processos de textualização na oralidade e na escrita, que permitem a produção de coerência como uma atividade do leitor/ouvinte sobre o texto recebido.

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10

457941200596156
Ano: 2024Banca: FCMOrganização: Prefeitura de Contagem - MGDisciplina: Linguística e SemânticaTemas: Ramos da Linguística | Introdução à Linguística | Análise Discursiva
Associe corretamente os conceitos gerais à sua respectiva definição, apontados por Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova gramática do português contemporâneo (2010).

CONCEITOS

1 - Linguagem
2 - Língua
3 - Discurso
4 - Dialeto
5 - Discurso direto
6 - Discurso indireto
7 - Discurso indireto livre

DEFINIÇÕES

( ) É a língua no ato, na execução individual.
( ) É a forma característica que uma língua assume regionalmente.
( ) É um sistema de sinais que serve de meio de comunicação entre os indivíduos.
( ) É a forma de expressão em que o personagem é chamado a apresentar as suas próprias palavras.
( ) É um sistema gramatical pertencente a um grupo de indivíduos; expressão da consciência de uma coletividade.
( ) É a forma de expressão que aproxima narrador e personagem, dando-nos a impressão de que passam a falar em uníssono.
( ) É a forma de expressão que pressupõe um tipo de relato de caráter predominantemente informativo e intelectivo, no qual o narrador subordina a si como personagem.

A sequência correta para essa associação é:
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