A Psicopatologia, de uma forma geral, está
relacionada a múltiplas abordagens e referenciais
teóricos, sendo possível dividi-las em dois
grupos: as explicativas e as descritivas. Nesse
contexto, destaque o exemplo a seguir que se
refere ao modelo descritivo.
Aqui são considerados os aspectos dinâmicos do desenvolvimento psicossocial. Consideramse as estruturações e reestruturações ao longo do tempo, dando grande importância a esses
acontecimentos durante crises e mudanças próprias a certos períodos etários. É um critério que
recebe particular simpatia da psiquiatria infantil, de adolescentes e geriátrica.
A percepção que cada pessoa tem do seu próprio
valor e competência, o valor avaliativo do eu, contemplando
uma dimensão valorativa e julgadora do eu, é
o que conhecemos por autoestima.
É o ramo da ciência que trata da natureza essencial da
doença mental, ou seja, as mudanças estruturais e
funcionais associadas a ela e às suas formas de
manifestação. É o conhecimento semiológico da
Psiquiatria. Parte da psicologia que estuda as variações
mórbidas do psiquismo, as alterações mentais.
Um dos transtornos psiquiátricos é o transtorno
de personalidade paranoide, que é caracterizado
por um padrão invasivo de desconfiança e
suspeita quanto aos outros, de modo que seus
motivos são interpretados como malévolos.
Apresentam dificuldades nos relacionamentos
íntimos e são de difícil convivência. Alguns dos
critérios diagnósticos para esse transtorno foram
descritos abaixo. Destaque a alternativa que foi
mal elaborada.
Segundo Canquilhem (2010), “é para alem do corpo que
se deve olhar para se julgar o normal e o patológico
para este mesmo corpo”. Há, segundo o mesmo autor,
vários critérios de classificação do que é normal
ou patológico, dependente de opções filosóficas,
ideológicas e pragmáticas. Em saúde mental um dos
principais critérios utilizados pelos profissionais é o de
Normalidade Subjetiva, cuja definição se fundamenta: