Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!
Com relação às ações do terapeuta ocupacional no contexto hospitalar, julgue o item subsequente.
Para melhor adaptação do recém-nascido ao processo de
internação em uma unidade de terapia intensiva neonatal,
recomenda-se a adoção de estratégias para controle sensorial
no ambiente físico, como o acionamento da função de
silenciamento de celulares e o uso de abafadores em lixeiras.
Quanto à reabilitação de pessoas que sofreram Trauma Cranioencefálico T.C.E., é correto afirmar, referente à intervenção da Terapia Ocupacional.
I. No primeiro momento, que alguns referenciais teóricos consideram como o “despertar”, ou seja, a fase inicial do tratamento, onde a pessoa está saindo do coma e hospitalizada, os objetivos principais da Terapia Ocupacional serão: posicionamento correto no leito e/ou cadeira de rodas; avaliação, prescrição e confecção, se necessário de órteses, estimulação sensorial e orientação familiar.
II. No segundo momento, na fase do “adequar”, quando a pessoa que sofreu o Trauma Cranioencefálico T.C. E, acaba de sair do coma, o Terapeuta Ocupacional visa a independência máxima, física, social e domiciliar.
III. O papel do Terapeuta Ocupacional, em ambos os níveis após o coma é de oferecer intensamente os estímulos sensoriais e cognitivos, por mais de 30 minutos, aproximadamente 15 vezes ao dia, neste caso, em especial a graduação dos estímulos não deve ser priorizada, a fim de que as respostas sejam decodificadas, armazenadas e integradas em maior intensidade, em qualquer período do dia esperando por respostas mais elaboradas e aceleradas.
IV. Alguns princípios terapêuticos tradicionais devem ser evitados no tratamento de pessoas com Trauma Cranioencefálico T.C. E, como o estabelecimento de postura simétrica com distribuição de peso, normalização de tônus e integração dos hemicorpos.
Para Hunt (In: MELLO et al., 2004), são contribuições da terapia ocupacional durante a hospitalização, EXCETO: